Os parisienses conseguem pressionar o Lille, mas estiveram longe de encantar. Sem Mbappé e com Danilo, o PSG sentiu dificuldades em criar ocasiões, acabando apenas por abrir o ativo numa falha do adversário, quando ainda pouco tinha feito para justificar o golo, e dilatar a vantagem numa bola parada, onde a sociedade Neymar, que marcou e assistiu, e Marquinhos voltou a fazer a diferença. Por outro lado, o Lens ficará a lamentar as oportunidades perdidas, numa tarde em que Fofana encheu o campo.
O PSG bateu o Lens por 2-1 e colocou-se, provisoriamente, na liderança da Ligue 1. Neymar abriu o ativo, aos 33′, e assistiu Marquinhos aos 59′, num canto, tendo Ganago reduzido aos 61′. Com este triunfo, o conjunto de Pochettino alcança os 75 pontos, mais dois que o Lille, que esta noite irá receber o Nice. Já o Lens segue em 5.º, com 56, não conseguindo aproveitar o empate do Marselha. Nota final para a lesão de Dagba ainda numa fase precoce do encontro.
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— DAZN Portugal (@DAZNPortugal) May 1, 2021
XI PSG: Navas – Dagba, Marquinhos, Kimpembe, Diallo – Danilo, Gueye – Sarabia, Neymar, Draxler – Icardi.
XI Lens: Farinez – Gradit, Fortes, Medina – Clauss, Cahuzac, C. Doucouré, Michelin – S. Fofana – Ganago, Kalimuendo.


9 Comentários
Joga_Bonito
Um off-topic mas não resisto. Alguém me consegue explicar esta onda de equipamentos horríveis e com cores tão berrantes que quase causam um ataque visual?
Além de horríveis não têm carisma nenhum nem nenhuma ligação ao clube? Isto é no PSG, no Chelsea, no Barça, pura e simplesmente não entendo esta onda de cores fluorescentes nas camisolas.
Filipe Ribeiro
A do Dortmund nos 90s foi um super êxito, provavelmente o equipamento com mais saída que me recordo.
TOPPOGIGGIO
Se for a de 97, além do puro marketing, é perfeitamente compreensível devido a vitória na Champions, o que lhe confere uma mística diferente.
Joga_Bonito
Não é que o fluorescente não possa ser bonito, por vezez até é, a questão é que este tipo de combinação fluorescente extrema tem sido horrível e tem predominado sobre os equipamentos tradicionais.
Joao C. Nogueira
Totalmente de acordo. Puro marketing, mas desvirtua completamente a identidade das equipas
Abbas
Isto já existia nos tempos áureos da era do misticismo futebolístico que tanto falas. Até havia mais nos anos 90 que agora se calhar. Acho bem, é aborrecido ver sempre a mesma coisa, às vezes correm bem, outras mal. É uma possibilidade de expressão artística e quebra a rotina. Não ligo muito a equipamentos, mas na NBA há agora o exemplo dos Brooklyn Nets que fizeram um espetacular em homenagem ao Basquiat, que era oriundo da área. Um exemplo de algo diferente e integrado na identidade da região.
Joga_Bonito
Não é a questão de ser fliuorescente em si, que em alguns casos até pode ficar bem. Claro que nos anos 90 já haviam aquelas camisolas absurdas dos GR, todas fliuorescentes e com combinações horríveis, agora isso era mais uma excepção do que a regra. Hoje, tem-se abusado em cores fluorescentes em excesso e ainda por cima sem beleza nenhuma e sem respeito pela tradição dos clubes. Por exemplo o prateado fliuorescente que o Benfica usou nos anos do Vietnam até era bonito, mas dado que associo isso ao Vale e Azevedo acabei a não gostar mais do equipamento, mas esse até era bonito e saía fora da norma, mas até era bonito. Agora estes nem beleza, nem história nem sentido. A tendência começou nos anos 90, quando se começou a comercializar o futebol em excesso, agora estamos a seguir o corolário lógico disto.
Filipe Ribeiro
Nope, muito antes disso, logo no início dos 90 eles lançaram as camisolas fluorescentes, que nos anos 90 estava na moda,hoje em dia nem existe tanta camisola fora do normal como na altura, era só ver as camisolas dos redes da liga inglesa em comparação com os dias de hoje, sair da norma vende sempre mais um pouco.
Joga_Bonito
Eu sei que a moda começou nos anos 90, foi aí que começou o futebol-negócio mais acentuadamente e as dos GR eram horríveis (foi quase moda nos anos 90 termos camisolas horríveis nos GR) mas creio que ainda conseguiam ter alguma beleza em comparação com as actuais. Esta do PSG, o equipamento alternativo do Barça ou do Chelsea são um atentado autêntico.