V. Guimarães 1-4 Benfica (J. Paulo 47′; Witsel 11′, Cardozo 65′ e 77′ e Rodrigo 88′)
No que diz respeito à partida, o Benfica começou melhor, chegou cedo ao golo por intermédio de Witsel (boa desmarcação e a fazer o 1-0 ao aparecer isolado na cara de Douglas), e depois (até ao minuto 60) praticamente só deu Vitória. Edgar, NDiaye e Assis falharam golos algo fáceis, até que João Paulo na sequência de uma bola parada já na 2ª parte fez o empate. A 30 minutos do final do encontro, Mendes foi expulso, e o Benfica aproveitou. Apresentou uma maior agressividade, encostou a turma vimaranense, e com um Cardozo inspirado rapidamente chegou ao 2-1 (um belo remate em arco) e 3-1 (golo de cabeça). Rodrigo perto do fim fez o 4-1 e deu continuidade ao caudal ofensivo apresentado pelo conjunto encarnado nesta fase. Em suma, um resultado justo, mas com números exagerados e que penalizam essencialmente a ineficácia do Vit. Guimarães.
Vit. Guimarães – Até ao minuto 60 apresentou o melhor futebol em Portugal em 2012. Adoua esteve imperial no meio campo, João Paulo e NDiaye foram mais sólidos defensivamente que o habitual, Anderson deu profundidade, Nuno Assis acrescentou criatividade, Paulo Sérgio esteve endiabrado na direita e Toscano criava perigo na esquerda, apenas Edgar e a sua ineficácia não contribui para a boa prestação vimaranense. Com a expulsão, a turma de Vitória desapareceu, mas mais uma vez foi notório que apresenta um plantel e individualidades que em condições normais deveria dar um lugar cativo nos 6 primeiros lugares.
Cardozo – O melhor jogador em campo. Bisou, assistiu Rodrigo para o 4-1, falhou um golo algo fácil, e ainda obrigou Douglas a fazer a defesa da noite. Isto tudo em apenas 45´.
Douglas – Várias intervenções de grande nível do guardião do Vit. Guimarães. Uma das melhores unidades em campo.
Nolito – O único elemento ofensivo do Benfica com sinal positivo. Aimar, Saviola e Nélson Oliveira estiveram completamente desaparecidos, e coube ao espanhol (até à entrada de Bruno César e Cardozo) os melhores momentos dos encarnados.
Eduardo/Witsel – Acabaram por ser decisivos, apesar de pouco exuberantes. O guardião demonstrou segurança e principalmente perante Edgar evitou o empate, enquanto que o belga fez o 1-0 e mesmo com a 1ª parte de fraco nível, apresentou outro rendimento no 2º tempo, sendo mesmo decisivo na vitória dos encarnados.
Maxi/Emerson – Duas das exibições mais apagadas do Benfica. Muitos erros defensivos e pouco apoio ofensivo.


