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Treinador português em maioria na Liga dos Campeões/Liga Europa

Portugal pode não ter a liga mais competitiva da Europa, os melhores clubes, nem o poder financeiro do centro europeu, Rússia ou Turquia, contudo, na temporada 2012-2013, ninguém tem mais treinadores entre a elite da UEFA! Este ano, das 80 equipas que chegaram à fase de grupos da Liga dos Campeões e Liga Europa, 11 são treinadas por portugueses (quase 14%). FC Porto, Benfica, Sp. Braga, Sporting, Marítimo e Académica apostaram em treinadores nacionais, enquanto Olympiacos (Leonardo Jardim), Real Madrid (José Mourinho), Panathinaikos (Jesualdo Ferreira), Videoton (Paulo Sousa) e Tottenham (André Villas-Boas) seguiram o mesmo caminho. Realmente significativo e sintomático da qualidade actual do “treinador português”. Na Liga dos Campeões, apenas os treinadores italianos levam vantagem (6 contra 5 portugueses), enquanto na Liga Europa, Portugal segue na frente (6 treinadores). 
Top treinadores (nacionalidade – LC/LE):
1º – Portugal – 11 (5+6)
2º – Itália – 9 (6+3)
3º – Holanda – 6 (3+3)
3º – França – 6 (3+3)
5º – Alemanha – 5 (2+3)
6º – Espanha – 4 (2+2)
7º – Inglaterra – 3 (0+3)
7º – Argentina – 3 (1+2)
7º – Roménia – 3 (2+1)
10ºs – Rep. Checa, Suíça, Israel, Bélgica e Suécia – 2 (0+2); Irlanda do Norte e Turquia – 2 (1+1)
17ºs – Sérvia, Bósnia, Eslovénia, Finlândia, Ucrânia, Áustria, Noruega, Turcomenistão, Azerbaijão e Chipre – 1 (0+1); Croácia, Dinamarca, Escócia, Bielorrússia, Chile e Rússia – 1 (1+0)
Os treinadores portugueses não ficam nada a dever aos dos principais países europeus? Quais as razões para o aumento de qualidade dos técnicos nacionais? Qual o top-10 (considerando igualmente os estrangeiros) de treinadores na LC/LE? Com a falta de aposta no jogador nacional, num futuro próximo vão ser os treinadores lusos a nossa principal “bandeira” em termos de futebol internacional?

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