Vai arrancar a segunda metade da temporada da pérola do deporto motorizado, a Fórmula 1. Nesse sentido urge fazer um balanço daquilo que tem sido a época, dividindo a análise pelos construtores e detalhando aquilo que tem sido o rendimento dos seus pilotos, nomeadamente se estão ou não a cumprir as expectativas geradas pelas marcas.
Williams
A melhor palavra para descrever este ano é desastre. Os tempos gloriosos que viveram com Massa ou Bottas recentemente, que lutavam por pontos e até mesmo lugares de pódio, contrastam com apenas 1 ponto que somam nesta temporada (dado por Kubica, no entusiasmante GP molhado da Alemanha). O polaco, que já não competia na F1 desde 2010, regressou ao Mundial com a Williams e provou a si próprio e a todos que quando se é bom, mesmo com uma lesão grave se pode competir ao mais alto nível, apesar de se notar o seu défice de “qualidade” devido às limitações físicas. Do outro lado temos um rookie, George Russel: Brilhante, campeão de F2 em 2018, com um carro que se arrasta no pelotão consegue superar todas a expectativas, tirando GP após GP o melhor do carro. Exemplo disso é o décimo sexto lugar na qualificação do GP da Hungria, ficando à frente de equipas como Racing Point, que tem um carro bem superior. É apenas uma questão de tempo até substituir Bottas na Mercedes e talvez se tornar num novo Hamilton.
Hass
Pouco a dizer. A marca americana promete, promete, promete, mas depois, falha quase sempre. Ou por erros de estratégia/equipa ou picardias entre Grosjean e Magnussen em plena corrida. O dinamarquês leva vantagem de dez pontos sobre Grosjean, mas continua demasiado conflituoso, muitas vezes parecendo não querer trabalhar em equipa. O franco-suíço… Já o vimos a fazer coisas boas, mas desde o ano passado parece que não sai de uma espiral negativa. Não é certo que fiquem os dois na equipa para o ano, principalmente quando há pilotos como Hülkenberg à procura de lugar na grelha para 2020.
Racing India, Force Point… ah! A Racing Point
A formação do milionário Lawrence Stroll. Levou para a equipa o seu filho, Lance, colocando Ocon de fora em 2019, mas o canadense de 20 anos só se conseguiu qualificar uma vez para a Q2 nesta época. Por outro lado, em corrida tem mostrado mais alguma qualidade, mas não assim tanta, tendo só somado pontos por três ocasiões. Apesar disso, deverá continuar na equipa enquanto o pai lá estiver. Sérgio Perez, que já é um veterano da grelha e nos tem habituado a temporadas bem competentes, este ano está nos últimos lugares, estando mesmo atrás do companheiro (também por alguma culpa do carro que aparenta não ter a mesma qualidade de anos anteriores). Veremos se o carro dá um salto nesta segunda metade da época e ajuda Checo a ter melhores resultados.
Alfa Romeo
Com a base da Sauber, a equipa voltou este ano aos grandes palcos do desporto motorizado. O seu maior trunfo foi a contratação de Kimi Räikkönen, que está num merecido oitavo lugar, tendo conquistado o trinta e um dos trinta e dois pontos da equipa. Kimi parece como o vinho, com a idade cada vez melhor. Continua a transpirar qualidade e segurança onde corre. Se quiser ainda terá lugar no pelotão nos próximos anos sem grandes problemas. Do outro lado, temos Giovinazzi que foi a aposta de um piloto mais novo para a equipa. Não prometia muito, mas está completamente longe de estar a ter uma época boa, tendo somado apenas um ponto. Tendo em conta que a equipa tem um carro competente e fiável, ou dá a volta nesta segunda metade da temporada ou deverá ser dos pilotos que cairá com mais facilidade do pelotão.
Renault
Apostou forte para se aproximar das equipas de topo, ambicionando voltar a conquistar títulos na F1, contratando Daniel Ricciardo, um dos melhores pilotos da grelha, para se aliar a Hülkenberg. Na teoria tinha tudo para ter sucesso, mas provavelmente são a maior desilusão deste ano. Sem grande culpa dos pilotos (apesar de alguns erros), já que o carro não é fiável e não apresenta qualidade para lutar sequer com a McLaren, que tem o mesmo motor. Pensando já em 2020, a marca vai juntar Ocon a Ricciardo. Fica com um “plantel”que tem tudo para ter sucesso… se tiver um carro competente e competitivo. Vamos esperar para ver.
