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Miguel Oliveira faz Top 5 no GP da Holanda

Mais um bom resultado para o português, que vinha de 3 pódios (um primeiro lugar e dois segundos) e agora garante mais um top-5. Desta vez a largada não lhe correu de feição e acabou por impossibilitá-lo de discutir a vitória, mas o Falcao parece estar na sua melhor fase de sempre na categoria máxima do motociclismo, alcançando presenças consecutivas na Q2 na qualificação e dando cartas na corrida. Já Quartararo, que somou a sua 4.ª vitória na temporada, continua a mostrar que é o favorito a ganhar o campeonato.

Miguel Oliveira terminou o GP da Holanda, em Moto GP, na 5.ª posição. O piloto português arrancou do 6.º lugar, no entanto perdeu vários lugares na partida, caindo até à 9.ª posição. Daí em diante foi recuperando posições, chegando até 5.º de onde mais não saiu, apesar de ainda ter apertado Zarco e Mir. Já a corrida foi vencida pelo inevitável Fabio Quartararo, que desde cedo pegou o leme da corrida e foi em cruise control até ao final. O companheiro de equipa Maverick Viñales foi 2.º. Com estes resultados, Quartararo continuar a passear no Mundial, com 156 pontos, estando já longe de Johann Zarco (122) e Pecco Bagnaia (109). Joan Mir (101), Jack Miller (100) e Maverick Viñales são os outros pilotos à frente de Miguel Oliveira, que está atualmente no 7.º lugar da classificação com 85 pontos.

VM
Author: VM

2 Comentários

  • MM
    Posted Junho 27, 2021 at 2:49 pm

    Impressionante a homogeneidade das motos, depois de estabilizada depois da corrida, poucas ultrapassagens houve. Ja parece F1 assim :/

    • Filipe__Santos
      Posted Junho 28, 2021 at 11:57 am

      É preciso ver as circunstâncias, parece-me. Esta é uma pista Yamaha, na sexta e no sábado cedo se percebeu que as Yamaha estavam num ponto de afinação quase perfeito, e na corrida, as Yamaha dispararam quase de início. Quando assim é, os outros correm todos com objetivos mais modestos, e não há porque arriscar muito. Nesta fase do campeonato, quando se está no top-10 de uma corrida, não vale arriscar uma queda para forçar um resultado que nunca será melhor que o 3º lugar.

      Dito isto, fico com a sensação que as Ducati já há algum tempo são um “turn-off” ao espetáculo. Motas poderosas que assumem sempre boas posições nas fases iniciais da corrida, e que depois vão fazendo de tampão a pilotos com mais andamento mas menos velocidade de ponta.

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