Rep. Checa 1-0 Polónia (Jiracek 72´) – Começando pela partida de Wroclaw, a Polónia voltou a entrar bem e a sair muito mal. A co-anfitriã criou bastante perigo para a baliza de Petr Cech, mas nunca conseguiu bater o guarda-redes checo, enquanto que no segundo tempo, os jogadores da equipa da casa arrastaram-se pelo campo. Com o passar dos minutos, a Rep. Checa foi tomando conta da partida, com mais posse de bola e jogadas organizadas. Ora pelo lado direito (Selassie a Jiracek), ora pelo lado esquerdo (Pilar e Limbersky), os checos iam criando bastante perigo. O justo golo surgiu aos 72´, numa excelente incursão de Baros. O avançado cedeu a bola para Jiracek, que rematou para o fundo da baliza de Tyton. O resultado chegava para a Rep. Checa passar, o que aconteceu, sem antes Kuba ter ficado perto de igualar a partida. O capitão polaco rematou, mas Kadlec salvou em cima da linha de golo. Destaque para as excelentes exibições de Pilar e Jiracek, bem como da dupla de centrais (Sivok e Kadlec). Principais destaques?
O grupo A prometia grande equilíbrio dada a inexistência de um grande papão europeu. Antes do início da competição, Rússia e Polónia reuniam condições para chegar aos quartos-de-final, contudo, nesta última jornada, correu tudo ao contrário. A Rússia (que era a grande favorita) saltou do 1º para o 3º lugar, a Grécia do último lugar para o 2º, e a Rep. Checa eliminou a co-anfitriã Polónia e terminou o grupo na 1ª posição (gregos e checos vão defrontar os 2 primeiros classificados do grupo de Portugal, curiosamente já em 2004 contra todas as previsões superaram a fase de grupos e acabaram por ir longe na competição).
Grécia 1-0 Rússia (Karagounis 45´+2) – No outro encontro, esperava-se um maior domínio russo transformado na qualificação para os quartos-de-final, mas a Grécia tinha outros planos. A Rússia entrou melhor na partida, rematou por muitas ocasiões, mas Sifakis não se teve de aplicar a fundo. Do outro lado, apenas um desvio de Katsouranis colocou Malafeev à prova. Quando tudo parecia encaminhado para um 0-0 ao intervalo, Zhirkov falhou na defesa e Karagounis surgiu na cara do guarda-redes russo para rematar para o golo. No segundo tempo, a Rússia foi à procura do empate, contudo, raramente conseguiu ultrapassar a defensiva grega. Os jogadores russos estavam claramente “bloqueados” e foi mesmo a Grécia a ficar perto do 2-0. Tzavellas, com grande classe, colocou a bola na barra da baliza russa, na transformação de um livre directo. Até final, o “chuveirinho” russo, sem critério e com apenas um lance de perigo. Dzagoev cabeceou, mas a bola saiu junto ao poste da baliza grega. Destaque para Fernando Santos, que levou a Grécia aos quartos-de-final e um previsível confronto com a “Alemanha de Merkel” (se não aconteceram mais surpresas). Principais destaques?