McLaren
Quarto lugar nos construtores, uma das surpresas da temporada e um futuro risonho pela frente. Depois da saída de Alonso e Vandoorne, apostou no rookie Norris e Carlos Sainz Jr., e se havia dúvidas, todas se dissiparam. Somam pontos atrás de pontos, mostrando qualidade de uma maneira consistente e tirando o melhor do novo motor Renault que veio substituir os famosos “GP2 engines” da Honda dos últimos anos. Sainz revelou-se muito mais do que o fantasma do pai, mostrando qualidade suficiente para poder sonhar ser campeão do mundo no futuro. Do outro lado temos Norris, que foi uma lufada de ar fresco na equipa e mesmo na F1. Veio aproximar os fãs da modalidade, tendo uma relação muito próxima com todos, muito por culpa das redes sociais. Dentro do carro mostra ter pormenores de craque, mas ainda tem arestas para limar, o que é normal para os seus tenros 19 anos.
Toro Rosso e… Aston Martin Red Bull
Depois da promoção de Gasly à equipa principal da famosa marca de bebidas energéticas, a Toro Rosso apostou em Kvyat, que tinha sido dispensado no final de 2017. Voltou, e voltou bem, tendo-se mostrado mais maduro e consistente, somando bons pontos, com um pódio à mistura e estando num merecido nono lugar. Albon é mais um rookie que veio da F2, tendo quase nenhuma experiência em F1. Apesar de não estar a ter o mesmo desempenho do colega, mostra muita qualidade, mas vai ter de evoluir nos próximos anos. Já Gasly… depois de uma ótima temporada de 2018 com a Toro Rosso, foi promovido à equipa principal da Red Bull, mas sinceramente, não há muita história. Apesar do carro competitivo e bom que a equipa apresenta, desiludiu GP após GP, cometendo vários erros. Aparentemente ia ficar na equipa até ao fim do ano, mas inesperadamente, nesta pausa de verão, tudo mudou a Red Bull e decidiu devolver à procedência Gasly, e promovendo Albon à equipa principal para esta segunda metade da época. Fica a sensação que Kvyat merecia mais, mas seria difícil de engolir, voltar a chamar um piloto que despromoveram em 2016. Quanto a Verstappen, parece um novo homem. Mais maduro, tanto como pessoa e piloto. Provavelmente o condutor em melhor forma da grelha atual. Está no terceiro lugar, a sete pontos de Bottas e atualmente deve ser o único piloto que pode rivalizar com Hamilton para ser campeão este ano (sendo isto possível apenas se este tiver uma segunda metade de época para esquecer). No entanto, mais tarde ou mais cedo será campeão, e não deve ser só uma vez.
Ferrari
O histórico construtor prometeu imenso nos testes de Barcelona, mas até agora ainda não venceu. E, tirando o Canadá e a Alemanha onde podiam ter vencido, têm andado longe do primeiro lugar. Vettel, na temporada passada, perdeu o título por culpa própria, mas este ano nem a equipa tem ajudado (o carro parece sempre um passo atrás do da Mercedes e às vezes do da Red Bull e a estratégia muitas vezes não é mais acertada). O alemão tem lutado e tentado extrair o melhor do carro, notando-se cuidado para não cometer os mesmos erros do ano passado, mas parece praticamente impossível que o 4x campeão do mundo some mais um Mundial ao seu currículo este ano. Leclerc, depois de ter feito uma excelente época pela Sauber na temporada passada, foi aposta da Ferrari, que fugiu um pouco à política dos últimos anos, trazendo um jovem promissor. É a par do Max um dos pilotos que nos próximos anos deverá lutar pelo título mundial com mais força. É verdade que se esperava mais dele, mas não se pode dizer que desiludiu. A Ferrari é a Ferrari, é uma pressão nova e diferente, e Leclerc terá rapidamente de nesta segunda metade da época mostrar que aprendeu com os erros da primeira metade e que juntamente com um carro bom em 2020, lutar pelo título de campeão do mundo.
