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À atenção do Sporting: Bayer Leverkusen

As competições europeias estão de volta, e as equipas portuguesas tem pela frente desafios aliciantes. O Sporting entra em campo dia 18, enfrentando, em Alvalade, o Bayer Leverkusen da Bundesliga. Já a segunda mão está agendada para dia 25, querendo os Leões alcançar uma vantagem já no primeiro confronto, dado que a Bay Arena teima em ser um reduto difícil para os visitantes (que o diga Guardiola que ainda não venceu lá com o Bayern).


11 base: Leno; Jedvaj, Tah, Töprak, Wendell; Kramer, Kampl, Bellarabi, Çalhanoğlu; Kiessling e Chicharito.
Sistema tático: 4-4-2 clássico. Schmidt ainda começou a época a apostar num 4-2-3-1 com Mehmedi descaído para a esquerda e Çalhanoğlu no meio atrás do avançado, mas o bom entendimento entre Chicharito e Kiessling depressa fez o técnico alemão impor o 4-4-2 de que tanto é apreciador (era a sua tática em Salzburgo). Bellarabi joga bem aberto pela direita, Çalhanoğlu fecha na esquerda, já no meio, na ausência de Bender, têm jogado Kramer e Kampl.





Ponto forte: Capacidade de pressão. Se há equipa que na Europa se pode dizer que é uma autêntica carraça durante todo o jogo, é o Bayer Leverkusen. Os farmacêuticos, depois de um período inicial difícil, assimilaram bem as ideias de um treinador que tem como visão um futebol de pressão alta, começando logo pela saída de bola do adversário.

Nesta imagem vemos Tin Jedvaj (lateral direito) a recuperar uma bola no último terço do campo. Bellarabi (fora da imagem) pressionou no central, Kramer encostou logo no lateral, Kiessling veio compensar e o croata bloqueou logo a saída de bola do Bayern, tendo mesmo conseguido recuperar o esférico.




Nestas duas imagens vemos outra das condicionantes da pressão de Schmidt. Vários homens na zona da bola, tornando quase impossível a tarefa ao adversário de jogar a bola jogável. Também por isso, a equipa alemã é uma das equipas que mais bolas rouba na atualidade.

Ponto fraco: Transição defensiva. Como se costuma dizer, equipa que corre riscos (e uma formação que pressiona tão alto tem que os correr) está sujeita a descompensar-se defensivamente. Os farmacêuticos costumam desequilibrar-se facilmente com alguma facilidade e têm na direita uma lacuna por colmatar. Um extremo mais rápido e forte no 1×1 consegue facilmente bater Hilbert e Jedvaj (este uma adaptação), laterais intempestivos (teimam em ir de primeira) que são batidos com alguma regularidade. Sendo que depois de alcançada esta vantagem, existe espaço na área, dado que os médios demoram a chegar (é nesta altura que se sente a falta do capitão Bender).

Nesta segunda imagem, a bola é jogada em Douglas Costa que ultrapassa o lateral e consegue mais uma oportunidade de cruzamento. Coman aproveita o facto de Müller (fora da imagem) prender a atenção de Wendell e aparece numa zona perto da entrada da área sozinho.

Jogador sensação: Çalhanoğlu. É certo Javier Hernández não para de marcar, mas o mexicano é mais um reflexo do bom coletivo do que um atleta que leva a equipa às costas. Por outro lado, Çalhanoğlu é um jogador que consegue criar jogo para si e para os colegas, sendo muito mais do que bolas paradas. O turco é porventura o melhor executante da atualidade (e quem tem esta qualidade naturalmente tem de a aproveitar), mas reúne várias características que o colocam como um dos melhores jogadores jovens da atualidade. O seu forte pontapé, a facilidade de atuar em várias posições (é médio ofensivo de origem, mas tem jogado na esquerda), a capacidade de passe e cruzamento e até a predisposição defensiva mostram bem o craque que aos 22 anos é.

Em organização ofensiva é recorrente vermos ambos os médios jogarem perto de Çalhanoğlu numa tentativa de arrastar os marcadores diretos também para esta zona, já que o ex-Hamburgo tem a facilidade aprimorada de virar o centro do jogo. Bellarabi, depois de receber a bola, recebe o apoio do lateral, mas o objetivo é claro, colocar a bola na área onde os dois avançados estão sempre presentes.

