O último jogador do Sporting a marcar de livre direto foi Porro em Dezembro de 2020 e Amorim admite que não encontra justificações. “Deixámos de bater direto porque não tínhamos rendimento. Obviamente que treinamos isso. No treino marcamos bastantes golos, especialmente o Trincão. Não temos feito golos [no jogo], mas é muito isso. Não tenho explicação. Não conseguimos bater na baliza. O senhor Nuno Santos queria sempre bater, e estava sempre a bater as bolas erradas e ninguém lhe dizia que queria outro bater. Há um papel nos livres e podem dividir e sentir a confiança, ao contrário dos penáltis. Obviamente que gostaríamos de marcar golos de livre, mas marcamos doutra maneira”, comentou.
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