Em relação aos treinadores portugueses no geral, concordo com o Rúben. Nada a acrescentar.
Já sobre o Roger Schmidt no Benfica, é óbvio que é um risco muito grande para o Benfica trazer um técnico estrangeiro para um campeonato como o nosso, que tem muitas “particularidades”. Um treinador português quando assume o lugar nos dos grandes, ou mesmo nos pequenos, já sabe o que vai encontrar no Tugão. Já é um técnico estrangeiro não faz a menor ideia daquilo que vai encontrar.
Saudações Leoninas
Antonio Clismo
Posted
Abril 8, 2022 at
9:08 pm
Roger Schmidt vai sair de uma Liga que joga muito futebol para uma das ligas europeias que menos futebol se joga, que é a Liga Portuguesa.
Na Liga portuguesa há muitos ”inventores”, vão buscar táticas ao andebol (para ataque posicional), futsal (para reação à perda de bola), basketball (para os bloqueios nas bolas paradas), rugby (faltas e faltinhas para ganhar metros de terreno), ténis (paragens para quebrar a moral ou a superioridade emocional temporária do adversário), e por aí fora.
Se vier, pelo menos que traga novas ideias. Só pode haver evolução com novas ideias e com novos métodos, uns resultam outros falham, mas é assim que se anda para a frente.
2 Comentários
Estigarribia
Em relação aos treinadores portugueses no geral, concordo com o Rúben. Nada a acrescentar.
Já sobre o Roger Schmidt no Benfica, é óbvio que é um risco muito grande para o Benfica trazer um técnico estrangeiro para um campeonato como o nosso, que tem muitas “particularidades”. Um treinador português quando assume o lugar nos dos grandes, ou mesmo nos pequenos, já sabe o que vai encontrar no Tugão. Já é um técnico estrangeiro não faz a menor ideia daquilo que vai encontrar.
Saudações Leoninas
Antonio Clismo
Roger Schmidt vai sair de uma Liga que joga muito futebol para uma das ligas europeias que menos futebol se joga, que é a Liga Portuguesa.
Na Liga portuguesa há muitos ”inventores”, vão buscar táticas ao andebol (para ataque posicional), futsal (para reação à perda de bola), basketball (para os bloqueios nas bolas paradas), rugby (faltas e faltinhas para ganhar metros de terreno), ténis (paragens para quebrar a moral ou a superioridade emocional temporária do adversário), e por aí fora.
Se vier, pelo menos que traga novas ideias. Só pode haver evolução com novas ideias e com novos métodos, uns resultam outros falham, mas é assim que se anda para a frente.