Exibição de duas faces dos Leões, com uma 1.ª parte algo fraca do ponto de vista criativo, mas um 2.º tempo onde as entradas de Trincão e Gyökeres deram outro andamento ao ataque leonino e os golos surgiram com naturalidade. O sueco voltou a ser a figura do jogo, terminando uma seca de quase 4 anos do Sporting sem qualquer golo de livre direto, enquanto o português fartou-se de desequilibrar. Hjulmand e Morita foram igualmente importantes, ambos com influência direta no 1-0. Já Edwards ainda se mostrou pouco, ao passo que Harder só conseguiu acrescentar quando teve espaço e voltou a mostrar-se pouco confortável quando passou para extremo. Pior esteve Fresneda, que foi opção a ala esquerdo, mas emperrou muito o jogo, enquanto Maxi Araújo teve igualmente nota negativa, apesar de ter melhorado quando recuou no terreno (falta-lhe técnica para atuar em zonas interiores). Kovacevic (lento a reagir no golo sofrido) também não marcou pontos. Já o Nacional optou por uma postura defensiva e aguentou uma parte, ainda conseguiu reagir ao 2-0, mas no global não fez o suficiente para conseguir discutir o resultado.
Sporting 3-1 Nacional (Hjulmand 53′ e Gyökeres g.p. 65′ e 70′; Macedo 66′)
O Sporting apurou-se para a Final Four da Taça da Liga ao bater o Nacional, em casa, por 3-1. Os Leões alinharam com um onze muito alternativo (nove alterações face ao último jogo) e demoraram para desbloquear o marcador, mas com as entradas de Gyökeres, Trincão e Debast ao intervalo o domínio aumentou e os golos eventualmente chegaram. Hjulmand abriu o marcador, Gyökeres ampliou na conversão de um penálti que o próprio sofreu, mas logo o Nacional reduziu, num remate de Luís Esteves que embateu em Macedo e enganou Kovacevic. No entanto, Gyökeres voltou a tranquilizar Alvalade ao bisar, num livre direto que não deu hipóteses a Lucas França.
XI Sporting: Kovačević; Esgaio, Gonçalo Inácio, Matheus Reis; Fresneda, Hjulmand, Morita, Geny Catamo; Edwards, Maxi Araújo, Harder.
XI Nacional: Lucas França; João Aurélio, Zé Vitor, Ulisses, José Gomes; Matheus Dias, Penha, Luís Esteves; Rúben Macedo, Isaac, Tiago Reis.


9 Comentários
Gil-Galad
Sporting sem Gyo é uma equipa muito mais batível e tem muito mais impacto (suponho) que a saída do Rúben
Neville Longbottom
O Gyokeres precisa mesmo dos penalties ao contrário do Samu.
Matriz31
Realmente aquele livre foi um meio penaltie…
Lúcifer Morningstar
SIUUUUUUU
Foge Quim
Entre Samu e Pavlidis, realmente não sei qual dos dois vale meia bola do Gyokeres.
Neville Longbottom
Devia haver uma manual de instruções aqui no VM.
Matriz31
Só eu gostei do jogo do Fresneda? Apesar de não ser a posição natural dele, muito esforçado, a tentar acelerar o jogo e a ir para cima, talvez se tivesse o Pote, um jogador mais habituado a jogar ali, o Fresneda conseguisse combinar melhor
marquess
também gostei. o miúdo tem potencial. mas não tem tido minutos
seria importante emprestar em Janeiro para rodar até ao final da época
Red Onion
Quando o Gyokeres marcou o golo de livre o Amorim riu muito e deve ter pensado “ora, este disto mesmo que eu precisava para convencer a família Glazer a abrir os cordões à bolsa já em janeiro”. Easy peasy.