Maverick Viñales, um dos principais candidatos ao título de MotoGP, ficou sem travões na sua Yamaha, e decidiu atirar-se para o chão quando seguia a mais de 220 km/h. Esse momento no GP da Estíria acabou por ser decisivo, já que depois da bandeira vermelha Miguel Oliveira teve um grande arranque e acabou por conseguir a primeira vitória na carreira.
Bandeira vermelha em Spielberg! Maverick Viñales cai e a corrida tem que ser interrompida. Miguel Oliveira está no sétimo posto, com Joan Mir a seguir na liderança da classificação. #SomosTodosMiguel pic.twitter.com/nuOmxZQQuH
— sport tv (@sporttvportugal) August 23, 2020


4 Comentários
Rezet34
Era isso ou arder junto com a mota
coach407
Aqui o perigo para a integridade física dos pilotos é reduzida se eles cumprirem os procedimentos de segurança. Este tipo de decisões são treinadas ao pormenor. Faz parte das práticas básicas dos pilotos e aprendem desde pequeninos o que fazer quando ficam sem travões. Se ele se apercebe e atira-se para o chão tentado estabilizar de costas e cabeça ligeiramente levantada. O equipamento faz o resto.
Leonidas
A juntar ao que se passou no último GP, só demonstra o quanto “malucos” estes pilotos são. Para quem já andou numa mota sabe o pânico que seria ficar sem travões a uma velocidade daquelas. O meu muito obrigado a estes “malucos” que nos entretém aos fins de semana.
Richrad
Fico maluco com estes desportos.
Estes equipamentos espectaculares visualizados no motociclismo em contraste com o que acontece no ciclismo.
Um atleta “atira-se” para o chão a mais de 200km/h e caso haja moto, continua corrida;
Um outro atleta “espeta-se” a 70 km/h e corre o sério risco de sentenciar a sua carreira.
Eu sei, desportos completamente diferentes advém para equipamentos e procedimentos completamente diferentes, pela segurança de fato no motociclismo é impensável que no ciclismo se acrescente “peso” para um ciclista ir mais seguro em prol do seu rendimento desportivo mas… custa-me ver estes ciclistas estarem tão desprotegidos ( e houve tempos em que o uso do capacete nem obrigatório era! ).