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Vídeo: Maverick Viñales ficou sem travões e decidiu atirar-se para o chão quando seguia a mais de 220 km/h

Maverick Viñales, um dos principais candidatos ao título de MotoGP, ficou sem travões na sua Yamaha, e decidiu atirar-se para o chão quando seguia a mais de 220 km/h. Esse momento no GP da Estíria acabou por ser decisivo, já que depois da bandeira vermelha Miguel Oliveira teve um grande arranque e acabou por conseguir a primeira vitória na carreira.

4 Comentários

  • Rezet34
    Posted Agosto 23, 2020 at 2:55 pm

    Era isso ou arder junto com a mota

  • coach407
    Posted Agosto 23, 2020 at 3:47 pm

    Aqui o perigo para a integridade física dos pilotos é reduzida se eles cumprirem os procedimentos de segurança. Este tipo de decisões são treinadas ao pormenor. Faz parte das práticas básicas dos pilotos e aprendem desde pequeninos o que fazer quando ficam sem travões. Se ele se apercebe e atira-se para o chão tentado estabilizar de costas e cabeça ligeiramente levantada. O equipamento faz o resto.

  • Leonidas
    Posted Agosto 23, 2020 at 5:47 pm

    A juntar ao que se passou no último GP, só demonstra o quanto “malucos” estes pilotos são. Para quem já andou numa mota sabe o pânico que seria ficar sem travões a uma velocidade daquelas. O meu muito obrigado a estes “malucos” que nos entretém aos fins de semana.

  • Richrad
    Posted Agosto 23, 2020 at 6:54 pm

    Fico maluco com estes desportos.
    Estes equipamentos espectaculares visualizados no motociclismo em contraste com o que acontece no ciclismo.
    Um atleta “atira-se” para o chão a mais de 200km/h e caso haja moto, continua corrida;
    Um outro atleta “espeta-se” a 70 km/h e corre o sério risco de sentenciar a sua carreira.
    Eu sei, desportos completamente diferentes advém para equipamentos e procedimentos completamente diferentes, pela segurança de fato no motociclismo é impensável que no ciclismo se acrescente “peso” para um ciclista ir mais seguro em prol do seu rendimento desportivo mas… custa-me ver estes ciclistas estarem tão desprotegidos ( e houve tempos em que o uso do capacete nem obrigatório era! ).

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