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Rússia só quer plantéis com 6 estrangeiros para aumentar a qualidade da selecção; Sorteio da 2.ª fase da Taça da Liga

É a única solução…
O governo da Rússia quer reduzir para seis o número de futebolistas estrangeiros nos clubes (o Zenit por exemplo neste momento tem 12), como forma de potenciar a progressão dos jogadores russos. A lei, que deverá estar pronta para entrar em vigor no início do próximo ano, tem o objetivo de tornar a seleção russa mais competitiva tendo em vista o Campeonato do Mundo que vai ser organizado no país em 2018. E esta decisão não se restringe ao futebol, Vitaly Mutko, ministro russo do Desporto, anunciou também a intenção de reduzir para 3 o número de estrangeiros nos  clubes de hóquei no gelo, voleibol e basquetebol a três. VM – Uma medida que certamente terá impacto, por um lado vai inflacionar ainda mais o mercado na Rússia, é possível assistirmos a recordes de transferências, não só no que diz respeito aos estrangeiros (vão ser escolhidos a dedo), mas também ao nível dos jogadores nacionais (os mais talentosos vão valer 4 vezes mais). Mas a curiosidade é perceber se outras Ligas, que fruto de estarem na UE estão algo condicionadas, vão tentar introduzir regras que permitam valorizar os jogadores dos seus países. Fernando Gomes garantiu recentemente que a FPF está a estudar em termos regulamentares como pode criar mais espaço para os jovens portugueses.

Última etapa antes da fase de grupos. Resultado do sorteio da 2.ª fase da Taça da Liga:

Oriental – Boavista
Covilhã – Penafiel
Chaves – Rio Ave
União – P.Ferreira
Atlético-Gil Vicente
Académico – Belenenses
Trofense – Moreirense
Tondela – Arouca

0 Comentários

  • Anónimo
    Posted Setembro 3, 2014 at 2:47 pm

    Medida um pouco extrema.

    Atualmente na Rússia penso que as inscrições são livres apenas tendo podendo actuar 7 estrangeiros no 11 inicial.

    Alguém me corrija se estiver enganado

    Luis Freitas

    • Gustavo Gomes
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:15 pm

      É uma medida populista e errada no meu ponto de vista porque a qualidade nunca deve ser proibida. Sem os estrangeiros o nível da liga russa vai descer e com isso o nível dos jogadores russos também.

      A Liga Russa tem neste momento 44% de estrangeiros.

      A Liga Portuguesa tem 56% de estrangeiros, ou seja está muito pior. Não acho que se deva limitar o uso de estrangeiros em Portugal mas sim potenciar os formados no clube.

      Não sou a favor que grandes jogadores que elevam a qualidade da liga como Gaitáns, Jacksons e Enzos terem que ir embora por causa de leis limitadores.
      Sou totalmente contra os Cortez, Piris, Casemiros, Jaras do nosso futebol que mesmo não tendo qualidade, vêm tapar o lugar aos jogadores que deviam ser da formação.

      Formar melhor sim, comprar estrangeiros a rodo só por capricho NÃO.

    • zecarlosfan_1
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:50 pm

      completamente de acordo gustavo. Até porque os nossos para serem melhores tem que competir ao mais alto nivel possivel. Acho que essa medida poderia resultar em mais jogadores mas em menor qualidade média. O que deve mudar é a aposta. começar a apostar mais em jogadores da formação nos planteis. mas os jovens jogadores tambem tem de trabalhar para lá chegar porque a adversidade desperta em nós capacidades que em circunstâncias favoráveis teriam ficado adormecidas.

    • Dr. Bayard
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:55 pm

      Fantástico!!!! Quase sem se notar, conseguiu colocar Casemiro com Cortez, Piri e Jara! Subtil, quando o jogador do FCP vale mais que esses três juntos. Na minha humilde opinião, claro.
      Saudações desportivas!

    • Anónimo
      Posted Setembro 3, 2014 at 4:05 pm

      Dizer que o Casemiro não tem qualidade é no mínimo ridículo ou de quem não conhece o jogador. Casemiro num duplo pivot e em forma tem potencial para ser uma espécie de Xabi Alonso. Tem óptima qualidade de passe e até melhor drible que Xabi. Mas tem de ganhar sentido posicional e pulmão acima de tudo! Por forma a realizar melhor as dobras! Com tempo veremos quem tem razão (:
      Eduardo Fangueiro

    • João Martins
      Posted Setembro 3, 2014 at 6:46 pm

      Absolutamente ridiculo falar em Casemiro
      Um jogador muito importante e vai ser uma das figuras da epocas. Mas enfim , ve-se bem quem sabe realmente ver a importancia de um jogador , ou basear a sua oopiniao no que le ou ve a espacos

  • PORTOCAMPEÃO
    Posted Setembro 3, 2014 at 2:48 pm

    6 estrangeiros como limite seria uma boa medida para o campeonato português. Mas em vez de ser no plantel, era no 11 que vai a jogo. Muito mais simples e igualmente com resultados imediatos.

    • Anónimo
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:10 pm

      Resutados imediatos so se fossem negativos! o seu clube principalmente (e o meu benfica tambem) nem têm quase nenhum portugues no plantel, no caso do porto nem sei como serao as inscriçoes na champions. Nao concordo que um treinador deva ser obrigado a meter um jogador em campo pela sua nacionalidade, mas sim pela sua qualidade, e quando nao há, nada a fazer. Hoje temos a 4ª melhor liga no ranking e nao é graças a jogadores portugueses na maioria mas sim sul americanos, espanhois, entre outros. Temos sim grandes treinadores, e observadores para irem buscar estes jogadores. Mudar para pior nao é bem vindo.
      Luis Gomes

    • André Santos
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:19 pm

      Sou contra as leis que limitam x jogadores estrangeiros por equipa. Isso não beneficia ninguém.

      O que se devia fazer em Portugal era a ter no mínimo 6 jogadores formados no clube por plantel (para as competições europeias são precisos apenas 4. Obrigaria os clubes a potenciarem melhor as suas formações e a dar mais oportunidades na equipa principal. Quem formasse melhor, teria uma clara vantagem.

      Agora haver limitações de estrangeiros nas equipas, penso que só mesmo em países como a Turquia é que isso acontece e a selecção da Turquia não é assim tão forte por causa dessas regras…

      Medida um tanto fascista.