Treinador: Roger Schmidt. O alemão de 48 anos foi um fracasso como jogador, mas como treinador (e começou em clubes com poucas aspirações) soube chegar perto do topo. Deu-se a conhecer ao Mundo em Salzburgo, onde realizou um trabalho notável, fazendo do Red Bull local uma máquina ofensiva. Nessa equipa potenciou jogadores como Kampl, Sadio Mané, Alan ou Soriano, sendo que foi ele que lançou Naby Keita na equipa principal. Agora, em Leverkusen, ainda não conseguiu oferecer a estabilidade desejada à equipa, mas tem feito um trabalho competente. O ano passado ficou em 4.º no campeonato (com acesso à LC) e na Champions e na Taça foi eliminado ingloriamente nas grandes penalidades, já em fases adiantadas. Este ano falhou o acesso às meias finais da Taça com o Bremen (o facto de ter ficado reduzido a 10 foi determinante) e na Liga dos Campeões caiu para a Liga Europa, apesar de ter sido o único clube a dominar o Barcelona na competição.

Apesar do Bayer ter em Çalhanoğlu um fantástico executante de bolas paradas, é Schmidt um dos obreiros do seu sucesso. Veja-se num Ajax 0-3 Salzburgo, um livre estudado que André Ramalho (agora jogador do B04) acaba por desperdiçar.

Modelo de jogo: Jogar em função das características dos jogadores. O Bayer Leverkusen não tem o futebol mais bonito da Europa, nem tanto tem aquele mais rendilhado, mas é fortíssimo naquilo que faz. Os centrais (muito altos) raramente perdem uma bola pelo ar, sendo que Kiessling é várias vezes usado como referência, seja em pontapés de baliza (Chicharito, oportunista, tenta logo posicionar-se para receber o passe do alemão), seja na saída de bola e a isto ainda se podiam juntar Bender, Papadopoulos ou Boenisch, que quando lançados ainda oferecem mais força nos duelos aéreos. Wendell, pela esquerda, foi uma surpresa agradável, não sendo por isso de estranhar que esse seja o lado em que o Leverkusen mais tempo passe em posse (Çalhanoğlu movimenta-se para o interior, permitindo a subida do brasileiro). O meio campo conta com jogadores agressivos, apesar de Kramer ser mais posicional e Kampl um box-to-box, com capacidade para se multiplicar pelo campo todo. Bellarabi é o irreverente da equipa, cavalgando com bola sempre que pode. Defensivamente tenta ajudar o lateral direito, que é geralmente o ponto mais débil do 11. Sendo que na frente, como Kiessling segura melhor a bola, é Chicharito quem joga mais avançado. O mexicano é o 1.º a pressionar o guarda-redes, preocupando-se mais o alemão em compensar algum médio defensivamente ou fechar num central.


Uma situação de jogo recorrente no nulo frente ao Bayern. A equipa de Guardiola “teimou” em jogar em campo aberto, mesmo em pontapés de baliza, algo que é perigoso frente a este Leverkusen. Neuer teve de bater a bola (visto sem soluções para jogar curto), os centrais do Bayer ganharam sem problemas e a segunda bola ficou na posse da equipa da casa que criou logo uma situação de desequilíbrio, dado que tinha vários jogadores no bloco separados por poucos metros (a jogada acaba com um remate perigoso de Chicharito).



Já aqui vemos outro dos princípios da equipa em organização ofensiva. O médio interior (neste caso Kampl) baixa para oferecer linha de passe, o central roda a bola para o outro e Tah lança a bola em Bellarabi que vai ao encontro da bola pelo interior, jogando de imediato no lateral que faz o movimento oposto e ganha a linha. O objetivo passa mais uma vez por colocar a bola na área, aproveitando um dos melhores cabeceadores da atualidade (Kiessling), ou um dos melhores finalizadores (Chicharito).

Golo marcado nos primeiros segundos do duelo frente ao Dortmund (2-0 para o Leverkusen), encontro que marcou a estreia de Schmidt pelos farmacêuticos na época passada. Em Salzburgo era recorrente que o pontapé de saída fosse trabalhado para originar uma oportunidade de golo.


Fábio Teixeira

0 Comentários

  • Anónimo
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 10:53 am

    Uau… é este tipo de análise que falta ser trazida à coação para todos os treinadores de bancada.
    Momento à Carlos Daniel, espero que haja muitos mais, parabéns.

    João Pereira

  • Anónimo
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 10:55 am

    Grande artigo, parabéns!

