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Sporting perde na Bulgária, e mantém a inércia do fraquinho

Levski Sófia 1-0 Sporting (Mladenov 45´)

Com uma exibição muito pobre, a equipa leonina deixou uma imagem muito triste em Sófia e mesmo perante um modesto adversário e sem qualquer tipo de pressão, somou a 2ª derrota consecutiva e voltou a denotar uma tremenda falta de qualidade.

O jogo, praticado em condições adversas, acabou por não ter grande história, tal foi a falta de talento das duas equipas. No entanto, no final da 1ª parte, quando nada o fazia prever, Dembelé fez “gato sapato” de Nuno A. Coelho e ofereceu a Mladenov a oportunidade de marcar o único golo do encontro.

O 2º período acabou por ser quase uma fotocopia da 1ª parte, mas com um Levski mais perigoso em lances de transição rápida. O Sporting mostrou-se sem ideias e apenas por intermédio de Saleiro teve uma verdadeira oportunidade de golo em todo o encontro, que o avançado tratou de desperdiçar. Nota para dois remates com algum perigo de Maniche e Djaló, mas muito pouco, para tanta diferença entre os dois conjuntos. Em suma, uma vitória justa do Levski perante um Sporting muito fraco, que claramente não tem capacidade para muito mais.

Destaques

Sporting – É evidente a todos os amantes de futebol que este plantel leonino é demasiado fraco para um candidato ao título. A falta de qualidade de quase todos os jogadores é tremenda e isso fica provado de jogo para jogo. Contudo, perder perante tão fraco adversário e, depois de um jogo tão pobre, vai além da qualidade (ou falta dela) do plantel.

Nuno A. Coelho – A maneira como foi ultrapassado no único golo da partida é demonstrativo da sua pouca qualidade. A 4ª opção da defesa do Porto a época passada contínua a denotar lacunas incríveis no seu jogo.

Valdés – Pelo 4º jogo seguido uma exibição ausente. O facto de jogar na ala não pode explicar todo este apagão, ainda para mais quando na 2ª parte até jogou no meio.

Torsiglieri – Perante tão fraca exibição do colectivo leonino e, apesar de um erro no último minuto, a verdade é que foi a melhor unidade dos leões em campo. Seguro na defesa e dos poucos a tentar construir jogo.

Maniche – Cumpriu o 20º jogo pelos leões e garantiu assim a renovação automática do seu contrato por mais uma época, a auferir 200 mil euros mensais. No entanto, a sua exibição foi muito pobre.

Djaló – As poucas iniciativas ofensivas dos leões pertenceram ao extremo/avançado. Protagonizou as melhores jogadas do Sporting, mas esteve sempre com pouco apoio.

Evaldo/Abel – Sem técnica para definir os lances ofensivamente. Raro é o passe ou cruzamento que sai com precisão dos laterais leoninos.

A. Santos – Pareceu contagiado pela inércia dos companheiros de equipa e esteve muito pobre de ideias.

Dembelé – O controverso avançado francês (já esteve preso) foi a melhor unidade em campo. Fez quase sempre o que quis de Nuno Coelho e Abel, e acabou por ter decidir o jogo com a sua assistência.

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