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Portugal na final do Europeu sub-17

Uma partida bastante equilibrada contra uma das melhores formações da atualidade (é pouco falado, mas a Itália tem apresentado seleções jovens cada vez mais competitivas e com talento superior). Houve momentos de equilíbrio, alguns de supremacia italiana e outros com Portugal por cima, sendo os penáltis um desfecho final anunciado. Destaque para o nível de Stevan Manuel, que é médio, mas tem atuado como falso extremo. Cobre a bola com facilidade e sai da pressão, sendo fisicamente e tecnicamente um dos portugueses com maior potencial. O guarda-redes Romário Cunha, além da tranquilidade durante os 90 minutos, foi o herói da meia final e acabou por colocar Portugal na final com excelentes defesas nos penaltis (já tinha defendido um no tempo regulamentar). Bela partida ainda de Mateus Mide, um dos melhores do Euro, e outra entrada com impacto de Tomás Soares.

A seleção nacional apurou-se para a final do Europeu sub-17 ao bater a final nos penáltis depois do 2-2 no tempo regulamentar. Portugal, que vai agora defrontar a França, esteve duas vezes em desvantagem, mas conseguiu empataram por Stevan e Tomás Soares. Nas penalidades, os transalpinos até tiveram a oportunidade de fechar mas Romário Cunha brilhou e deu a passagem à Equipa das Quinas. Bino fez alinhar: Romário Cunha, Daniel Banjaqui (Gabriel Dbouk, 90’+1), Martim Chelmik, Mauro Furtado, José Neto, Rafael Quintas – Cap. (Santiago Verdi, 68′), Bernardo Lima, Mateus Mide, Stevan Manuel (Gil Neves 68′), Duarte Cunha (Yoan Pereira, 60′) e Anísio Cabral (Tomás Soares, 60′).

5 Comentários

  • Antonio Clismo II
    Posted Maio 30, 2025 at 8:47 am

    Importantíssimo que estes miúdos possam passar por estas experiências de pressão máxima, só assim se fazem e se desenvolvem campeões (talento puro não é tudo, rigor, trabalho e motivação contam e muito para chegar ao sucesso).
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    Impressionado com o nível de leitura de jogo de alguns jogadores.. Há 20 anos atrás seria impossível um jogador português de 16 anos ter já este nível de conhecimento do jogo e cultura tática, mesmo no título de 2003 (Paulo Machado, Moutinho, vieirinha, helder Barbosa, saleiro ou Manuel curto foi mais por acaso do que talento descomunal apresentado).
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    Agora na final quem for mais competente ganha o jogo, Portugal já conhece a França que é muito superior fisicamente mas no primeiro jogo ficou 0-0

    • Amadeu Carrelo
      Posted Maio 30, 2025 at 10:21 am

      Muito maduros (para a idade) e extremamente competitivos. Nunca aceitaram a derrota, não desesperaram e memso empatados quiseram sempre ganhar o jogo no tempo regulamentar. Bravo!

  • oMeuUserName
    Posted Maio 30, 2025 at 9:27 am

    Infelizmente não vi o jogo, mas é impressionante a “linha de montagem” de GR de grande potencial que o Braga tem… Hornicek, João Carvalho, Tai Znuderl, Merse Maier e Romário Cunha. Claramente a posição mais apetrechada da Cidade Desportiva!

    • Antonio Clismo II
      Posted Maio 30, 2025 at 9:57 am

      E não esquecer o Ricardo Velho

    • Antonio Clismo II
      Posted Maio 30, 2025 at 10:06 am

      O vital deixou uma metodologia na observação e treino que o Braga soube potenciar muito bem e é talvez a melhor escola para um GR em Portugal atualmente. Jogar no Braga na formação não é como jogar nos 3 grandes que quase nunca têm remates contra durante os jogos e assim por muito bons que os miúdos sejam estagna porque só são postos à prova nos treinos e raramente nos jogos e dá-se uma grande destruição de potencial.
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      Deste aí o exemplo do Merse Maier como grande GR na linha de montagem do Braga atualmente mas chegou à pouco tempo e nunca mostrou nada por aí além.
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      O Lino Lami também tem qualidade mas como será tapado para o menino estrangeiro ser martelado até dar jogador, cedo irá ser ostracizado e limitado a funções secundárias e terciárias.

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