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Mannschaft nas meias-finais do Europeu; Dinâmica ofensiva dos alemães, golaços de Lahm, Khedira e Reus, e magia de Özil, vergam uma (fraca) Grécia

Alemanha 4-2 Grécia (Lahm 39´, Khedira 61´, Klose 68´e Reus 74´; Samaras 55´ e Salpingidis 89´g.p.)

A Alemanha garantiu presença nas meias finais do Euro, depois de bater a Grécia por 4-2. Um resultado escasso para o que passou ao longo dos 90 minutos, numa partida de sentido único. Joachim Low colocou Reus, Klose e Schurrle de início, poupando Gomez, Podolski e Muller, mostrando uma certa sobranceria (Schweinsteiger foi o expoente máximo, tal a facilidade com que errava passes, mesmo estando sem pressão de um jogador adversário – displicência e pouco competitivo). 
Os germânicos foram donos e senhores do encontro, comandados pelo maestro Ozil. Durante os primeiros 45 minutos sucederam-se diversas ocasiões de golo (Reus por 3 vezes, Klose, Ozil e Schurrle podiam ter marcado), que poderiam ter ditado um resultado histórico. Contudo, apenas um remate colocado de Philipp Lahm conseguiu bater Sifakis. Para o segundo tempo, Fernando Santos fez entrar Fotakis e Gekas e a Grécia até conseguiu chegar ao golo. A Mannschaft perdeu a bola no ataque, Salpingidis surgiu sozinho pelo flanco direito e cruzou para o desvio certeiro de Samaras. A “glória” grega durou poucos minutos, pois Khedira finalizou com classe um cruzamento de Boateng. Sifakis facilitou no golo de Klose, enquanto que Reus “fuzilou” a baliza grega para o 4-1. O 5º golo esteve próximo, mas foi a Grécia a reduzir. Salpingidis cobrou com sucesso uma grande penalidade. 
Destaques para as exibições de Ozil (o melhor em campo) e Reus (falta apenas afinar a pontaria) e para a forte dinâmica ofensiva dos alemães. Quanto à Grécia, são fracos, mas não podemos ignorar o excelente trabalho do Fernando Santos. Passou um grupo depois de só ter feito 1 ponto nas duas primeiras jornadas e encarou os alemães com várias contrariedades (jogadores importantes lesionados e outros castigados como Karagounis). Principais destaques?

Ozil – Um destaque individual para o médio ofensivo do Real. Espalhou “magia”, deu 146 toques na bola (mais do que Ninis, Makos, Maniatis, Samaras e Salpingidis juntos), encheu o campo com a sua técnica, velocidade e visão de jogo (até mesmo em termos defensivos é incansável na pressão e recuperação de bola, algo raro nos “craques”), fez duas assistências (a que juntou mais 118 passes, 7 deles igualmente para golo) e provou mais uma vez que não fosse a sua finalização (tem de marcar mais golos) podia ser um dos 5 melhores do Mundo. No Ranking dos melhores jogadores europeus em que lugar está o médio ofensivo do Real Madrid?

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