Lance Armstrong menosprezou a vitória de Carlos Sastre no Tour de 2008 num documentário na ESPN. “Se ele ganha, eu também posso vencer”, disse o norte-americano, justificando assim o seu regresso ao ciclismo.
💥🎙 Lance Armstrong en @ESPNDeportes
😳 “Vi que Carlos Sastre ganó el Tour de Francia y pensé… Oh, Dios mío, Carlos Sastre. Si él puede ganar, yo puedo regresar al ciclismo y ganar el Tour”
— COPEdaleando (@Copedaleando) June 2, 2020


4 Comentários
Bruso
Na linha das declarações do Michael Jordan durante os anos de ouro. Este tipo de personalidade precisam de criar desafios para se motivarem e a vitória do Sastre foi claramente um desafio para o Lance. Não me parece que ele se esteja a referir ao uso de doping mas apenas à qualidade do ciclista em questão.
paulopinheiro
Verdade. Neste milénio, Sastre é dos poucos (talvez juntamente com Bernal) vencedores do Tour sobre quem não recaem, até ao momento, suspeitas quanto ao uso de substâncias dopantes. Sartre era um ciclista pouco explosivo, mas capaz de manter ritmos altos em subidas de longa distância. Para além disso, não era um contra-relogista. E Armstrong achou que Sartre era facilmente batível, embora não contasse que Contador voltaria (a Astana não pode participar naquele Tour) e emergissem novos talentos (como Andy Schleck). Caso contrário, Armstrong teria ganho mais um Tour (2009).
PedroLareira
Comparação ofensiva para Jordan. Armstrong era um dopado. Um batoteiro.
Bruso
Típico comentário de quem não segue desporto. Mentaliza-te que naquela altura todos os desportistas dopavam-se. Porque achas que os títulos retirados ao Armstrong nunca foram atribuídos a ninguém?
Achas que o Jordan só bebia água e depois fazia médias superiores a 30min por jogo (80 jogos por ano)? A questão é que o que é doping no ciclismo não o é no basket, futebol etc.
Mas novamente Doping não é conversa para aqui.