  • Mr.D
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 10:59 am

    Fantástica análise! A equipa do VM juntamente com a sabedoria dos seus leitores cria um blog desportivo sem igual.
    Destacar esta harmonia entre leitores e blog, beneficia imenso o leitor.
    Fenomenal, continuem este trabalho!
    Parabéns, Fábio Teixeira

  • theperocks
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 10:59 am

    Brilhante analise, mais uma vez muito bom trabalho

  • Anónimo
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 11:01 am

    Muito agressivos na pressão, já tinha conhecimento, mas quando foi o Benfica – Leverkusen o ano passado, foi incrível. É um estilo de jogo que acho que qualquer adepto gosta de ver, a pressão que fazem não é normal, mas é uma pressão por vezes, demasiada exagerada, se uma equipa trabalha o jogo para jogar longo, ou fazer variações de flancos, ou meter 4 jogadores no ataque na saída de bola e meter lá a bola, é meio caminho andado para sair dessa pressão com sucesso. Para perder a bola, basta tentar sair curto, ou sai muito bem ou então já se foi.
    Estilo de jogo é demasiado ofensivo, desequilibra muito a equipa, que se formos a ver tem um jogador forte por cada posição, é uma equipa muito completa.
    Foram tem apenas 5 vitórias contra equipa da Liga Alemã e da Champions (não contei com os jogos fáceis fora para a Taça que foram 3)e tem 19 golos sofridos, isto tudo em 14 jogos.
    O Sporting tem de aproveitar o factor casa.
    Já agora, devem adoptar o 4-2-3-1 visto que Chicharito não irá jogar.

    Luis Magno

  • Anónimo
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 11:01 am

    Excelente artigo, muitos parabéns!
    É, na minha opinião, o adversário mais forte que os 3 grandes têm no caminho. Sempre admirei muito esta equipa do Leverkusen.
    Saudações benfiquistas

    ORDEP

    • Anónimo
      Posted Fevereiro 16, 2016 at 11:45 am

      Tudo bem que é a tua opinião e é de respeitar… Mas andas a ver o jogos do Dortmund ? É que uma coisa é gostares mais, outra é ser a mais forte. E este Leverkusen não tem estado nem de perto nem de longe ao nível do Dortmund, na minha opinião…

      JG

    • Anónimo
      Posted Fevereiro 16, 2016 at 12:55 pm

      JG
      É verdade que o Dortmund tem estado num grande momento, mas ainda assim acho o Leverkusen mais perigoso.
      Não digo que o Benfica e que o Porto tenham a vida facilitada (pelo contrário), mas a mim parece-me que o Sporting irá passar maiores dificuldades.

      ORDEP

    • Samuel Félix
      Posted Fevereiro 17, 2016 at 4:34 pm

      Boa tarde a todos,

      Sou Benfiquista, apenas escrevo para comentar que a equipa da Leverkusen é das equipas que mais gosto de ver jogar, sempre muita intensidade, muita pressão sobre o adversário, bons jogadores… Gosto bastante. Se é melhor ou pior que os adversários de Benfica ou Porto? Penso que acabará por ser a mais vulnerável mas são muito fortes e o sporting terá tarefa dificil, acho que necessitam ganhar o primeiro jogo se quiserem ter hipóteses.

      PS: Excelente análise, já a do Zenit também…

  • Anónimo
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 11:06 am

    Grande análise. É isto que enriquece ainda mais este blog. Os meus parabéns.

    André

  • Fábio Teixeira
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 11:06 am

    Devem jogar o Ramalho (no lugar do Kramer) e o Mehmedi (em vez do Chicharito) na primeira mão.

  • Fábio Mendes
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 11:09 am

    Fonix, brutal análise!

    Muitos parabéns pelo artigo Fábio Teixeira.

    Espero ver mais artigos deste género no VM.

  • Anónimo
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 11:14 am

    Uma palavra para este artigo: Brilhante! que venham mais

    Tiago C.

  • x0n4s
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 11:15 am

    fantastica analise !!
    parabens Fábio Teixeira!

