Era a última oportunidade? O australiano, que deve mudar de ares em 2019 (a BMC deverá extinguir-se e a Trek será o novo destino), volta a abandonar o Tour numa fase precoce (segundo ano consecutivo, curiosamente de novo na etapa 9), sendo que o seu mau posicionamento voltou a ser determinante.
No começo da etapa 9 da Volta a França , Richie Porte viu-se envolvido numa queda e foi forçado a abandonar a prova com problemas no ombro direito. Numa etapa que se previa movimentada desde início, o corredor australiano acabou por ser penalizado pela sua má colocação no pelotão, sendo o segundo ano consecutivo em que abandona o Tour. Recorde-se que, aos 33 anos, Porte ainda não alcançou qualquer pódio numa Grande Volta.


4 Comentários
Miguel Caçote
Não é ao acaso que ciclistas como Porte, Contador, Vanmarcke passem a vida no chão, enquanto outros Sagan à cabeça com muito mais técnica muito raramente têm estes azares.
Richrad
Gostava de que clarificasses melhor a tua opinião Miguel. Fiquei com imensa curiosidade!
Muitos suspiros que fiz por Porte ou Contador não terem obtido outros resultados por quedas em momentos cruciais.
AndreChaves9
É uma questão de técnica em cima da bicicleta. Sagan, Nibali, Valverde(mesmo apesar do ano passado), etc tem bastante técnica é mais difícil caírem. Depois acrescenta.se o factor psicológico e pronto
Miguel Caçote
Não é normal haver ciclistas que todos os anos caem e achar-se que é só uma questão de azar. Normalmente têm erros de posicionamento e menos técnica em cima da bicicleta. O próprio Froome quase todos os anos cai algures. Se tiver chuva então é tiro e queda.
Depois tens outros que estão sempre melhor posicionados e têm muito mais técnica na bicicleta como Sagan (Paris Roubaix de há 3 anos por exemplo em que se desvia miraculosamente do Cancellara), ou como o André referiu o Nibali (hoje foi mais um exemplo disso, quando o Froome cai à sua frente, ele e o Avermaet desviam-se numa situação em que outros provavelmente cairiam.)