A dupla Aimar-Scaloni apostou em: Gerónimo Rulli; Renzo Saravia, Germán Pezzella (Alan Franco), Ramiro Funes Mori (Walter Kannemann) e Nicolás Tagliafico; Exequiel Palacios (Franco Cervi), Leandro Paredes (Santiago Ascacibar) e Giovani Lo Celso; Gonzalo Martínez (Franco Vázquez), Giovanni Simeone e Cristian Pavón (Matías Vargas).
A Argentina, sem Messi, bateu a Guatemala, por 3-0, no primeiro jogo pós-Mundial. Os golos, do amigável disputado em Los Angeles, apareceram todos na 1.ª parte: Gonzalo Martínez abriu o activo de penálti, Giovani Lo Celso, ampliou com um tiraço e Giovanni Simeone, num bom lance individual, fez o resultado final ainda antes do intervalo. Cervi fez a estreia pela Albiceleste ao ser lançado no 2.º tempo, enquanto Battaglia e Acuña não saíram do banco.
O tiraço de Lo Celso:


3 Comentários
Kostadinov
Que tiro.
Para mim o Lo Celso tem de fazer parte do 11 desta nova Argentina, principalmente num meio-campo quase irreconhecível em termos de qualidade. Tem uma técnica fantástica, bom instinto de recuperação, grande qualidade no passe, facilidade de chegada à área e uma capacidade incrível de progressão com bola. Se conseguisse ganhar um pouco mais de físico para os momentos de choque e melhorar a capacidade de trabalho seria mesmo capaz de se tornar num dos grandes médios defensivos na próxima década na minha opinião. Não acho que haja ninguém com mais capacidade para fazer o lugar nesta altura. Talvez o Ascacibar, que é melhor nas tarefas puramente defensivas mas também é muito mais limitado. Mas não acompanho o campeonato argentino portanto não sei se alguém está a despontar lá que possa fazer a posição com qualidade.
MegaBadjeras
Um trio de meio-campo composto por Ascacíbar, Paredes, e Lo Celso, é neste momento o melhor meio-campo possível para a Argentina. Já chegas de Mascheranos, Biglias e Banegas. É necessário uma revolução e eu confio no Aimar. Gostava de ver também o De Paul nesta nova seleção argentina.
RobbenKroos
Acredito que a dupla Aimar/Scaloni vá produzir um efeito semelhante àquele que Gareth Southgate produziu na seleção inglesa, ou seja, união de grupo, vontade de representar a seleção, renascer da esperança por parte dos adeptos, e comprometimento dos jogadores para com a equipa técnica, porque Aimar e Scaloni foram jogadores de campo de grande destaque tanto na seleção como nos clubes por onde passaram (mais Aimar que Scaloni), e portanto conseguem compreender a 100% os anseios, as dificuldades e a psique futebolística de modo a convertê-los em motivação e garra para ganhar os jogos como um coletivo, algo que tem fracassado em grande escala nos últimos anos na Argentina, e como bónus, estiveram recentemente a treinar os sub-20, por isso sabem que existe uma mina de ouro de talentos a nível técnico que precisa de ser orientado a nível táctico, psicológico e emocional para se tornar num conjunto de jogadores que dê muitas alegrias futebolísticas e desportivas ao povo argentino, tão apaixonado pelo jogo da Velha Albion.