    • Luís bcn
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:24 pm

      Ilegal…é sempre a mesma estória. A unica coisa que podemos fazer é restringir o numero de estrangeiros fora da ue. em relaçao ao Brasil (o maior fornecedor), Portugal também tem alguns acordos por isso nao sei até que ponto isso pode ser violado.

    • Kafka I
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:35 pm

      Exactamente Luís bcn

  • Tiago
    Posted Setembro 3, 2014 at 2:48 pm

    Concordo plenamente! o mesmo deveria ser feito ca em portugal!

    • Kafka I
      Posted Setembro 3, 2014 at 2:59 pm

      Devia? e Portugal deixava de pertencer à União Europeia e mandava o tratado de Schengen às "malvas"?

      Se tiveres a falar de Extra-Comunitários, é possivel o que dizes, se estás a englobar todos os estrangeiros, o que dizes não faz sentido e é impossível de executar dentro da União Europeia

    • Gauss
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:15 pm

      Kafka I
      Sabes que a que para os clubes participarem na liga portuguesa de futebol têm de cumprir os requesitos da liga e nao do parlamento certo?

    • Kafka I
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:48 pm

      Gauss,

      Sabes que as leis Civis estão acima das leis do futebol certo? sabes que o Futebol não pode implementar leis que vão contra as leis civis certo? sabes que o Futebol não pode ir contra as leis da União Europeia certo?

      Sabes que o Futebol é uma actividade como outra qualquer, e se o Estado Português assinou acordos onde se compromete a ter livre de circulação de pessoas e bens dentro do seu território, TODAS as empresas em Portugal terão de se regir por esses acordos assinados pelo Estado Português…penso que saibas isto, certo?

    • Bruno Fonseca
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:53 pm

      Gauss, esses tratados como o Schengen são para ser cumpridos, seja qual for a profissão.

    • Tomás W
      Posted Setembro 3, 2014 at 4:00 pm

      Gauss
      Sabes que para organizar campeonatos em Portugal a Liga tem que cumprir as Leis do pais certo?

    • Aybara
      Posted Setembro 3, 2014 at 4:02 pm

      A liga não está acima da lei do trabalho ou da lei no geral.

    • Anónimo
      Posted Setembro 3, 2014 at 4:04 pm

      Gauss,
      E qualquer regulamento (incluindo os da Liga) tem que cumprir estritamente o que a lei parlamentar determinar. Tendo Portugal subscrito o Tratado da UE e tendo este, e o direito comunitário, valor supraestadual, não pode ser um regulamentozito da Liga a ultrapassar aquilo que as leis estatuem.

      A nível de extras comunitários há margem para agir (com respeito a convenções que eventualmente existam com outros países como os da CPLP e outros parceiros estratégicos) mas nunca estabelecendo discriminações entre portugueses e outras nacionalidades da UE.

      André Pinto

    • Patterson
      Posted Setembro 3, 2014 at 4:54 pm

      Têm razão, mas a ver o problema de forma errada. Não se pode limitar a entrada e número de estrangeiros, certo, mas podes estipular que por jogo, em cada equipa, têm que entrar um mínimo de 3 ou 4 portugueses.
      Os planteis iriam ser criados tendo isto como base, e não havendo limite de estrangeiros, podiam continuar a vir os assíduos contentores de estrangeiros, já que é desejo de muitos…o nível nas competições europeias continuaria igual, já que não há obrigatoriedade de jogar com portugueses, apenas a sua inscrição. O nível na nossa liga ia diminuir, mas a competitividade iria aumentar, fomentar o mercado interno, dando condições à nossa selecção para ter mais alternativas.

    • Gauss
      Posted Setembro 3, 2014 at 10:50 pm

      Na taça da liga não há um regulamento que obriga a ter jogadores nacionais ou formados localmente?

    • Kafka I
      Posted Setembro 3, 2014 at 11:50 pm

      Gauss,

      Uma coisa é obrigatoriedade de ter jogadores nacionais, que é discriminatório para os restantes cidadãos comunitários, e como tal impossível de implementar, outra completamente diferente são os jogadores formados localmente, que em momento algum descrimina qualquer cidadão comunitário.

      No caso da Taça da Liga, a mesma tem como regra a obrigatoriedade de jogadores formados localmente, o Arouca (a título de exemplo) pode na mesma entrar em campo com 11 Suecos, apenas o que tem de acontecer é que 2 ou 3 desses Suecos têm de ser formados em Portugal, ou seja, em momento algum a Taça da Liga obriga a que se tenha de jogar com Portugueses…

    • Gauss
      Posted Setembro 4, 2014 at 8:02 am

      Mas é discriminatório na mesma, um cidadão espanhol tem o mesmo direito independentemente de ter sido formado em frança espanha ou portugal certo?
      Na lista de inscrição para a liga dos campeões, não tem de existir um número mínimo de atletas do país?
      Essa da união europeia e espaço shengen é uma questão que pode ser contornada…

  • francisco
    Posted Setembro 3, 2014 at 2:54 pm

    excelente medida! Será o principio do fim desses petro-clubes russos que destruíram a carreira de grandes jogadores que só vêm $$$ à frente tipo Hulk, Danny, Witsel, Dzudzak, Garay fazendo-os jogar num campeonato completamente periférico….

    Já quanto à medida em si, não estou a ver a qualidade da seleção a aumentar por aí além. A russia já é o país com mais restrições contra estrangeiros e ainda assim a seleção é o que se vê.

    • Hugo
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:00 pm

      Coitados desses jogadores… Devem ter uma vida terrivel. Esses campeonatos tem tanto direito a ter grandes jogadores como os outros

    • Rúben Cardoso
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:04 pm

      Destruíram carreira de grandes jogadores? Mas alguém os obrigou a alguma coisa?

    • JF
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:06 pm

      Ninguem obrigou os jogadores a irem para lá. Irem para o campeonato russo foi uma escolha deles, que mostra que dao mais prioridade à estabilidade financeira do que a uma carreira desportiva

    • francisco
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:07 pm

      A diferença é como conseguem os jogadores. Não a partir do sucesso desportivo mas sim dos $$$ e isso faz-me confusão porque desvirtua completamente o jogo

    • Anónimo
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:30 pm

      Claro porque ter uma vida como os desgraçados do Hulk, Witsel,Danny…
      é preferível ser sem-abrigo
      Pedro

    • Rúben Cardoso
      Posted Setembro 3, 2014 at 4:05 pm

      Mas isso é opção dos jogadores, que culpa tem o clube?

