Fernando Gomes tem sido amigo dos antigos internacionais, apesar de nem se perceber o que a maior pare faz na realidade. Veremos se com a nova liderança estes cargos continuam ou se a política será outra.
A FPF anunciou que Éder, o herói do Euro’2016, vai integrar a direção, com funções de acompanhamento das seleções nacionais de formação (futebol masculino e feminino) e da área de intervenção social. Esta decisão surge um dia depois de Pedro Dias, até agora um dos vogais, ter sido nomeado Secretário de Estado do Desporto. O organismo comunicou ainda que o vice-presidente José Couceiro e o vogal Hélder Postiga passarão a ter a seu cargo, além das funções que já desempenham, o acompanhamento e desenvolvimento do futsal, em estreita colaboração com o Diretor Técnico e Selecionador Nacional Jorge Braz.


2 Comentários
Antonio Clismo
A brasileirização da FPF continua… jobs for the boys…
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Só na direção temos 12 membros e metade deles não estão lá a fazer absolutamente nada, nem sequer têm competências para fazerem o que quer que seja atrás de uma secretária. Podem ter sido bons com a bola nos pés mas distribuir assim cargos executivos por amigos nunca é boa solução.
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O que fez o José Couceiro nestes anos todos na direção? O que faz o João Vieira Pinto afinal? Hélder Postiga o que faz além de aparecer nos estádios nas tribunas de vez em quando e gravar promos para o canal 11?
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É que ao menos entrassem e saíssem, era uma coisa. Alguma rotatividade e meritocracia. O problema é que se habituam a receber sem fazer nenhum e andar de fatinho por todo o lado a pavonearem-se com as despesas todas pagas e depois não querem outra coisa e agarram-se a esses cargos como os mexilhões se agarram às rochas…
Antonio Clismo
Muito curioso para saber quem irá suceder ao Fernando Gomes na presidência da FPF. Os primeiros 6 ou 7 anos foram muito bons a arrumar a casa e a profissionalizar a estrutura da FPF que era tremendamente amadora e gerida como uma pequena junta de freguesia (Olá Gilberto Madaíl!).
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Mas é inegável a constatação que os últimos 5 anos têm-se verificado uma regressão do nível da FPF que parece cada vez mais lenta, aburguesada e com demasiadas gorduras. Ah e o escrutínio é inexistente. Ser presidente da FPF garante mais poder do que ser ministro ou presidente da câmara de Porto ou Lisboa. É um cargo apetecível porque os milhões a passarem-lhe à frente são muitos e o escrutínio é zero.