Duelo sem grande história, tanta é a diferença entre os dois conjuntos (e Bino até deixou vários habituais titulares no banco). A equipa das Quinas, no entanto, fica a lamentar o muito desperdício, já que teve lances suficientes para golear por uns 12-14 golos. Os ferros e a ineficácia impediram esse feito.
Portugal goleou a Nova Caledónia, por 6-1, no arranque do Mundial sub-17. Os lusos até estiveram a perder, devido a um penálti, mas Anísio empatou aos 22′ e depois fez o 2-1 no começo da 2.ª parte. Pouco depois Steven Manuel ampliou e Mateus Mide fez o 4-1 ainda antes dos 60 minutos. Aos 85′ Mauro Furtado fez o 5.º de Portugal e já nos descontos José Neto fechou as contas, num jogo em que Bino alinhou com: Alex Tverdohlebov (GR), Mauro Furtado, Duarte Cunha (Mateus Mide, 45′), Miguel Figueiredo, Steven Manuel (Bernardo Lima, 58′), Gabriel Dbouk, Ricardo Neto, Yoan Pereira (José Neto, 58′), Santiago Verdi – CAP, Zeega (João Aragão, 45′) e Anísio Cabral (Daniel Banjaqui, 66′).


3 Comentários
Antonio Clismo II
Acabou por ser uma espécie de treino e deu para tirar muitas ilações. Ainda bem que foi contra a Nova Caledónia porque se este primeiro jogo tivesse sido contra Marrocos ou Japão não sei se Portugal não perdia aqui pontos.
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Temos que ver que os miúdos chegaram ao Qatar apenas há 2 ou 3 dias e fizeram apenas 2 treinos e precisam de se habituar às condições climatéricas, relvado e envolvente e cercas coisas não saíram bem hoje, como a finalização, organização ofensiva e duelos. Não é normal uma equipa fazer 50 remates num jogo, como também não é normal apenas marcar 6 golos (com 5 bolas aos ferros). Houve muita displicência na última fase e ficou patente que estes miúdos podem melhorar imenso nas bolas aéreas.
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Stevan Manuel foi perdulário em quase todos os lances em que participou (isso já vem sendo recorrente nos jogos pelo Benfica nas últimas semanas em que tem perdido cada vez mais bolas na ânsia de resolver sozinho). Zeega e Duarte Cunha também estiveram completamente desinspirados hoje (razão para o jogo ter ido para o intervalo empatado 1-1).
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Na quinta-feira Marrocos vai entrar com tudo, pois perdeu hoje, e pelo menos estará mais acostumada ao calor tórrido que se fará sentir à hora do jogo (acima dos 30 graus).
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Adorava estes miúdos uns meses nas mãos do Professor Jesualdo Ferreira, que continua a ser o maior em termos de treino de colocação de apoios e posicionamento. Iam passar muito mal, mas tenho a certeza que o seu jogo melhoraria enormidades em todos os momentos do jogo.
Mike-UK
Tirando a humidade, o Qatar em Novembro não é de todo um ambiente hostil.
Concordo que 3 dias seja curto, mas é uma competição sub-17, é assim que são as coisas
Antonio Clismo II
Também me faz impressão ser um central (Mauro Furtado) a bater todas as bolas paradas (mesmo com jogadores como Mide em campo). Se ele bate assim tão bem, compreendo livres diretos, mas livres com cruzamento para área (que podem dar contra-ataque adversário) ou pontapés de canto, acho que é tremendamente arriscado e amador serem batidos por um central que teoricamente deveria estar na área para atacar essas bolas em vez de estar a batê-las.