  • Rúben Cardoso
    Posted Setembro 3, 2014 at 2:55 pm

    A qualidade do campeonato vai baixar drasticamente, é certo. Veremos é se com isso a qualidade da selecção realmente sobre.

    Será uma boa oportunidade para Hulk, Witsel, entre outros, saírem para campeonatos com outra projecção.

  • Anónimo
    Posted Setembro 3, 2014 at 2:57 pm

    Debandada. A Rússia e a Ucrânia serão 2 filões de qualidade no próximo mercado (Shaktar e Zenit).

    Ass: Carlos Mendes

    • Alexis
      Posted Setembro 3, 2014 at 4:45 pm

      Shaktar, Dinamo Kiev, Dnipro, Metalist + Zenit,CSKA, Lokomotiv e Dinamo Moscovo… todos eles com jogadores para "vender" a maior parte dos clubes na Europa..

  • Kafka I
    Posted Setembro 3, 2014 at 2:57 pm

    Este tipo de noticias é um pouco "perigosa" e é importante que seja enquadrada dentro da realidade e contexto de cada País, portanto a todos aqueles que neste Post vão dizer que este é o caminho e Portugal devia fazer o mesmo, eu relembro que a Rússia não tem nenhum acordo assinado com ninguém de livre criculação de pessoas e bens e não pertence à União Europeia, logo é de forma literal um Estado Independente e que pode por as regras que bem quiser e lhe apetecer.

    Já Portugal tem de cumprir os acordos assinados e uma vez que está inserido dentro da União Europeia não pode limitar em momento algum a utilização de jogador Comunitários, pelo que dentro da União Europeia, há não se pode simplesmente falar em estrangeiros, porque um Espanhol ou Grego ou Sueco são Estrangeiros, mas são ao mesmo tempo Comunitários e como tal têm tanto direito a jogar nas equipas Portuguesas, como os clubes Portugueses, portanto o máximo que Portugal poderá fazer nesta situação seria proibir a utilização de jogadores Extra-Comunitários.

    Mas é importante que percebam que há uma grande diferença entre Estrangeiro e Extra-Comunitário…

    • Sr.Verdades
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:12 pm

      Pegava-se na questão ao contrário, nº de Portugueses no onze inicial fixado para x por jornada.

    • Rui Sancho
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:26 pm

      Está certo, mas existem outros incentivos que podem ser feitos. Para além do mais é tudo uma questão de interpretação: regras que exijam a participação de jogadores portugueses não são necessariamente limitadoras da liberdade de trabalhar noutros países por parte dos jogadores estrangeiros. Não te esqueças também que na taça da Liga já existem esse tipo de exigencias

    • Vitor Machado
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:28 pm

      Kafka tens toda a razão no que dizes, mas se em vez de limitar o número de estrangeiros sejam eles comunitários ou não, obrigassem os clubes a entrar em campo com pelo menos 6 portugueses, não deixávamos de cumprir com os nossos acordos mas obrigaria os clubes a terem pelo menos 12 jogadores nacionais nos seus planteis! O campeonato português poderia perder com isso mas a selecção iria ganhar certamente porque os clubes seriam obrigados a apostar na prata da casa, um jogador só evolui se estiver a jogar e se for ao mais alto nível tanto melhor!!!

    • João Gonçalves
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:30 pm

      Tem razão o Kafka.. Podes restringir o limite de extra comunitários e podes obrigar um clube a jogar só com jogadores formados no clube (que até podem ser todos estrangeiros) mas não podes obrigar a escolher um português vs um espanhol por exemplo! Isso está acima do futebol.. Já agora os brasileiros têm algum estatuto especial em Portugal?

    • Kafka I
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:32 pm

      Rui Sancho,

      A Taça da Liga não tem restrições de estrangeiros, isso é uma falácia, o que a Taça da Liga obriga é a determinado número de jogadores formados localmente, mas lá esta, jogadores formados localmente até podem ser todos chineses, só têm é de ser formados em Portugal, e como tal não está a proibir a utilização de jogadores comunitários, como tal não vai contra as regras da União Europeia e Tratado de Schengen

      É sem dúvida uma forma de "contornar" a regra, mas lá está, um jogador formado localmente não significa de forma directa que seja Português, como é o caso por exemplo do Oblak, que é um jogador formado localmente mas é estrangeiro (Comunitário)

    • Pedro Fernandes
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:34 pm

      Percebo o teu ponto de vista Kafka, mas o que é certo é que se a FPF estipula-se que todas as equipas eram obrigadas a ter x jogadores portugueses no plantel e x no onze inicial, não interferia com nenhuma dessas leis e forçava os clubes a apostar no jogador português sem que proibisse a entrada de estrangeiros ou extra-comunitários, ou seja, deixaria de haver contentores de contratações e deixaria de haver aposta em jogadores de qualidade duvidosa que custam bem mais que jogadores do campeonato português!

    • Diogo23
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:37 pm

      Concordo plenamente, pelo que será muito mais simples a Portugal criar medidas de limitação a Extra-Comunitários. No entanto, iria ter um efeito pesado em Portugal, pois esses jogadores são o maior alvo das equipas nacionais dado serem mais "baratos" que o jogar europeu.

      No meu ponto de vista, faria mais sentido estabelecer regras positivas a favor dos portugueses e não restritivas em relação aos estrangeiros.

      Por exemplo, dos 27 jogadores inscritos, 12 tem de ser portugueses e cada equipa da 1ª liga tem de ter 5 jogadores no 11 para as competições nacionais. as equipas da 2ª liga têm de ter 7 (identico para equipas jovens e ligas inferiores).

      O restante plantel pode ser formados com jogadores de qualquer nacionalidade. Assim estaríamos a estabelecer regras positivas em favor do jogador nacional, e iria obrigatoriamente aumentar o numero de portugueses de qualidade a aparecer, muitos jovens com potencial iriam ter possibilidade de aparecer ao mais alto nível nacional.

