Fabio Capello falou dos problemas que teve quando orientou o Real Madrid, recordando o exemplo de Carlos Secretário, antigo internacional português, que teve uma passagem sem sucesso pelo clube merengue. “O Secretário entrava em campo com a camisola do Real Madrid e, desculpem a expressão, ‘borrava-se’. Não podia jogar. É verdade, não podia. No dia a dia, era muito bom, jogava na seleção sem problemas, mas quando entrava com a camisola do Real Madrid era um desastre. Um desastre. Falhava os passes mais fáceis”, revelou o técnico italiano.


5 Comentários
André Dias
Não surpreende. Foi uma contratação que nunca entendi.
Amigos e bola
Declarações um pouco escusadas…
PedroAlmeidaSLB
Simplesmente esclarecedoras sobre o quão fácil é um jogador não render o mesmo na Seleção, nos treinos e nos jogos, especialmente num clube de topo.
Manel Ferreira
O Secretário foi, por assim dizer, um “efeito exagerado” da febre enorme por jogadores portugueses pós-Euro 96.
Então em Espanha, nem se fala. Com o aumento do dinheiro da TV e investidores que vários clubes espanhóis tiveram nessa altura, houve muita loucura de mercado e viraram-se muito para cá.
Assim de repente, além de Secretário foram para lá Baía, F. Couto, Hélder, Paulo Bento, Abel Xavier e ainda mais uns quantos para o Salamanca (Pauleta, Taira, César Brito…).
Analista Especialista
Secretário sempre foi horrível, mas não merecia.