Quem deve ser o sucessor? Sérgio Vieira, Petit, Vasco Seabra e Paulo Sérgio estão livres.
Filipe Martins deixou o comando técnico do Estrela da Amadora. O treinador colocou o lugar à disposição depois da derrota contra o Santa Clara e a direção da turma da Reboleira aceitou a demissão. Para o seu lugar, pelo menos para já, vai entrar José Faria, o até aqui diretor desportivo do Estrela. Recorde-se que o Estrela ocupa a penúltima posição do campeonato, com apenas 2 pontos.


17 Comentários
Jasomp
Liga mais deprimente.
Antonio Clismo
Nota-se a milhas aquilo para que o Estrela da Amadora vem…. Um plantel com 40 jogadores onde apenas 12 são portugueses…
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Este é apenas o perfeito exemplo da maioria dos “projetos” de clubes que existem na Primeira e Segunda Liga… autênticos entrepostos de jogadores sem o mínimo de racional de sustentabilidade desportiva, financeira ou mesmo social, uma vez que pouco ou nada investem na comunidade e na relação com os adeptos…
guardiaodafalacia
Estás a par do Mértola United?
Antonio Clismo
Estás mesmo a comparar competições distritais com os campeonatos profissionais? Nos distritais fazem o que as associações distritais entenderem e se esse grupo de jogadores quiser mesmo formar uma equipa podem ir para o INATEL também, ninguém os proíbe.
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As regras que existem em Portugal até são muito pouco protecionistas, obrigam os clubes a terem escalões de formação (para muitos clubes apenas não passa de um pro-forma…) e obriga a ter apenas 8 jogadores formados no país num plantel de 27, o que é muito pouco, na minha opinião.. Se esse clube nem o mínimo quis cumprir, que vão para Marrocos competir. É que em Espanha também não conseguiriam competir.
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Em França, Andorra, Suiça ou Luxemburgo tens clubes formados quase na totalidade com jogadores portugueses, mesmo nos distritais, nem que seja para umas patuscadas aos domingos, e mesmo as regras desses países obrigam a ter um mínimo de atletas locais nas fileiras.. Na Alemanha tens muitos clubes apenas com atletas turcos, dou-te o exemplo do Turkgucu Munchen que era um clube da comunidade turca de Munique que teve grande sucesso e tração e assim que comecou a competir nas ligas regionais e nacionais tiveram de se adaptar ás regras vigentes, que obrigam a fazer desenvolvimento e aposta em jogadores locais. Chegaram à Bundesliga 3 e abriram falência.. agora estão a competir nos regionais outra vez.
guardiaodafalacia
Não estava a comparar nada. Estava literalmente a perguntar-te se estavas a par da situação do Mértola United. No caso deles, acho bem que não possam competir com 21 jogadores brasileiros e apenas uns quantos portugueses, quando é precisamente pela base que se deve começar a construir os alicerces para o futuro, se é que querem que haja um. Mas a verdade é que andam outra vez a recrutar a jogadores no Linkedin
Antonio Clismo
Segundo as regras do INATEL acho que podem ir para a frente com essa ideia.
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Agora nas competições oficiais, em que só devem entrar clubes oficiais, logo se o clube nem sequer tem formação, instalações próprias, adeptos ou mesmo jogadores nacionais, então são logo automaticamente Inelegíveis para competir, porque isso está muito longe de ser um clube.
guardiaodafalacia
*21 jogadores brasileiros, uns americanos, cabo-verdianos, por aí.
Jasomp
É muito isso. Nunca a Liga Portuguesa foi tão isto como agora. Equipas que entram com 8 e 9 brasileiros no 11 em que aquilo mais parece mão de obra barata, zero identidade, SADs que são autênticos entrepostos, qualidade baixíssima, estádios vazios…
É este o produto que a Liga tem para apresentar? Fantástico trabalho de Pedro Proença.
manel-ferreira
Isso, vamos meter tudo no mesmo saco, como se ter mais ou menos portugueses no plantel tivesse alguma coisa a ver com a qualidade do futebol ou com as assistências nos estádios. Só nas vossas cabeças.
O que não faltou na história foram equipas com maioria de portugueses e que foram das piores nas suas épocas (o Penafiel era o exemplo perfeito disso, mesmo a B-Sad quando desceu era o clube com maior percentagem de tugas).
Ao menos fiquem-se pelas questões de identidade, que ainda assim é sempre uma questão duvidosa num país onde identidade local já é pouco existente por natureza e é ridiculo associar isso a ter mais ou menos portugueses.
Jasomp
O Penafiel jogou com as armas que tinha e responsavelmente não traçou um orçamento irrealista. Desceu, verdade, mas não vendeu a alma ao Diabo e isso vale mais que qualquer divisão.
Argumenta o que quiseres mas a verdade é que nunca houve tanta importação de jogadores e ao mesml tempo nunca se jogou tão mal. Não se devia só contratar quem realmente acrescenta qualidade?
manel-ferreira
Eu não dou muita importância aos comentários do género “nunca estivemos tão mal” porque isso revela muita falta de memória e/ou sobrevalorização do passado (que agora está muito na moda).
Acompanho futebol desde os anos 90 e já na altura era só comentários de como o futebol português era abaixo de cão, fechem esta liga, é tudo uma porcaria e por aí fora. Nada de novo aqui.
Agora andam com a histeria do ranking, quando eu me lembro de Portugal em 13° e 14° do ranking. E não foi assim há tanto tempo…
Flavio Trindade
O futebol português não está abaixo de cão e como dizes e bem está melhor do que alguma vez já esteve “estatisticamente”.
Num dos melhores rankings, somos quase o primeiro ou o segundo dos outros, participações meritórias nas competições de clubes e Seleções, vendas de jogadores por valores enormes. Tudo isto é factual.
O que também é factual é que essa alavancagem foi feita com base de quatro clubes. Pouquíssimos são os clubes que conseguiram fazer o que fez o Braga por exemplo. Ter um crescimento sustentado.
Mais grave do que isso é ver que só dois ou três clubes fora os 4 grandes o conseguirão fazer a breve prazo.
Continuamos com assistências miseráveis nos estádios, continuamos a ser a liga que mais treinadores despede, e o que diz o Clismo e o Jason também é factual, temos uma percentagem absurda de estrangeiros no nosso futebol.
Factual também é que sendo nós um mercado pequeno, que nem sequer consegue vender o produto da sua liga (embora o Presidente da mesma continue a enganar quem quiser ser enganado com a dita centralização), sendo nós um mercado exportador, não ter uma base de atletas nacionais é não só mau desportivamente como é um péssimo movimento a nível de gestão.
E mesmo os grandes que foram cavando o fosso desportivo e financeiro, conseguiram faze-lo com recurso aos jogadores da casa.
No mínimo, e sendo eu a favor de ter o melhor talento estrangeiro possível, todos os clubes deviam obedecer às regras Uefa.
Mínimo 8 jogadores formados localmente, 4 formados no clube.
Este é o mínimo higiénico.
O resto deveria passar por ter uma liga que realmente se importasse com o produto futebol e com os clubes que dele fazem parte
Jasomp
Isto, Flávio. Isto. Parabéns.
filipe19
Nesta Liga muda-se mais rápido de treinador do que eu da minha roupa da cama – para não dizer cuecas :)
João
Fraco
Fireball
Roda mais um! Venha o próximo!
Rosso
O Mota ainda se entende, contando os jogos por derrotas, mas este é mais complicado. Perder 1-0 em casa de um Santa Clara que tem tido um bom início não devia ser a gota transbordante do copo.