Mercedes
Tem tudo para renovar o título de construtores. Desde o inicio da era híbrida que tem dominado, apesar de se notar uma margem cada vez mais pequena para as restantes equipas da frente. Bottas, com a sua nova barba, começou por prometer muito no início do ano, mas tem vindo a perder fulgor. Começa a pairar cada vez mais a ideia de que talvez não seja piloto para lutar com Hamilton, tal como Rosberg fez, mas sim para ser um segundo piloto para dar pontos à equipa e ajudar o seu colega a ser campeão. Apesar disso, renovou e vai continuar em 2020. Veremos o que nos reservam os próximos episódios. Por fim, temos Hamilton. Já com uma mão no título, para se tornar campeão do mundo pela sexta vez. É um piloto de topo e, tendo a “sorte” de ter uma equipa forte atrás de si, é muito difícil afastá-lo do sucesso. Veremos quantas corridas serão necessárias para se sagrar campeão.
Algumas notas finais:
– Albon, Norris e Russel são dos melhores rookies que têm entrado na F1 nos últimos anos;
– Fica sempre a sensação que se Vettel tivesse um carro à altura da Mercedes podia competir com Hamilton e tornar a luta pelo título mais interessante. Apesar de haver muita qualidade no pelotão, ainda são os dois melhores pilotos da atualidade;
– Veremos como as equipas se vão adaptar aos novos regulamentos para 2021, que prometem mudar e muito as corridas tornando-as mais competitivas;
– Depois de alguns anos de alguma monotonia esta época as corridas deram um salto qualitativo, com mais entusiasmo e alguma imprevisibilidade. A qualidade do pelotão actual tem sido decisiva.
Agora resta esperar que os semáforos fiquem verdes em Spa-Francorchamps para dar início à segunda metade da temporada e esperar por mais corridas que nos deixem de boca aberta e coração a mil.

Carlos Rocha


12 Comentários
brunosilva
Balanço até ao momento? Pasmaceira!
Um passeio até ao momento para os mercedes, embora mo Versappen nos último GP tem se intrometido entre os dois mercedes.
A ferrari, aquela base, a sua própria inimiga, quando tem um carro competitivo acontece uma aselhice ou dos pilotos ou da equipa.
Resumindo e concluindo, desde dos primeiro GP já se sabe que será o campeão do mundo, hamilton
Pedro.rafael.martins
Se há adjectivo que não define a Fórmula 1 actual é pasmaceira. Compreendo (e até concordo) que o domínio da Mercedes seja irritante, mas a verdade é que a equipa mais histórica da Fórmula 1 tem falhado em toda a linha na estratégia para as corridas (o que num budget tão alto se torna inadmissível). Enquanto esta lacuna não for eliminada, a aerodinâmica que afecta os Ferrari em zona mais lenta é na minha opinião um problema que passa para segundo plano. Temos assistido a corridas fantásticas (França foi um desastre) com ultrapassagens de início ao fim e manobras arriscadas. Por último só referir que uma Ferrari tão enfraquecida não deve tirar protagonismo a um futuro campeão do mundo em detrimento de um Vettel que tarda em mostrar a regularidade que apresentou na Red Bull, são (grandes) pormenores que afectam a confiança e evolução de um jovem
AlexanderSearch
Não acho nada que o ano tenha sido aborrecido. Pelo menos de seguir, as corridas têm sido bem interessantes
johnyboy13
Como adepto da Ferrari, tenho uma pena enorme que a equipa não esteja ao nível da Mercedes. Temos dois bons pilotos, o carro dá para lutar com o da Mercedes, um furo a baixo talvez, mas com uma boa estratégia seria possível ganhar as corridas, mas é precisamente aí que a Ferrari falha: na Estratégia. É inadmissível para uma equipa como a Ferrari, ter as falhas que tem. Ora na corrida, com troca de pneus em alturas estupidas, ora quando vão trocar os pneus e faltam um, perdem logo 2/3 segundos que na F1 São preciosos… a FIA também não tem ajudado muito com aquela penalização ridícula ao Vetell no Canadá. Enfim, uma equipa de Milhões e provavelmente a mais famosa do mundo da F1 e por vezes parece a mais amadora.
