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E se Stan Wawrinka não fosse tenista?

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Imagem: www.tt.tennis-warehouse.com

Inevitavelmente, o suíço continua a desdobrar-se em entrevistas, pós-conquista do US Open. Descontraído e de bem com a vida, o terceiro classificado da hierarquia mundial deu-se a conhecer um pouco melhor.

Stan Wawrinka é um dos tenistas mais temidos do circuito e, para além de todos os títulos que já conquistou ao longo da sua carreira (destacam-se três do Grand Slam e uma Taça Davis), pode orgulhar-se de ter uma das melhores, senão a melhor, esquerda a uma mão de todos os tempos. Mas se o suíço não passasse grande parte do seu tempo entre viagens, hotéis e torneios, o que estaria a fazer actualmente? A resposta é dada, em primeira mão, pelo próprio. “Gosto muito de cozinhar, seria chefe se não fosse tenista. Gostaria de abrir um restaurante, é um dos vários projectos que tenho pendentes”, salientou o suíço de 31 anos, em entrevista ao jornal italiano “La Gazzetta dello Sport”.

A vida no circuito é exigente e se lhe juntarmos os compromissos publicitários inerentes a vários tenistas da elite mundial, o tempo livre é algo que escasseia. Ainda assim, Wawrinka revelou o que faz nas horas vagas. “Não sou do tipo de pessoas que gasta rios de dinheiro em loucuras. Gosto de convidar família e amigos para jantar. Quando estou na Suíça passo o máximo de tempo possível com a minha filha Alexia”, referiu o número 3 da tabela ATP.

Como não poderia deixar de ser, a conquista da edição deste ano do US Open continua a ser tema recorrente nas várias entrevistas que o suíço tem concedido desde que derrotou Novak Djokovic, líder do ranking, na final. “Novak tem feito com que eu suba o meu nível de jogo. Preciso de dar o melhor de mim, ir além dos meus limites, correr riscos e lutar”, observou Wawrinka, que também já havia batido o sérvio na final de Roland Garros, em 2015.

Após a participação no último Major do ano, o suíço de Lausana disputou o torneio de São Petersburgo, onde foi derrotado no decisivo encontro por Alexander Zverev, um dos jovens mais promissores da sua geração. “Zverev esteve muito bem na final, ouviremos falar muito dele no futuro”, sublinhou. Além do alemão de 19 anos, Wawrinka relembrou também os nomes de Dominic Thiem, Lucas Pouille, Taylor Fritz, Borna Coric e Elias Ymer como jovens bastante promissores. “Será muito interessante ver onde estarão daqui a três anos”, afirmou.

João Correia

VM
Author: VM

2 Comentários

  • Ben Howard
    Posted Outubro 8, 2016 at 5:31 pm

    Obrigado João Correia e VM por estarem a dar mais atenção ao tenis, de ha uns tempos para ca têm posto artigos interessantes!

  • cards
    Posted Outubro 8, 2016 at 5:33 pm

    Se um gajo quer trabalhar muito e deitar rios de dinheiro fora é só abrir um restaurante.

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