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Suiça causa maior surpresa do Mundial!

Espanha 0-1 Suíça (Gelson Fernandes 52´)

A ofensiva espanhola esbarrou no forte bloco suíço e as contas do Grupo H ficam agora mais complicadas para a Espanha. A equipa de Vicente del Bosque fez o seu jogo habitual, com bastante posse de bola, passes curtos e bastantes cruzamentos para a área, no entanto, a defesa suíça e Diego Benaglio mostraram-se insuperáveis na maneira como travaram La Roja. Piqué, David Villa e Xabi Alonso tiveram grandes chances para marcar golo, no entanto, Diego Benaglio e a trave da baliza asseguraram aos suíços um resultado histórico (primeira vitória em 19 jogos frente a Espanha). A Suíça apostou essencialmente no contra ataque e foi feliz num desses lances, quando Gelson aproveitou uma confusão na área espanhola. Derdiyok ainda podia ter feito o 0-2, mas depois de fintar dois defesas rematou ao poste de Casillas. Um resultado que premeia o esforço da Suíça, que lutou com as armas que tinha, perante uma Espanha bastante perdulária no ataque e permeável na defesa.

Melhor em campo para a FIFA – Gelson Fernandes

Iniesta – Foi o elemento mais desequilibrador do lado espanhol, onde deu bastante trabalho ao lateral direito da Suíça. Criou bastantes jogadas de perigo, tendo inclusive feito um remate perto do poste de Benaglio. Parece estar de volta à força que nos habituou.

Diego Benaglio – Não cometeu qualquer erro na baliza helvética e quando a defensiva falhou, esteve sempre lá para se antecipar a Villa e Torres. Uma grande exibição.

Espanha – Nos anos 90 Portugal era considerada a melhor selecção a jogar sem balizas, no entanto, neste novo milénio, esse atributo passou para o lado espanhol. Hoje foi mais uma demonstração disso mesmo, com muita posse de bola, remates, pressão, mas nada que conseguisse assustar Diego Benaglio.

Suíça – Aconteça o que acontecer até ao final do Mundial, esta Suíça entrou para a história dos Campeonantos do Mundo, ao realizar o 5º jogo consecutivo sem sofrer golos (4 em 2006 e 1 em 2010), igualando o recorde da Itália em 1990 (para ultrapassar basta aguentar mais 37 minutos frente ao Chile). Ottmar Hitzfeld percebeu que contra o poderio espanhol há-que defender o melhor possível e espreitar o contra-ataque e, os seus jogadores fizeram isso na perfeição.

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