    • Renato
      Posted Setembro 3, 2014 at 4:03 pm

      isso estará para acabar. a Suiça já deu os primeiros passos. não faltam aí exemplos de outros que queiram seguir-lhes as pegadas

    • ze
      Posted Setembro 3, 2014 at 4:05 pm

      Na minha óptica deveríamos restringir os extra-comunitários.

      Mas por outro lado, e invertendo esta situação em vez de olhar-mos para os estrangeiros ou extra-comunitários porque não olhamos para os portugueses?! Uma norma de um plantel de 25 a 30 jogadores, 20 deles terão de ser portugueses.

      Bom comentário Kafka I.

      SL

  • Marco
    Posted Setembro 3, 2014 at 2:57 pm

    Proteccionismo exagerado. Vai fazer com que as equipas russas percam competitividade logo não será bom para os jogares russos que se verão numa liga pouco competitiva e a não estar à altura dos desafios europeus. Salvaguardar os interesses do país sim, mas nunca fechar-se desta forma ao mundo. (curiosa esta politica aparecer agora, no mesmo período em que a Rússia se fecha ao mundo em muitos outros aspectos, será apenas futebol?)

    • João Dias
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:33 pm

      O mais importante são as seleções.

      Elas tem a capacidade de mover paixões que os clubes nunca conseguiram. Porquê? Porque as mesmas têm a capacidade de atrair pessoas que fora disso não ligam ao futebol…

    • Anónimo
      Posted Setembro 3, 2014 at 8:17 pm

      Discordo totalmente. Apesar de as seleções poderem mover mais gente (mesmo essa gente pouco liga ou liga apenas nas fases finais, de resto pouco lhes interessa se a seleção ganha ou não), ou pelo menos que tem capacidade de aglomerar mais as pessoas, o que realmente apaixona são os clubes, é trabalhar o futebol no dia a dia, semana a semana, durante toda a época. Não são meia dúzia de jogos da seleção por ano que vai fazer mover as pessoas.

      E, para mim, como provavelmente para a maioria das pessoas (mesmo que por vezes não admitam), os clubes são mais importantes. Tanto pelo que geram em seu torno, como, por outro lado, por questões laborais, uma vez que são eles a entidade empregadora e que pagam no final do mês. Geram sem duvida mais paixão e emoção, não têm é obviamente a capacidade de aglomerar o povo por razões óbvias, pois existem imensos clube em cada país.

      JD

  • Luís Suarez
    Posted Setembro 3, 2014 at 3:00 pm

    Sim cá em Portugal era um bom caso de estudo ia aumentar a qualidade da nossa selecção , mas nunca no imediato, só no futuro que é um bocado impossível, quem eu acho que ia adorar essa medida era o João Dias.

  • Anónimo
    Posted Setembro 3, 2014 at 3:02 pm

    As pessoas abordam este tema com uma leviandade curiosa…
    Se as coisas não estão feitas, nem sempre é por falta de competência dos agentes politicos/desportivos nacionais.
    Percebam que Portugal está na UE. e o "freedom of movement" " e o freedom of workers" é para ser respeitado e cumprido. E perceba.se que para isso não basta entrar toda a gente livremente. É preciso não serem postos entraves à circulação. E a redução de estrangeiros atraves de imposição de quotas é uma medida, que pelo menos quanto a mim, constitui um entrave. É neste momento essa a grande questão e não outra na FPF…

    É sintomatico dos portugueses, infelizmente. Mas é sempre bom conhecer o assunto antes de o conversar.
    Obrigado VM pela referencia acertada à UE, espero que o pessoal perceba

    __
    gunner

    • Kafka I
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:09 pm

      Não podia estar mais de acordo contigo…não consigo entender como muitos users simplesmente dizem "Portugal devia fazer igual"

      Dizer uma coisa destas é tratar tudo isto com uma ligeireza aberrante e é esquecer/ignorar todos os acordos existentes no Espaço Schengen e dentro da União Europeia

    • Emanuel Silva
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:20 pm

      Mas podiam ser postas restrições em relação aos mercados extra-comunitários como existe em Espanha e França se não me engano, que é daí que vem o maior problema para os jovens portugueses se conseguirem afirmar, e se colocassem por exemplo

      Epoca 2015/2016- 10 extracomunitários máximos no plantel
      Epoca 2016/2017 – 8 extra…

      Até um valor q se achasse aceitável, isto principalmente nas duas ligas profissionais. Até porque as equipas portugueses poucos jogadores vão buscar a espanha, frança e por aí além. Este ano o Porto tomou uma politica diferente, contratando 6 ou 7 espanhois mas mesmo assim foram buscar mais sul-americanos e mesmo o brahimi.

    • Pedro Salgueiro
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:21 pm

      Referência importante. Se não se pode obrigar, que tal contornar essa questão com incentivos? Por exemplo a Liga premiar em dinheiro os clubes que mais portugueses utilizam? Se 1/2/3 milhões de euros para os grandes não era grande incentivo, e que tal premiar com pontos extra? Era radical, talvez contra regulamentos e inédita mas de certeza que o impacto era brutal.

    • joão nogueira
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:54 pm

      "Premiar com pontos extra" – talvez uma das ideias mais idiotas que vi por aqui.

    • Pedro Salgueiro
      Posted Setembro 3, 2014 at 4:38 pm

      João, por vezes são as ideias que hoje parecem idiotas que revolucionam o mundo (estou a generalizar), Se calhar premiar países com uma ida à Liga Europa por Fair Play também era uma ideia idiota para ti há uns anos atrás..

    • Anónimo
      Posted Setembro 3, 2014 at 6:39 pm

      Emanuel Silva, não vejo como o que disse possa relevar na discussão. Fala em extra-comunitários, quando eu nunca falei nesse tema. Vê isso como uma soluçao? Entao digo.lhe que a maioria dos extra-comunitarios das nossas ligas sao de Africa e do Brasil, e Portugal tem acordos que tem de respeitar com esses países. A sua referência não faz sentido.