  • Gonçalo Duarte
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 11:16 am

    Brilhante análise,já estava a espera de um texto do género!
    Em relação ao Leverkusen já tinha reparado em algumas das fraquezas como os laterais,e a transição defensiva ,por isso na minha opinião o onze devia ser algo como:Patrício,Esgaio ou Jefferson se estiver disponível,Coates e Semedo,João Pereira,William,Adrien,Matheus e Gelson nas alas de modo a aproveitar as fraquezas do Bayer e João Mário atrás de Slimani.
    Vai ser um jogo muito díficil,de longe o mais díficil até agora ,mas acredito que tenhamos capacidades para passar

    • NoSense
      Posted Fevereiro 16, 2016 at 12:33 pm

      Gonçalo, o Sporting nunca, mas nunca pode jogar sem Patrício, João Mário, Adrien, Slimani e…Ruiz.
      Estes são os "fundamentals" e não dá mesmo para abdicar da qualidade de Ruiz (para mim, o jogador mais aprimorado tecnicamente da liga portuguesa), portanto, talvez a única alteração que faria ao teu "onze" seria a troca de Gelson (rende muito mais quando vindo do banco, um autentico "agitador") por Ruiz (com Matheus, Ruiz e João Mário a trocarem constantemente de posição – João Mário ora ao centro ora à direita, Ruiz entre a esquerda e o centro, e Matheus entre a esquerda e a direita)…

      Quanto ao artigo, nada mais a dizer se não fantástica análise

    • Gonçalo Duarte
      Posted Fevereiro 16, 2016 at 12:42 pm

      No Sense
      Acho que para aproveitar as fraquezes do Bayer estes são os melhores,e Ruiz também tem estado sujeito a muito desgaste mas trocar Gelson por Ruiz também seria uma boa opção e deve ser esse o 11 que Jesus vai escolher

    • Anónimo
      Posted Fevereiro 16, 2016 at 1:02 pm

      Ruiz o jogador mais aprimorado tecnicamente da liga portuguesa? Gaitan manda um abraço!
      De resto tudo de acordo, Ruiz é mais importante para o jogo de transição que o Sporting utiliza, sendo o Gelson um agitador tremendo(que o diga Eliseu).
      Quanto ao Matheus, tem qualidade mas falta-lhe intensidade.

      FM

    • NoSense
      Posted Fevereiro 16, 2016 at 1:34 pm

      @Gonçalo Duarte
      Não digo que não dê resultado jogar com Matheus e Gelson (Lokomotiv, onde poucos pensariam ganhar dá-te toda a razão), mas mesmo nesse jogo, não jogou William, sendo que Ruiz jogou atrás de Montero e acho que Ruiz tem de jogar sempre, mas tendo como prioridade o campeonato, poderia sim, ser uma boa oportunidade de "descansar" Ruiz

      @FM
      Como disse, "para mim", e sendo Sportinguista vou sempre preferir jogadores do Sporting a jogadores do benfica, até porque "para mim" (mais uma vez) tecnica não se resume a fintar (apesar do golo do gaitan frente ao Moreirense ser um lance de pura tecnica e classe), mas sim o dar, receber, simular, gerir (quer compassos quer cansaço, quer o próprio jogo) e interpretar, e nesse capítulo, continuo a preferir o Ruiz. Quanto ao Matheus, é acertar na escolha de campo para que fique do lado do Jesus, que a intensidade aparece

    • Rodrigo Ferreira
      Posted Fevereiro 16, 2016 at 3:31 pm

      O Ruiz nunca pode sair da equipa. Mantinha o 11 da última jornada, apenas entrando o Esgaio por necessidade e o Gelson no lugar do Bruno César.

  • Kafka I
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 11:18 am

    Muito boa análise…vai ser um embate bastante interessante de se ver entre 2 excelentes treinadores..

  • KG
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 11:21 am

    Excelente análise Fábio ! Parabéns pelo artigo, é, sem duvida um dos melhores que já tive oportunidade de ler aqui no blog em termos de análise do jogo propriamente dito .

    Portugal está sedento deste tipo de iniciativas para os treinadores de bancada e bate-boca perceberem o que realmente é o futebol, e para fãs se deliciarem com estes relatórios .

  • Jose Lopes
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 11:32 am

    Mas que delícia de análise. Deu me muito gosto ler cada palavra e para nós, treinadores de bancada, é algo que faltava. Espero que continue. Muitos parabéns pelo belíssimo artigo e fantástica análise Fábio.

  • Adolfo Trindade
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 11:36 am

    Chapeau.

  • Flávio Rodrigues
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 11:41 am

    Excelente iniciativa vm

  • Green
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 11:51 am

    Algumas questões:

    – tendo em conta a lesão de Chicharito, no ultimo jogo jogou um puto de nome Brandt. Alguém o conhece?

    – será previsível que o Leverkusen dê primazia à Liga alemã e luta pela Champions, ou acreditam que irão apostar também na Liga Europa?

