Portugal 3-0 Moçambique (Danny 51´e Hugo Almeida 74´e 82´)
Na 1ª parte, o jogo foi disputado num ritmo demasiado lento, à semelhança do que se passou frente a Cabo Verde. Danny foi o único a tentar acelerar o ritmo, no entanto, os seus esforços de nada valeram, devido à fraca pontaria. Moçambique conseguia sair em velocidade, no entanto, apenas Hagy assustou Eduardo, com um remate fortíssimo ao poste.
Portugal começou da melhor forma a 2ª parte, com Danny a desmarcar-se superiormente e Deco a servir o luso-venezuelano para o 1-0 (marcou o 800º golo da selecção nacional, no jogo 500). As oportunidades de golo foram-se sucedendo, devido a uma melhor e mais rápida circulação de bola, mas Lamá e o desacerto dos avançados portugueses foram adiando o segundo golo. Já depois da entrada de Cristiano Ronaldo, Hugo Almeida revelou a sua veia goleadora e marcou dois golos pleno de oportunidade.
Destaques:
Danny – Foi a melhor unidade em campo, marcou, deu a marcar, criou grandes desequilíbrios, imprimiu velocidade e demonstrou que sem Nani, terá que ser titular nesta selecção.
Liedson – É um pouco bater na mesma tecla, mas mais uma vez provou que não consegue produzir no 4-3-3, realizando uma exibição apagada.
Deco – Primeira parte pobre, mas compensada com o passe de morte para o 1º golo de Portugal. No entanto, rendeu muito menos comparativamente ao jogo frente aos Camarões.
Simão – Uma exibição muito pobre, com muitas perdas de bola, muitos remates falhados, um pouco à imagem da fraca época que protagonizou em Madrid.
Hugo Almeida – Marcou dois golos e foi oportuno e, apesar de não ser titular na selecção, ganhou alguns pontos.
Fábio Coentrão – Parece ter ganho o lugar no lado esquerdo da defesa, mas hoje acabou por dar pouca profundidade e no final do jogo denotou algum desgaste físico.
Pepe – Realizou o primeiro jogo desde Dezembro, mas os poucos minutos que jogou foram insuficientes para avaliar a sua condição. Se a uma semana do 1º jogo, só está apto por 15 minutos, é no mínimo estranho.