      Pedro Salgueiro, lamento, mas mesmo essas medidas poderiam constituir um entrave. Mesmo nessas medidas se vêem muitos problemas, para la dos regulamentares. Nem sempre as coisas dão para contornar… Nem sempre quem decide é um incompetente…

      __
      gunner

    • Emanuel Silva
      Posted Setembro 4, 2014 at 2:01 am

      gunner, voçê falou exatamente do facto de Portugal estar na UE, e na UE claro que existe livre circulação, mas penso que esse não seja de facto o maior problema na aposta dos portugueses no futebol português, pois como disse maior parte dos extra-comunitários vêm do brasil e áfrica, portanto se houvesse um limite de extracomunitários, visto que os clubes portugueses não são propriamente ricos dificilmente conseguiriam ir buscar jogadores europeus pois costumam ser inflacionados, logo poderia-se apostar mais nos portugueses.

  • JF
    Posted Setembro 3, 2014 at 3:08 pm

    Eu diria que vai influenciar por baixo tambem, pois alguns clubes vão ter de vender estrangeiros obrigatoriamente, o que pode fazer com que saiam por preços mais baixos do que foram contratados

  • Anónimo
    Posted Setembro 3, 2014 at 3:18 pm

    Aqui no Brasil só se pode 5 estrangeiros e nossa seleção está um lixo, na Alemanha e Espanha não tem limites e olhem como eles estão…
    A solução é acreditar na base e trabalhar bem ela, essa coisa de limitar as pessoas de trabalharem é um crime.

    Natan Fox

  • João Gonçalves
    Posted Setembro 3, 2014 at 3:20 pm

    Não entendo uma coisa.. Os 10 primeiros da época passada já estão na fase de grupos (costumavam ser os 8 primeiros mas com a extensão para 18 equipas passaram a ser os 10) e dessa ronda vão sair mais 8.. Vamos ter 18 equipas na fase de grupos? Ou seja dois dos grupos vão ter mais equipas que os outros? Será que os responsáveis da liga se esqueceram desta taça quando aumentaram o nº de equipas no campeonato?

  • João Dias
    Posted Setembro 3, 2014 at 3:22 pm

    Excelente medida. Subscrevo na íntegra.

    E não me venham com a treta da Rússia não ser da UE que isso é uma falsa questão.

    É verdade que há leis de livre circulação de pessoas e de serviços que é obrigatório salvaguardar.

    Mas ninguem impede nenhuma Feração do mundo, seja em Portugal, seja no Turquemenistão de implementar medidas que protejam o produto nacional.

    A título de exemplo:

    " Medida no sentido de proibir as equipas de usarem mais que x jogadores estrangeiros "- PROIBIDO
    " Medida que define que uma equipa tem que ter um mínimo de jogadores nacionais " – PERMITIDO

    E depois temos uam Federação xoninhas… Nem tem a menor capacidade de contonrar regulamentos… Todas a fazem…

    Há inúmera medidas que se podiam tomar no sentido de proteger o jogaodor tuga sem que se desrespeite qualquer lei de acrevo comunitário… Mas a FPF prefere seguir o caminho da inércia.

    • Rúben Cardoso
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:34 pm

      "Os outros contornam leis? Corruptos! Vamos ser como eles!"

    • Kafka I
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:35 pm

      A medida de minimo de jogadores nacionais também é proibido, porque NINGUÉM em Portugal pode obrigar o Arouca a jogar com jogadores Portugueses…se o Arouca quiser jogar com 11 Gregos ou 11 Suecos, joga e NINGUÉM o pode proibir disso, porque dentro da União Europeia um Grego tem o mesmo direito de trabalhar em Portugal que um Português (e vice versa)…

      Vai primeiro ver as leis, antes de falares de forma ligeira sobre elas

  • Mega Badjeras
    Posted Setembro 3, 2014 at 3:27 pm

    Aí está um país com mentalidade avançada, e não um país com mentalidade retardada e inundado de incompetentes como está Portugal, que até se reflecte no futebol.

  • Daniel Soares
    Posted Setembro 3, 2014 at 3:34 pm

    E para os que tanto defendem que nas equipas (quase) só deviam eram jogar portugueses, estou à espera que quando o Penafiel (que tem, se não estou em erro apenas dois estrangeiros – e emprestados) jogar contra as voças equipas, sejam o Benfica, Porto ou Sporting, torçam pelos portugueses…

  • Pedro Fernandes
    Posted Setembro 3, 2014 at 3:39 pm

    Apoiaria algo semelhante em Portugal, pelas razões que já enunciei mais acima na resposta ao comentário do Kafka.
    Acho que isto passaria a haver uma maior valorização e aposta (como do jogador inglês em terras de Sua Majestade) do jogador português, levando a que, ou se aposte no que se têm nas academias ou que se compre a preço altos aos clubes ditos "mais fracos". Também evitar-se-ia a contratação de montes de estrangeiros de qualidade duvidosa já que esses acabam por ser mais caros do que os que estão na formação, passando a haver aposta em estrangeiros de qualidade assegurada e que fossem reais mais-valias! Com isto, acredito que o nosso campeonato se torna-se bem melhor e bem mais competitivo.

  • Kacal I
    Posted Setembro 3, 2014 at 3:43 pm

    Acho que fazem muito bem, a qualidade do campeonato vai descer consideravelmente, mas a possibilidade de ter uma selecção forte, competitiva e cheia de opções de qualidade e num ponto de maturação competitiva ideal, no futuro, é bastante grande e portanto acho que faz sentido e é a melhor solução.

    Gostava que o mesmo fosse feito em Portugal, mas infelizmente não é possível pela facto de estarmos na União Europeia, mas há outras maneiras de restringir a utilização de estrangeiros, como os extra-comunitários e impor a utilização de 2 ou 3 jogadores portugueses ou da formação no 11 (obrigatoriamente), entre outras, acho que devem fazer qualquer coisa.

    • Kafka I
      Posted Setembro 3, 2014 at 3:53 pm

      Eu entendo a tua ideia, mas são coisas completamente distintas obrigação de jogadores Portugueses ou jogadores da Formação…a forma de se contornar as leis em vigor é mesmo a aplicação da obrigatoriedade de utilização de jogadores formados localmente, mas nunca obrigar a que esse jogador formado localmente seja Português…um bom exemplo disso é o Oblak que não é Português mas contava como formado localmente na Taça da Liga por exemplo

    • Kacal I
      Posted Setembro 3, 2014 at 4:44 pm

      Sim, é verdade que os jogadores formados no clube não têm que ser portugueses, mas os clubes portugueses devem apostar no que é nacional nas formações e contratar menos jovens estrangeiros para os escalões jovens e depois se houver essa regra de 2 ou 3 jogadores formados no clube por jogo (obrigatoriamente), se a maioria dos jovens da formação forem portugueses, há uma grande possibilidade de esses 2 ou 3 jogos, 1 ou 2 serem portugueses, o que já não seria nada mau em 18 clubes de primeira liga, sendo que alguns jogam com muitos portugueses no 11 todas as semanas, mas compreendo o que dizes e é só a minha opinião.

