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Classe de Willian e Giroud deixa Chelsea bem encaminhado; Nápoles também está com pé e meio nos quartos; Rodrigo bisou mas Valencia vai à Rússia com vantagem mínima

Equipa de Sarri vai repondo a normalidade após o ‘caos’ provocado pela final da Taça da Liga inglesa, levando três triunfos consecutivos. Os londrinos têm aqui uma grande oportunidade de ‘salvar’ a época, dado que não só seria um troféu europeu como também garantiria o apuramento directo para a fase de grupos da Champions, e nesta 1.ª mão não deram hipóteses aos ucranianos. Outro dos favoritos à vitória final, o Nápoles – que, tendo a situação na Série A resolvida e estando fora da Taça, tem na Liga Europa o grande objectivo até final da época – foi muito superior ao Salzburgo, sobretudo graças ao grande momento de Milik (já leva 17 golos esta temporada) e Zielinski (ainda é algo desvalorizado mas é um médio de enorme qualidade). Do lado dos austríacos, Onguene fartou-se de errar e só Wolf (que há dois anos foi o melhor jogador da equipa do Salzburgo que venceu a final da Youth League contra o Benfica de Rúben Dias, Gedson, Florentino, Jota e Félix) conseguiu destacar-se. Finalmente, o Valencia conseguiu vencer (Rodrigo, depois de uma horrível 1.ª metade de temporada, leva 9 golos  nos últimos 11 jogos) mas o Krasnodar promete oferecer dificuldades jogando em casa. 

O Chelsea derrotou o Dínamo de Kiev por 3-0, dando assim um passo importante para estar nos quartos-de-final de um torneio que venceu em 2013. Os londrinos chegaram à vantagem aos 17’, num lance em que Pedro tabelou com Giroud, que isolou o espanhol com um belo toque de calcanhar, não falhando o ex-Barça na cara de Boyko. Na 2.ª parte, aos 65’, Willian, na exemplar cobrança de um livre directo, fez o 2-0. Em cima do apito final, Hudson-Odoi ainda foi a tempo de fixar o resultado final, naquele que foi o 3.º tento do jovem de 18 anos nesta Liga Europa.

O golo de Willian:

XI do Chelsea: Kepa; Zappacosta, David Luiz, Christensen, Marcos Alonso; Jorginho, Kovacic, Barkley; Pedro, Giroud, Willian.

XI do Dínamo Kiev: Boyko; Kedziora, Burda, Shabanov, Mykolenko; Sydorchuk, Shepelev; Tsygankov, Shaparenko, Buyalskyy; Rusyn.

o Nápoles venceu o RB Salzburgo por 3-0. Com Mário Rui a titular (devido a problemas físicos o português não alinhava de início há mais de um mês), a turma de Ancelotti não teve problemas em bater os austríacos, que com este resultado complicam bastante a hipótese de repetir a última campanha na Liga Europa (atingiram as meias-finais em 2018-2019). Os italianos já venciam por 2-0 aos 18’: primeiro foi Milik, muito bem servido por Mertens, a abrir o marcador e depois foi Fabián Ruiz, num belo tiro de pé esquerdo, a aumentar a vantagem. No 2.º tempo, aos 58’, Onguene desviou um centro de Mário Rui para a própria baliza e fez o 3-0. Na última meia-hora, Mertens ou Callejón ficaram perto de aproveitar mais erros defensivos dos visitantes para ampliar a vantagem e Meret, com uma grande defesa, evitou o tento dos austríacos, saldando-se mesmo o resultado num 3-0 para os Partenopei.

XI do Nápoles: Meret; Hysaj, Maksimovic, Koulibaly, Mário Rui; Callejón, Allan, Fabián Ruiz, Zielinski; Mertens, Milik.

XI do RB Salzburg: Walke; Lainer, Ramalho, Onguene, Ulmer; Schlager, Samassekou, Jununzovic; Wolf; Daka, Dabbur.

Valencia bateu o Krasnodar por 2-1, um resultado que deixa tudo em aberto para o duelo da 2.ª mão, a disputar-se na Rússia. Com Gonçalo Guedes apagado até ser substituído aos 70′, os espanhóis foram melhores no 1.º tempo e viram Rodrigo, aos 12′, inaugurar o activo. Aos 24′, o dianteiro ex-Benfica, assistido por Latorre, aumentou a margem para o conjunto de Marcelino, que vive a melhor fase da temporada. No entanto, aos 63′ Claesson reduziu para 2-1 e deu esperança à turma russa.

XI do Valencia: Neto; Piccini, Gabriel, Diakhaby, Latorre; Soler, Coquelín, Parejo, Guedes; Rodrigo, Gameiro.

XI do Krasnodar: Safonov; Petrov, Martynovich, Spajic, Ramirez; Kaboré, Gazinskiy, Olsson; Wanderson, Claesson, Stotsky.

VM
Author: VM

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