  • Pedritxo
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 11:55 am

    O problema do Leverkusen e mesmo a transiçao defensiva, e isto custa muitos pontos a equipa, e o Sporting pode aproveitar isso.
    O Roger e aquele tipo de treinador que o que interessa e marcar mais do que o adversario, logo joga sempre ao ataque, mas neste jogo, Chicharito penso que esta lesionado, logo, pode voltar ao 4231.
    Bender faz uma falta tremenda para o equilibrio da equipa, porque Kampl nao da esse equilibrio.
    Tudo vai depender do que JJ vai querer da competiçao, se o Sporting vai com a força toda ou se roda alguma coisa, e se rodar, arrisca-se a ser goleado.
    William se mantiver a pessima forma, vai sofrer muito.
    Adrien e J.Mario vao ser os pontos chave.

  • Cristiano
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 11:56 am

    Excelente análise!
    Penso que o Bayer é ligeiramente favorito pela segunda mão se jogar na Alemanha.

    Estou ainda expectante se JJ vai utilizar o 11 base ou rodar meia equipa, aposto mais na segunda, pois o campeonato é o objetivo principal do clube e o Sporting não tem grandes aspirações nesta prova.

    • Anónimo
      Posted Fevereiro 16, 2016 at 12:05 pm

      Bayer se jogar na Alemanha? Então se não jogarem na Alemanha jogam onde?

      Luis Magno

    • Diogo Santos
      Posted Fevereiro 16, 2016 at 12:50 pm

      Luís, ele quer dizer que quem joga a segunda em mão tem vantagem. Algo com o qual até concordo em certa medida.

    • Anónimo
      Posted Fevereiro 16, 2016 at 1:13 pm

      Luis Magno não vejo lá nenhuma virgula, tenta outra vez.

      Mário

    • Anónimo
      Posted Fevereiro 16, 2016 at 1:25 pm

      Não é tentar outra vez Mário. Ele diz que o Bayer é favorito pela segunda mão se jogar na Alemanha. Não, o Bayer é favorito pela segunda mão pois joga em casa (na Alemanha), onde são muito fortes. Aí sim está correcto e concordo claro.

      Luis Magno

    • Cristiano
      Posted Fevereiro 16, 2016 at 1:53 pm

      Caro Luis Magno,

      Como diria o outro, é muita literatícia.

    • Rafael Vicente
      Posted Fevereiro 16, 2016 at 3:05 pm

      Luís Magno, o português está correto. O Cristiano disse "O Bayer é ligeiramente favorito pela segunda mão se jogar na Alemanha" ou seja, ele disse que o Bayer é favorito porque joga a segunda mão em casa.
      Pela segunda mão se jogar = porque a segunda mão joga-se.

  • Rui Marguilho
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 12:20 pm

    Excelente análise. Dá gosto ver que ainda há quem se preocupe com verdadeira informação. Espero que o sporting saiba contrariar a estratégia do bayer e gerir a eleminatória rodando a equipa ou não. Já mostrou que tem qualidade no banco para haver confiança mesmo com meia equipa diferente do habitual.

  • Anónimo
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 12:34 pm

    Fábio, antes de mais excelente análise ao Bayer e ainda por cima pegando num jogo dificil contra o Bayern.
    Com esta qualidade o VM já dava para um programa de segunda à noite que daria um baile às "farsas" que dão nos canais. Que dizem?
    JPequito

    • Pedritxo
      Posted Fevereiro 16, 2016 at 1:04 pm

      Seria excelente haver um programa do VM, ate envolvendo varios leitores, nao tendo um painel fixo, porque tem muita gente de qualidade aqui.

    • Anónimo
      Posted Fevereiro 16, 2016 at 2:00 pm

      Até pegando no post acerca dos 23 eleitos, daria para fazer um grande programa e muito mais atractivo e interagindo com o público
      JPequito

  • RF
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 12:36 pm

    O antidoto contra estas equipas é virar o jogo assim que se recupera a bola. As equipas ficam todas descompensadas, Barcelona, Bayer e Sporting fazem esta pressão alta, contra equipas mais fracas resulta na perfeição. Se os adversaries tiverem capacidade para executar rapido assim que recuperam a bola, basta virar o jogo de primeira para o lateral ou extremo oposto e as equipas abanam todas.
    O mais engraçado é quando duas destas equipas se defrontam. É tudo a fazer pressão ao portador da bola e a ver quem consegue sair de pressão mais rápido. Normalmente da muitos golos.
    Acho que o JJ tem de por o Gelson/Mané porque contra estas equipas a velocidade nas alas é determinante para aproveitar os desequilibrios. Claro que tudo depende da rotação que o JJ fizer.