  • Anónimo
    Posted Setembro 3, 2014 at 3:47 pm

    Lendo as vossas opiniões sobre medidas semelhantes que se poderiam ou nao aplicar em Portugal, do meu ponto de vista, salvaguardando a minha ignorancia em termos de legislações, uma medida a adoptar, que penso ser legal, seria incluir um número mínimo de jogadores FORMADOS EM PORTUGAL nos respetivos planteis, bem como definir um limite máximo de jogadores por plantel. Tenho ideia que acontece algo semelhante em Inglaterra, onde todos os planteis devem ter pelo menos 8 jogadores formados em Inglaterra.
    Penso que seria uma medida importante, por exemplo, limitar os planteis a 25 jogadores dos quais 8/10 teriam de ser formados em Portugal. Embora os clubes portugueses não fossem obrigados a colocar elementos portugueses no onze, de forma gradual haveria hipotese de se potenciarem jogadores nacionais sem existir um impedimento de utilização de jogadores estrangeiros (mas sim da sua inscrição que penso serem duas questões legais diferentes)

    Rui Lopes.

    • Carlos Paulo
      Posted Setembro 3, 2014 at 10:05 pm

      Limitar os planteis era bom não só por isso mas tambem porque iria permitir diminuir as despesas em salários, o plantel ia ser melhor pensado e os clubes tinham de arranjar maneira para colocar quem está a mais. Mas de Inglaterra podia chegar outra ideia, o jogador para ser contratado devia cumprir determinados requisitos, do tipo ter feito X numero de jogos no seu clube na epoca passada, é que às vezes até doi ver jogadores que nem um passe sabem fazer a chegar a Portugal pa 1a divisão e tirarem o lugar aos putos tugas que devem ter mais qualidade de certeza.

  • LuisRafaelSCP
    Posted Setembro 3, 2014 at 3:47 pm

    Concordo com estas medidas, mas também não é preciso exagerar, penso que 50% está bom, ou seja num lote de 25 jogadores, penso que um máximo de 12 estrangeiros como limite seria o ideal.
    Assinaria por baixo já se quisessem colocar essa regra em Portugal…

  • Anónimo
    Posted Setembro 3, 2014 at 3:48 pm

    Esclareçam-me uma coisa: não podemos aprovar em Portugal um limite para estrangeiros fora da UE?
    De forma a contornar os da UE, não podemos incluir a obrigatoriedade um nº mínimo de jogadores portugueses nos planteis?

    André

    • Kafka I
      Posted Setembro 3, 2014 at 11:44 pm

      Respondendo às tuas questões

      1 – Sim podemos, fora da União Europeia Portugal pode implementar qualquer regra, ou seja, pode até chegar ao extremo de proibir jogadores extra-comunitários, no entanto há que ter atenção os acordos assinados com o Brasil, Angola e afins (Países da CPLP) e que podem de certa forma condicionar essa questão dos extra-comunitários

      2 – Não podemos, porque a obrigatoriedade de jogadores de determinada nacionalidade (no caso concreto Portugal) seria automaticamente descriminar os restantes cidadãos da União Europeia, e isso jamais poderá ser feito, porque um cidadão Sueco tem exactamente os mesmos direitos de trabalhar (neste caso concreto jogar) em Portugal que um Português (e vice versa)

      A única forma com os tratados em vigor, de se contornar esta situação, é obrigar a um número mínimo de jogadores formados localmente, mas lá esta essa situação em momento algum restringe a utilização de comunitários, apenas diz que eles têm de ser formados num determinado País, mas a título de exemplo, o Arouca pode na mesma continuar a só jogar com gregos (comunitários), apenas têm é de formar esses Gregos localmente, ou seja, em Portugal…

  • Anónimo
    Posted Setembro 3, 2014 at 3:49 pm

    Em Portugal desde que Patrício, A.Lopes, Sílvio, M.Lopes, Maicon, Pepe, R.Vezo, T.Ilori, Neto, P.Oliveira, Coentrão, Antunes, R.Guerreiro, Rafa, William, Podtawski, R.Neves, R.Amorim, J.Moutinho, A.Gomes, J.Mário, B.Fernandes, B.Silva, J.Carlos Teixeira, Bruma, Ronny, Vieirinha, Nani, Rafa Silva, C.Mané, CR7, Éder joguem tudo bem. Podem vir camiões de estrangeiros que varremos 2016 e 2018.

    Ass: Luís Silva

  • Anónimo
    Posted Setembro 3, 2014 at 3:49 pm

    Esta tema é demasiado complexo, para nós decidirmos o que se deve fazer, porque vejo muita gente a pensar só nos clubes grandes e esquecem-se dos restantes clubes profissionais !!
    A medida de limitar os extra-comunitários pode ser bom para os grandes aumentar o numero dos portugueses, mas e para o pequenos clubes ??? Repare-se que para estes são constituídos com quase metade brasileiros ! E porque é que isto acontece ? Porque recebem menos e custam menos !!! Basta ver que alguns jogadores portugueses preferem andar pela romenia, chipre, croacia, etc, porque recebem mais !! Para um clube pequeno, hoje em dia, é muito difícil sobreviver na liga, com essas limitações torna-se impossivel.
    Joel M

  • Bruno Fonseca
    Posted Setembro 3, 2014 at 4:00 pm

    Esta medida parecem-me que vem ao encontro da atual política russa, de se querer fechar do mundo. Creio que ainda vai ser como antigamente no tempo da URSS, em que só jogavam com jogadores do país e nenhum jogador soviético podia saír para uma equipa estrangeira, o caso mais badalado foi Yashin, considerado naquele tempo um dos melhores Gr's e nunca saiu do país, simplesmente porque não podia.

