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Vídeo: Novas imagens captadas a bordo do avião que transportava a equipa da Chapecoense

Novas imagens captadas a bordo do avião que transportava a equipa de futebol da Chapecoense foram esta quinta-feira divulgadas. As autoridades confirmam que o aparelho não tinha combustível no momento da tragédia e que deram conhecimento à companhia aérea antes da descolagem. Fonte: SIC Notícias

8 Comentários

  • Kafka
    Posted Dezembro 2, 2016 at 12:38 am

    Como desconheço a legislação da aviação internacional a questão é:

    – Há legislação que dê poder às autoridades dos aeroportos para proibirem o voo se acharem que Avião não tem autonomia suficiente para chegar ao local pretendido?

    – Ou a decisão final será sempre da companhia aérea e do Piloto e os Aeroportos não têm poder para proibir o voo?

    • José Pedro Rocha
      Posted Dezembro 2, 2016 at 1:15 am

      Num outro post, disseram que uma funcionária que tinha conhecimento da situação e autoridade para impedir o voo, apenas deu um aviso, mas permitiu o voo.

      • José Lopes
        Posted Dezembro 2, 2016 at 12:17 pm

        Essa noticia, refere que ela tentou que o avião não descolasse, mas que não tinha autoridade para tal.

        • José Pedro Rocha
          Posted Dezembro 2, 2016 at 2:29 pm

          Não, amigo. O que lá diz é que ela tinha autoridade, mas não o fez, e por isso foi despedida.

    • GroovyTony
      Posted Dezembro 2, 2016 at 3:15 am

      Pelo que acompanhei por aqui, a empresa aérea entrega um plano de voo no aeroporto de onde vai sair onde entre outras coisas vem especificado os locais de partida e de chegada, a duração do voo e a capacidade da aeronave. Uma pessoa do aeroporto avalia o plano de voo e se houver alguma irregularidade, acho que poder vedar o voo. Neste caso havia a duração do voo que era muito em cima da capacidade da aeronave e no plano de voo não indicava um possível aeroporto secundário para casos de emergência. A mulher que carimbou o plano poderia ter comunicado para os superiores que havia irregularidades. O representante da companhia aérea insistiu que estava tudo bem e a mulher deixou passar porque o homem não queria ceder.

  • Kacal
    Posted Dezembro 2, 2016 at 2:39 am

    Cada vez que o assunto é mais aprofundado e mais dados descobertos mais revoltante se torna. Ridiculo!

  • Daniel Alves
    Posted Dezembro 2, 2016 at 5:35 am

    Estas informações que surgem depois das tragédias que dão a entender que alguém ou alguma coisa poderia ter evitado tudo, só faz o acidente ser ainda pior

  • FNSP
    Posted Dezembro 2, 2016 at 10:58 pm

    Antes do avião levantar voo é feito uma “load sheet”, que é nada mais nada menos que uma porção de cálculos como número de passageiros total, números de adultos a bordo, número de crianças e número de infants (menos de 2 anos de idade), estes valores são depois descriminados em zona 1, 2 e 3, ou seja, zona dianteira, intermédia e traseira do avião. É ainda tido em conta as bagagens de cabine e de porão e a localização das mesmas, porão 1, 2 ou 3 no caso do avião possuir tal porão. Todas estas variáveis cruzadas com a distancia do aeroporto de partida/chegada, vai dar ao responsável pela loadsheet a quantidade de combustível que o avião precisa para fazer o trajecto previsto, sendo que o avião é obrigado a ter uma “reserva” para a eventualidade de ao chegar ao destino, ter de aguardar que outros aviões aterrem antes do mesmo. Essa loadsheet, depois de feita, é passada ao comandante, que só levanta voo depois de aprovar os cálculos. Para ter levantado voo, mesmo sem a tal reserva de combustível, o comandante sabia onde se estava a meter. Segundo tem vindo a publico, o mesmo era detentor de parte da empresa, pelo que podemos entender que esta manobra era uma tentativa de poupar alguns dólares à companhia, pois bem, por uns dólares, mais de 70 pessoas perderam a vida e milhares de pessoas foram afectadas directa ou indirectamente.

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