Atl. Madrid 3-0 Athletic Bilbao (Falcao 7´e 34´, Diego 85´)
Falcao – O 3-0 não transmite na totalidade o que se passou, já que ao intervalo o resultado devia ser El Tigre 2 Bilbao 0. Foi de longe a figura da partida, e o que fez na 1ª parte (o jogo estava equilibrado) acabou por ser decisivo. O colombiano sozinho fabricou e marcou o 1º golo, e no 2º com um trabalho de área notável aproveitou uma invenção de Amorebieta e não perdoou, curiosamente das duas vezes facturou de pé esquerdo. Pelo 2º ano consecutivo voltou a ser o melhor marcador da Liga Europa e a decidir a final, se continuar neste ritmo, vai ser forçado a mudar o nome para “Senhor Liga Europa”.
Atl. Madrid – Os colchoneros entraram melhor no jogo, tiveram um Falcao em grande, e com o golo madrugador souberam gerir a partida. É justo destacar o pragmatismo do conjunto de Simeone, a excelente exibição de Courtois (o guardião de apenas 19 anos fez várias defesas de grande nível), a coesão da dupla Gabi-Mario Suarez (equilibraram sempre a equipa e foram decisivos em termos defensivos), e a capacidade de desequilíbrio do trio Diego (grande golo), Adrian e Turan.
Athletic Bilbao – Acusaram a falta de experiência nos primeiros 20 minutos e quando entraram no jogo foram traídos pela falta de eficácia. Llorente esteve particularmente perdulário, Susaeta, Ibai Gomez também podiam ter marcado, mas hoje a noite não era dos bascos. Defensivamente cometeram igualmente alguns erros infantis, e no geral, apenas Muniain saiu do jogo com uma exibição positiva (apesar de nem sempre ter decidido bem). Destaque principal para a maneira emocionada como os jogadores no final sentiram a derrota, é incrível a maneira como sentem o clube, a bandeira e transportam a alma e garra da região.