Destaco a corrida na Alemanha em que o Vetell consegue sair da última posição e acaba a corrida no 2º lugar, sem duvida a melhor corrida deste ano.
A chuva faz falta para não ser uma monotonia muitas vezes as corridas.
Gunnerz
Concordo com basicamente tudo. Para mim as grandes desilusões são Ferrari e Renault, e em termos de pilotos sem dúvida gasly.
A descrição de bottas é perfeita.
De acrescentar q vêm aí bons anos para a F1, não só pelas novas regras como pela grande juventude q aí vem, sendo que brevemente haverá lugar na Mercedes para alguém, o de bottas, além de que Hamilton e vettel n duram para sempre.
Agora para esta 2 metade as curiosidades são se albon faz melhor q gasly (que apenas cumpriu na parte de ser sexto), se verstappen mantém a perseguição e junta mais umas corridas, se bottas consegue aguentar o 2 lugar, se sainz mantém o ritmo e se a Renault reaje ao desastre q tem sido a época. Por ultimo o maior dos interesses é ver se a Ferrari finalmente ganha uma corrida e se pelo menos se intromete no lugar de verstappen.
Para mim está a ser monótono no q toca ao primeiro lugar, mas no geral está a ser uma bela época.
AlexanderSearch
espero que Occon fique com o lugar de Bottas
Gunnerz
O bottas já renovou para já 1 ano.
Vespas
Excelente artigo. De notar que nos últimos grandes prémio temos tido muito espetáculo. A verdade é que a Mercedes infelizmente torna tudo um pouco mais monótono, e o Bottas não tendo a capacidade de rivalizar com o Hamilton como tinha o Rosberg fica tudo mais previsível.
Se a Mercedes fosse um pouco pior, acho que teríamos uma F1 espetacular. Infelizmente acho que vamos ter que esperar por 2021 para ver se isso acontece.
AlexanderSearch
Separando a resposta por equipa, como fez o autor:
Williams: Apesar de Kubica merecer o meu respeito, não acho que esteja a fazer um bom trabalho. Perde gritantemente para o companheiro de equipa em classificação, e este tem muito (MUITO) menos experiência. Russell sim, a fazer um grande trabalho, tem estofo de campeão (na forma de agir, conduzir, até na forma de falar);
Haas: Grosjean já cansa, há uns anos podia ter dado um salto, mas não só não o fez como parece ter regredido. Fim da linha para o groselha. Cuiroso para ver como o Magnunsen se vai dar com o Hulk na equipa depois do incidente do suck my balls…
Racing Point: Não gosto da equipa, não gosto do Checo Perez, e não gosto do Stroll, pelo que a minha opinião vai sempre ser sugestionada.
Alfa Kimi: Sim, uma equipa a 50 %, o finlandês mostra que ainda é um dos melhores, enquanto Giovinazzi mostra que está longe de ter unhas para a Guitarra, esperava que viesse a ser substituido para esta segunda metade. Tenho pena que a Sauber tenha desaparecido, mas contente que o seu legado esteja a dar frutos;
Renault: Nada a dizer, a McLaren parece entender melhor o motor que compra do que a fábrica donde ele vem… Mas também a aposta da marca é mais para 2021. Só espero que se livrem do Cyril. É Penoso ver o Ricciardo desperdiçar talendo assim;
McLaren: Que lufada de ar fresco, depois de anos a arrastar-se. Não sei se Sainz tem qualidade para vir a ser campeão do mundo, mas tem indiscutivelmente estado muito bem este ano. Norris sim, poderá aspirar a tal. Muita qualidade para quem tem tão pouca experiência;
RB/TR: Muito trabalho pela frente. Nem tanto quanto ao carro, mas para por a casa em ordem. Max está de facto um homem (deixou de ser um miúdo “só” com talento) e parece que não ter o pai tão perto tem sido fundamental. Gasly… confesso que era fã do francês, mas é indiscutível que falhou a toda a linha, espero que consiga dar um passo a trás para dar dois em frente.
