Ainda vai concretizar este objetivo? Parecia imbatível, vinha de uns JO imaculados, ainda por cima a medalha de ouro é praticamente a única coisa que lhe falta na carreira. Veremos se em Paris, com 37 anos, ainda terá força/motivação competitiva para o alcançar.
Novak Djokovic caiu nas meias-finais dos Jogos Olímpicos ao perder frente a Alexander Zverev, por 6-1, 3-6 e 1-6 e hipotecou assim a hipótese de conseguir o Golden Slam (vencer o ouro e os 4 Majors no mesmo ano). O tenista alemão vai agora disputar o ouro com o russo Karen Khachanov, que bateu Pablo Carreño Busta por 2-0 (6-3/6-3).
Outra das grandes figuras do dia foi a nadadora sul-africana Tatjana Schoenmaker que venceu os 200m Bruços e alcançou o primeiro recorde do Mundo singular na Natação nestes Jogos Olímpicos, com a marca de 2:18:95m. Na prova rainha, os 100m Livres, a australiana Emma McKeon venceu a prova em 51:96s., marca que estabeleceu um novo recorde Olímpico. Quem também brilhou foi o incrível checo Lukas Krpalek, que venceu nos +100kg no Judo, sendo que em 2016 tinha sido campeão olímpico nos -100kg (primeiro a vencer em duas categorias diferentes). O famoso francês Teddy Riner, bicampeão olímpico, e que só perdeu um combate em quase uma década, foi surpreendido nos quartos-de-final, pelo russo Tamerlan Bashaev, e teve de contentar-se com a medalha de bronze. No Badminton, na final de equipas mistas a China colocou duas duplas no jogo decisivo, tendo Wang/Huang se superiorizado a Zheng/Huang por 2-1 (21-17/17-21/21-19). No Remo, a Nova Zelândia dominou ao conquistar dois títulos Olímpicos e uma medalha de prata.


5 Comentários
BAFANA BAFANA
Tenho imensa pena dos horários, que adoro ver provas de natação e este ano tem sido quase impossível ver em direto!
Grande surpresa no Ténis!!
E agora, que venha daí o atletismo!!
Já me esquecia do quão lindo era haver JO
Diogo Filipe
De vez em quando Djoko ainda nos lembra que ainda é humano. Depois do primeiro set fácil, nada fazia esperar isto. É uma pena porque impede a concretização histórica do golden slam, mas acaba por ser natural… algum dia o sérvio ia quebrar. O difícil é estarmos no nosso melhor TODOS os dias.
Muito mérito também do Zverev, volta a provar que no seu melhor é capaz de ser dos melhores do mundo. Tem 24 anos, ainda vai muito a tempo de largar as duplas faltas e a passividade no court para se tornar num tenista mais regular e vencedor de Grand Slams. Há muito tempo que lhe são reconhecidas as qualidades físicas e técnicas necessárias para ser nº1 mundial. Está nas mãos dele. Para já tem uma grande oportunidade para conquistar o ouro olímpico (jogo difícl atenção ao russo Khachanov).
RMSO
Não estava propriamente à espera desta derrota, mas a verdade é que Zverev, em dia sim, é muito forte em piso rápido e em 3 sets tudo pode acontecer.
Vamos ver o peso que esta derrota terá no sérvio. Apesar da final no US 2016, o pós JO do Rio foi penoso.
Tiago Silva
Uma grande surpresa no ténis e que recuperação do Zverev a provar que é possível bater o Djokovic que parecia imbatível e com tudo para limpar o torneio. Foi varrido no primeiro set e esteve a perder 3-2 no segundo, mas dá uma recuperação incrível, 6-3 e depois 6-1. Incrível!
Nota para a primeira medalha olímpica da história no esgrima para o Japão e continua assim a excelente prestação dos japoneses em casa.
DNowitzki
Independentemente do seu valor, que é indiscutível, o sérvio beneficia de uma geração mais nova talentosa mas muito inconstante, e de um Murray destruído pelas lesões, de um Nadal semi-destruído pelas lesões e pelo desgaste e de um Federer quarentão em total decadência.