    Portugal infelizmente não pode tomar medidas em relação aos jogadores comunitários mas em relação aos extra-comunitários sim podiam tomar qualquer medida.

  • Anónimo
    Posted Setembro 3, 2014 at 4:03 pm

    em vez de limitar porque não obrigar cada equipa a ter pelo menos um x de jogadores relativamente a cada pais na equipa inicial por exemplo 5 cada equipa portuguesa deveria ser obrigada a jogar pelo menos com 5 jogadores portugueses???? isso da formação e muito relativo pois as formações neste momento ja se encontram com muitos estrangeiros e ate as equipas B já jogam com os restos das As

  • Tomás W
    Posted Setembro 3, 2014 at 4:06 pm

    Boa notícia para o futebol português, um dos nossos concorrentes no ranking UEFA vai perder qualidade.
    Para os que acham que isto e bom para fazer subir a qualidade da selecção pergunto apenas quantos estrangeiros jogam nos campeonatos da China ou da Índia? Se calhar bem menos do que aqueles que jogam na Coreia do Sul ou no Japão. Se compararmos a qualidade das selecções estamos conversados.

    • Alexis
      Posted Setembro 3, 2014 at 5:14 pm

      Ja ha umas semanas defendi que seria uma medida a ser pensada para o nosso campeonato.
      Seria algo do género:
      Obrigatoriedade de ter cerca de 10 portugueses no plantel, e destes 3 têm de ser da formação. Obrigatoriedade de apresentar no minimo 5 portugueses no 11 inicial..

      Sim, as equipas iam perder competitividade na Europa – tal como os clubes holandeses por exemplo – mas as finanças dos nossos clubes melhoravam e muito, a qualidade da nossa selecção a medio prazo aumentava substancialmente, e o campeonato não perdia competitividade (pelas repercussões que o aumento do preço do jogador português, os clubes pequenos iriam aumentar as suas receitas e poderiam encurtar o fosso para os ditos grandes)

      Qualidade não falta nas nossas formações para por em prática – falta é acabar com a falta de humildade dos nosso clubes que preferem enterrar-se em dívidas e favores a agentes e fundos, para conseguir esporádicos bons reaultados na Europa (não faz sentido pedir a um clube portugues que tenha as mesmas armas que um clube alemão, italiano, frances, ingles ou espanhol visto que as receitas destes estão a anos-luz das receitas dos clubes portugueses)

  • MosqueteiroSLB
    Posted Setembro 3, 2014 at 4:30 pm

    a seleçao da russia nao vai aumentar de qualidade, vao continuar a mesma seleçao que mete medo a poucos (infelizmente mede medo a portugal…). para alem disso, as equipas da russia vao ser menos competitivas, e de agora em diante, e so uma questao de tempo ate voltarem ao que eram, aquelas equipas das quais ninguem tinha medo. no zenit, de estrangeiros fica o garay, o javi, o hulk e o witsel e o danny. de resto vai ser uma batalha para o restante lugar.

    ou seja, entre criscito, lombaerts, neto,rodic, tymoschuck e rondon so fica 1. duvido que a equipa fique superior ao que ja esta. agora e sempre a descer.

    nao percebo as pessoas que querem implementar isso ca. o excesso de portugueses nao faz uma equipa mais competitiva, pode sim, tornar o campeonato mais competitivo, pois reduziria a qualidade de algumas equipas. mas, mesmo assim, so iria fazer os 3 grandes comprar os jogadores portugueses que se destacassem para voltar a fragilizar as equipas (uma especie de tactica a bayern). simplesmente, portugal desceria no ranking, e em nada beneficiava o pais nem os clubes.
    alem disso, os clubes ja estao a apostar mais em portugueses. mas, e algo que deve ser feito com calma, e quando os jogadores mostrarem qualidade. e obvio que vai haver altos e baixos, as vezes mais portugueses, outras menos.
    o benfica nos ultimos anos tem vindo a melhorar neste aspecto. nao so esta a formar, dar espaço, como depois conseguiu meter o andre gomes em espanha a jogar ainda mais tempo, tornando-o uma opçao valida para a seleçao. o mesmo com o cavaleiro (os outros 2 e que ja nao foram bem tratados…).
    silvio, eliseu, steven, andre almeida, ruben amorim, pizzi e oliveira. sao os nomes que me vem a cabeça que estao no plantel principal.
    o sporting mantem a base do ano passado. e o porto conseguiu dar oportunidades a um jovem de 17 anos.

    o problema da seleçao nao e os portugueses, e o treinador. o adrien e o fonte que o digam

    um exercicio, fazer um 11 do benfica onde so posso usar 6 estrangeiros (e nao esquecer que assim os suplentes teriam que ser todos portugueses)

    julio cesar
    silvio luisao steven eliseu
    samaris/cristante
    enzo
    salvio gaitan
    nelson guedes/pizzi

    • João Dias
      Posted Setembro 3, 2014 at 5:09 pm

      Estão a apostar mais em portugueses? Eu não vejo nada…

      E quem é o Nelson Guedes? Não te referes ao Gonçalo Guedes?

    • MosqueteiroSLB
      Posted Setembro 3, 2014 at 9:52 pm

      nao ves? temos tido sempre 2 portugueses no 11. nao temos e culpa que o ruben se tenha lesionado.

      nelson ou guedes/pizzi nao e muito dificil de perceber. nos defesas esta igual, mas ai ja nao tiveste duvidas. assim como no salvio e no gaitan.

    • João Dias
      Posted Setembro 3, 2014 at 11:11 pm

      2 portugueses não é nada…

      Isso até o Zenit consegue fazer e é do outro lado do continente.

  • Chilavert
    Posted Setembro 3, 2014 at 4:31 pm

    A medida da Russia que facilmente será imposta visto que a Russia não tem leis a condicionar a aplicação da mesma medida.
    Em Portugal e em todos os paises do Espaço Schengen as coisas não são tão obvias.
    Limitar o numero de extracomunitarios não resolve o problema.Continua a ser possivel ir buscar 11 holandeses ou 11 belgas para jogarem em Portugal.
    Medidas inclusivas (regulamentar um numero minimo de portugueses que tem de jogar) também viola a Lei da livre circulação de pessoas e bens.
    A unica hipotese é os jogadores formados localmente é de facto a unica hipotese legal como o Kafka diz.
    Para termos mais portugueses a competir dependerá de diversas medidas estruturais para mudar o futebol portugues e principalmente mudar a mentalidade instalada( tal como aconteceu na Alemanha)

  • Pedritxo
    Posted Setembro 3, 2014 at 4:58 pm

    A medida da russia e extremista, 4 russos no 11 titular ja e muito bom, mais 3 no banco ja seria bastante bom.
    Em Portugal ,deveria ser equacionado algumas medidas nao dramaticas mas tipo ser obrigatorio ter 2/3 jogadores portugueses no 11.