Acho que Albon merecia mais a promoção do que Kvyat porque, apesar de ser indiscutível que o russo está muito (mesmo muito) melhor do que os tempos de torpedo, a diferença entre ambos não está assim tão grande, e isso meritório para o tailandês visto que Kvyat tem bem mais experiência;
Ferrari: A culpa não podia ser só de Arrivabene, e este ano está a prova-lo. Se fosse só o carro a ganhar as corridas… Acho que Leclerc está a ter um ano bem positivo, já podia ter uma vitória (e perante o domínio da Mercedes tal é significativo) e tem conseguido ombrear com Seb Vettel. Para o ano estará ainda melhor, e sim, em pouco tempo irá lutar pelo título mundial;
Merc: Totto Wolf sabe muito, Hamilton é dos melhores de sempre e o carro é bem desenhado. Perante isto, ou os rivais também têm tudo afinado, ou não há hipotese. Espero para o ano ver Occon no lugar de Bottas, mas sei que não vai acontecer.
De resto, tem sido, apesar de tudo e estranhamente, um ano muito bom de seguir. O meio do pelotão está excelente
a-seabra
Mesmo que algumas pessoas digam que a epoca está a ser umas pasmaceira, ha algumas batalhas bem interessantes de acompanhar. Ok o Ham é um excelente piloto e esta no melhor carro, ainda o vamos ver na frente muitas vezes esta epoca. Mas as lutas que ja vimos Leclerc v Verstappen é linda. Temos aqui rivalidade para uns bons 6/7 anos.
Gostei da análise e gostava que continuasse a fazê-las (quanto mais não seja em momentos cruciais da época).
Para mim um dos pilotos da primeira metade foi sem duvida o Sainz (embora hoje tenha conseguido um péssimo resultado no Q1) e o piloto desilusão é o Ricciardo, pode até estar um pouco prejudicado com o carro mas ele escolheu a equipa e tem capacidade para fazer melhor.
Face às novas regras de 2021 estou mortinho por ver os novos modelos em pista. Soluções interessantes do ponto de vista da engenharia que quero mesmo ver na prática.
andresilvac
O problema é que as batalhas teem sido entre a Ferrari e a RB pelo 3 ou 2o lugar.
A Mercedes nao tem culpa de estar uns passos a frente e errar menos mas também no que toca a campeonato é das mais aborrecidas dos ultmos anos vamos a meio e ja esta decidido quem ganha
andresilvac
Antes de mais saudar a iniciativa de se falar de F1 aqui no blog (e desporto motorizado em geral) acho que faz falta mais discussões a este nível por aqui.
Agora a minha opinião sobre a primeira metade da época:
Mercedes- Mais do mesmo nos últimos anos carro muito equilibrado, rápido é sem duvida o melhor carro do campeonato como tem sido hábito nos últimos anos…ainda para mais juntam a performance uma mecânica fiável e estratégias acertadas…
Ferrari- Infelizmente para mim o Rei vai nu em Maranello falhou quase tudo o desenho do carro a direção da equipa a fiabilidade e a estratégia…no GP da Hungria quase que levavam uma volta de atraso do melhor Mercedes…é necessária uma mudança radical na equipa…o objetivo para esta epoca deverá ser ganhar esta semana Spa e depois Monza ja que o desempenho do carro em recta é impressionante mas em curva tem sido uma miséria…
RB/Honda- Para mim a surpresa da época depois da desastrosa parceria com a Mclaren nao esperava resultados tão bons por parte da Honda esta época, melhoraram a fiabilidade e com o chassis da RB teem tido uma época muito boa (tivesse Gasly um nível semelhante a Max e nao tenho dúvida que estariam a frente da Ferrari no campeonato).
Renault- a maior decepção um pouco como a Ferrari mau carro má fiabilidade pessimas abordagens as corridas.
McLaren- a segunda melhor surpresa em clara melhoria tem feito melhores resultados que a equipa oficial (Renault).
Haas-Uma ma época com problemas entre os pilotos.
Toro Rosso- resultados normais com especial recalque ao novato Albon (ja trocou com Gasly .
Force India- má temporada nem o dinheiro melhora a performance (meter o filho atrás do volante também não ajuda porque o rapaz nao tem estaleca para estas vidas…
Williams pior equipa alargando o mau mokento