  • João Neves
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 12:55 pm

    O Bayer mesmo com Bender grande parte do ano passado revelou fortes problemas na transição defensiva tirando uma fase durante a segunda volta. Tem fundamentalmente a ver com o Schimdt e não com os jogadores. Há treinadores que simplesmente são menos equilibrados e menos competentes a trabalhar determinados processos e o Schmidt é um deles. Este Bayer já se conhece bem, é bem mais fácil de travar principalmente fora de casa e o Sporting vai ter muito mais possibilidades de passagem do que se o tivesse defrontado o ano passado. Aliás é uma equipa mediana a jogar fora e este ano apenas conseguiu vitórias contra equipas fracas. Os jogos difíceis perdeu-os TODOS na Alemanha e na Europa. Não é de forma nenhuma o bicho papão que querem fazer crer que é.

  • Pestana
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 1:18 pm

    Poderiam começar na ABola TV, em dúvida seria uma excelente iniciativa.

  • Andre Carmo
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 1:49 pm

    Muito boa analise!! Veremos como o sporting se adapta ao sistema de jogo do bayer. Espero que o jesus meta um extremo rapido como por exemplo o gelson, vai causar estragos!

  • Rodolfo Trindade
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 2:44 pm

    Não sei até que ponto o Brandt não aparecerá a titular neste jogo, visto que o Chicharito está lesionado, mudando o esquema táctico um pouco.

    Excelente análise Fábio. Obrigado.

  • m1950
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 2:46 pm

    Excelente análise , parabéns ao VM!

  • - Stalley -
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 2:46 pm

    Excelente analise, vai ser um bom teste a este Sporting e á nossa defesa.

    O Leverkusen parte com algum favoritismo para estas eliminatórias, até porque joga a segunda mão em casa, portanto cabe ao Sporting marcar em casa e não sofrer golos se possível.
    Para este jogo, tirando a troca de DE, que poderá até ser de JP já que acabou a jogar nessa posição na Madeira, mas a minha aposta vai para Esgaio a DE.
    Com a lesão de Bruno César, acredito na entrada de Gelson, até pelo o ponto fraco do Leverkusen que vem no post.

  • José Pedro Teixeira
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 3:00 pm

    Excelente, fazem falta mais posts como este!

  • Rodrigo Ferreira
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 3:28 pm

    Excelente Fábio, tudo dito.

    De facto, o Bayer é uma equipa extremamente forte na pressão (novo duelo interessante neste capítulo entre Schmidt e Jesus), na transição rápida e tem jogadores que criarão muitos problemas ao Sporting, nomeadamente Bellarabi, Çalhanoglu e Kiessling.

    Posto isto, mesmo tendo em conta o jogo com o Boavista, não espero uma grande gestão por parte de JJ. Esgaio deve ser o lateral esquerdo, mas não mexeria nas restantes posições, pois elementos como Adrien, João Mário ou Slimani serão fundamentais nesta eliminatória complicada. Caso Bruno César não recupere, lançaria Gelson, que é o jovem extremo mais competitivo do Sporting, ficando Ruiz numa posição central atrás de Slimani.

  • Philo
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 3:33 pm

    Post GI-GAN-TES-CO!
    É este tipo de conteúdos que diferencia e dá valor ao Visão de Mercado.
    Continua, por favor.

  • Diogo Palma
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 3:35 pm

    Os alemães são muito fortes mas o Sporting também tem as suas qualidades, acredito que será uma eliminatória com muitos golos e equilibrada.

    Veremos qual o 11 que JJ escolherá para este primeiro jogo, Jefferson (espero que consiga estar apto, é pena o Zeegelaar não estar inscrito) e Bruno César parece que vão falhar o jogo e por isso Esgaio e Mané devem entrar de inicio para os respectivos lugares.

    Estou com muito fé para 5ª e para isso contribuiu a afirmação da dupla Coates e Semedo bem como a subida de rendimento do William, serão 3 jogadores importantíssimos para travar o ataque alemão.

  • Anónimo
    Posted Fevereiro 16, 2016 at 3:36 pm

    Grande, Grande Post! Continuem assim e qualquer dia abola e o record online desaparecem!
    Miguel

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