  • SG Prod
    Posted Setembro 3, 2014 at 5:14 pm

    Campeonatos com limites de estrangeiros: Rússia, Turquia, Arábia Saudita, Inglaterra(agora), (…)! Seleções com expressão inferior a PT.
    Mesmo assim percebo/concordo com as medidas de VM mas acho que outras medidas seriam: apostar na formação(principalmente atribuir o lugar de treinador a TREINADORES pedagogos), regulamentar as transferências e os fundos (sou 100% a favor dos fundos mas desde que regulamentados), criar incentivos fiscais p'ra transferências internas (até o Estado ganhava) e limitar o nº de transferências (ptgues ou nao, aumentaria o critério e a aposta na formação seria mais considerada).

    Já agora, alguém conhece algum artigo sobre o que foi feito na Alemanha?

  • carlosalex36
    Posted Setembro 3, 2014 at 7:31 pm

    Uma pergunta era possível estabelecer um numero de jogadores portugueses por plantel (ex 10) e depois poder limitar o numero de jogadores por plantel (ex 25)
    ou isso iria contra o acordo de schengen?

    • Chilavert
      Posted Setembro 3, 2014 at 8:21 pm

      Sim!O que se pode impor é o numero de jogadores formados localmente ou formados no clube porque não é exclusivo(podem ser varias nacionalidades embora haja a grande probabilidade de serem portugueses).
      A UEFA já tem restrições nesse sentido(25 jogadores podem ser inscritos na liga europa/champions 4 tem de ser formados localmente e outros 4 formados no clube!Se não houver jogadores nestas 2 ultimas condições essas 8 vagas não podem ser preenchidas

  • Flávio Trindade
    Posted Setembro 3, 2014 at 7:47 pm

    Há um nome que revoluciona o futebol. Um belga chamado Bosman, quase sem querer fez do futebol moderno aquilo que ele é hoje. Os clubes evoluiram, os jogadores passaram a ter mais poder, e o conceito de estrangeiro passou a ser mais vago.
    Aconselho os mais novos, e aqueles que acham que esta medida russa é quase fundamentalista, a voltarem 20 anos no tempo e verem qual era o limite de estrangeiros por campeonato…
    Quer se queira quer não, com medidas iguais a esta ou mais light, este será o caminho (a defesa do jogador nacional).

  • Bruno Perneta Correia
    Posted Setembro 3, 2014 at 10:31 pm

    A Rússia resolve apostar num fortalecimento da qualidade da seleção nacional de futebol, e como tal, limitou a inscrição de jogadores estrangeiros por parte dos clubes para haver uma maior aposta no jogador nacional.
    De facto, isto não implica, como muitos velhos do Restelo advogam um êxodo em massa. Significa sim que a esolha será muito mais criteriosa e os estrangeiros serão de qualidade e escolhidos a dedo. E isso acho que é de louvar.

    Esta medida já existia no campeonato árabe. Neste, os Guarda-Redes têm que ser árabes e os clubes só podem inscrever 3 estrangeiros. Alargar para 6 acho mais sensato e permite contratar seis jogadores de qualidade que irão ajudar o jogador nacional a se desenvolver com maior qualidade em vez de aprenderem com brasileiros e africanos de qualidade duvidosa.

    É uma medida de louvar que só pode assustar quem contrata djavans para serem dispensados logo depois ou taliscas que tapam promessas emergentes como bernardo silva. Mas como Portugal pertence à UE, não pode aplicar esta medida tão eficazmente, pois os comunitários não contam como estrangeiros.

    Assim, a solução passaria por uma cota mínima de jogadores nacionais que teriam que ser titulares. Já defendi esta solução no passado aqui no VM e acho que é o caminho a seguir se queremos voltar a ter gerações de Ouro ou Magriços. Nenhuma selecção europeia que se preze e queira ser respeitada pode ter como avançado um jogador com a qualidade de Éder. E infelizmente não há alternativas. E isto passa pela constante procura de brasileiros em vez de apostar nas escolas dos clubes (que é o que fazem no Brasil) e formar cá. A obrigatoriedade de haver 5 Jogadores Portugueses no onze seria um bom começo.

    O português tem muito bom toque de bola e se houver uma aposta séria, não tenho dúvidas que aparecerão e vão justificar a aposta. Já estao na forja 3: Paciencia, Guedes e A.Silva. Se os clubes fossem obrigados a apostar neles iam desenvolver-se muito mais e havendo uma referencia estrangeira de qualidade podiam aprender com esta.

    Sei que é um tema polémico e que joga com 11 estrangeiros deve detestar esta medida. Mas só com imposição da Liga/FPF haverá uma maior aposta nos portugueses e nos escalões base de formação, que será necessário ser adoptado em todos os clubes. Além dos grandes, Braga, Vitória e Marítimo têm trabalhado bem neste aspecto. Tem também que ser estendido a todos os clubes de primeira e segunda Liga. Para bem do futebol Nacional.

  • João
    Posted Setembro 3, 2014 at 11:07 pm

    Não sei se essas medidas são positivas. Para a seleção russa serão com toda a certeza mas também de certeza que os clubes russos vão perder qualidade.
    Eu como adepto vibrou muito mais e gosto muito mais do meu clube do que vibro e sinto a nossa seleção. É natural, o clube joga todos os fins-de-semana, podemos ir ao estádio de 15 em 15 dias. A seleção joga em Junho e Julho e uma ou outra vez no resto do ano. Por isso prefiro ter um clube forte do que uma seleção forte.
    Além disso quando há qualidade ela vem ao de cima (exemplos Rúben Neves, William Carvalho, etc), não acho que essa medidas vão fazer milagres, provavelmente vão apenas potenciar mediocridade.

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