O antigo medalha de ouro nos Jogos Olímpicos da Juventude em 2010 e bicampeão de contra-relógio em juniores e sub-23 (2009-2010 e 2013-14, respectivamente) já tinha vencido o prólogo em 2016.
No prólogo que marcava o início da 80.ª edição da Volta a Portugal em bicicleta, Rafael Reis, da Caja Rural, foi o mais rápido, vencendo em Setúbal e assumindo a liderança da prova. O ciclista de 26 anos levou a melhor no percurso de 1,8 km sobre César Martingil (Liberty), que esteve muito tempo na liderança da etapa, e o dinamarquês Louis Bendixen, da Team Coop, da Noruega.


4 Comentários
Rodrigo Ferreira
Em teoria era um percurso que favorecia mais os sprinters, mas Rafael Reis muito bem a mostrar o seu talento no esforço individual. Começar a ganhar é sempre bom e liberta a equipa. Pena pelo Martingil, que esteve perto, mas que amanhã tem outra oportunidade para vencer, tal como outros como Daniel Mestre ou João Matias. A ausência de Samuel Caldeira reabrirá ainda mais a luta nas poucas oportunidades que haverá para os sprinters.
Luis ES
Prólogo excessivamente curto, de modo que os sprinters sentiam-se mais à vontade. Liberty Seguros poderá ser a surpresa da Volta deste ano, Será uma boa equipa para acompanhar, dada à imensa juventude que apresenta com nomes como César Martingil (sprinter), Venceslau Fernandes (este mais para seguir na montanha) e Gaspar Gonçalves (que deverá ser um dos candidatos a arrebatar a classificação dos jovens). Amanhã dia importante para os sprinters no regresso do Algarve à Volta.
Kurt1904
1,8 km é simplesmente ridículo. É uma volta de reumáticos? A grandíssima afinal é pequenina..
RobbenKroos
Excelente percurso aquele que temos este ano, só lamento que Santarém e Porto não tenham uma presença significativa nos últimos anos na Volta, porque são cidades com grande ligação ao ciclismo, e merecem mais que serem simples locais de passagem no percurso da Volta a Portugal em bicicleta.
De resto, regressos aguardados ao Alentejo e ao Algarve, que me deixam entusiasmado com as mexidas que possam implicar na corrida daqui em diante, e a organização deve esforçar-se por voltar a esta parte do percurso sem grandes interregnos nos próximos anos, é gente que admira o ciclismo anualmente graças à Volta ao Alentejo e à Volta ao Algarve e que merece mais visitas do pelotão nacional.