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Benfica passeia em Setúbal. Sadinos jogaram com 10 desde o minuto 8 e os encarnados com Salvio, Rodrigo e Melgarejo em destaque, conseguiram um triunfo tranquilo

Vit. Setúbal 0-5 Benfica (Rodrigo 14´ e 81´, Salvio 30´, Enzo Perez 45´+1 e Nolito 67´)

O Benfica deslocou-se até Setúbal para golear os sadinos por 5-0. O jogo foi decidido cedo, com a expulsão de Amoreirinha logo aos 8 minutos e o 1º golo do Benfica pouco tempo depois. Os encarnados com alguma intensidade ofensiva no segundo tempo poderiam ter chegado a outros números. O Benfica igualou o FC Porto, Sp. Braga, Moreirense, Olhanense e Marítimo no topo da Liga ZON-Sagres. 
A equipa de Jorge Jesus entrou melhor na partida e, com a expulsão de Amoreirinha, o controlo do jogo foi total. Pouco tempo depois, Melgarejo assistiu Rodrigo para o 0-1, antes do Vitória ter equilibrado a partida a meio campo (melhor período dos sadinos, com um remate de Miguel Pedro para grande defesa de Artur). No entanto, o Benfica voltou a tomar conta do jogo. Javi Garcia testou a atenção de Caleb e Salvio aproveitou uma defesa incompleta do australiano para fazer o 0-2 à passagem da meia hora. Witsel teve duas excelentes oportunidades para aumentar o placard, mas seria Enzo Perez a facturar mesmo em cima do intervalo (novamente com Salvio em destaque). O Benfica entrou com maior intensidade na segunda parte, e depois das substituições mostrou maior qualidade ofensiva (entradas de Aimar, Nolito e Carlos Martins aos 56´, 57´e 66´). O espanhol marcou mesmo na sua primeira acção ofensiva, aproveitando uma assistência de Aimar e um frango de Caleb. Salvio e Carlos Martins ficaram perto do 0-5, que seria obtido novamente por Rodrigo (outra assistência de Aimar). Até final, mais um remate de Salvio, que Caleb defendeu para o poste. 
Destaques:
Benfica – Os encarnados passearam autenticamente por Setúbal, muito por acção de três jogadores (Salvio, Rodrigo e Melgarejo). Apesar de uma primeira parte algo lenta e com poucos lances de perigo, o segundo tempo mostrou um Benfica mais intenso e com uma táctica diferente (Jorge Jesus apostou em Rodrigo na frente, com Nolito, Aimar e Salvio no apoio; Carlos Martins e Witsel no meio campo). Vamos ver se Jorge Jesus vai continuar a apostar no 4-4-2 ou muda para o 4-2-3-1.

Vit. Setúbal – Os sadinos foram claramente afectados pela entrada dura de Amoreirinha e não conseguiram testar a atenção de Artur. A equipa de José Mota, ficou reduzida 10 elementos pelo segundo jogo consecutivo, mas desta vez era impossível repetir o milagre da Madeira. Caleb deu um frango (4º golo), mas realizou algumas intervenções de bom nível, enquanto Miguel Pedro foi o principal destaque dos elementos de campo (esticou o jogo, tentou desequilibrar e ainda fez o único remate perigoso dos sadinos).

Salvio – Voltou a apresentar bom nível, depois da partida frente ao Sp. Braga. Foi o melhor elemento em campo, com um golo marcado, uma meia assistência (o 3º golo é mérito seu) e muitos desequilíbrios causados ao longo dos 90 minutos. Voltamos a referir que em Portugal, a sua técnica, velocidade e capacidade de finalização, fazem dele um dos jogadores mais temíveis.

Rodrigo – O avançado espanhol mostrou uma excelente capacidade de finalização (2 remates, 2 golos) e criou bastantes desequilíbrios na defensiva sadina (o 2º golo tem muito mérito seu).

Melgarejo – Não foi testado na defensiva, mas no plano ofensivo foi um dos melhores elementos do Benfica. Teve o seu corredor completamente livre para fazer ofensivas e conseguiu fazer estragos na defensiva sadina (uma assistência para golo).

Carlos Martins/Aimar/Nolito – O trio que entrou no início da segunda parte deu outra intensidade ao ataque encarnado (especialmente os dois primeiros). Aimar fez duas assistências para os dois golos do Benfica na 2ª parte, Carlos Martins trouxe outra mobilidade e dinâmica ao meio campo (e qualidade de remate) e Nolito marcou no seu único remate.

Enzo Perez/Cardozo – Algumas movimentações interessantes do argentino (e um golo), mas muito abaixo dos colegas de ataque; o paraguaio esteve muito apagado, tendo em conta o volume de jogo encarnado.

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