10.º Grand Slam na carreira. Já só está a 1 de Borg e a 4 de Sampras e Nadal, e considerando o seu percurso (a juntar à pouca rivalidade que parece ter na actualidade) desfazer esta diferença pode ser apenas uma mera formalidade. O Sérvio, talvez o jogador mais forte na história na resposta ao serviço (além de ser o fisicamente mais impressionante, mesmo psicologicamente é fortíssimo), este ano marcou presença nas 4 finais dos torneios de Grand Slam e vem de sequências incríveis: 4 vitórias na Austrália nos últimos 5 anos, 3 finais de RG nos últimos 4 anos, 3 finais consecutivas em Wimbledon; 5 finais nos últimos 6 anos em Nova Iorque. Aliás, apesar de ser apenas o 7.º com mais Majors, é o 4.º com mais presenças em finais (18, apenas menos duas que Nadal).
Novak Djokovic voltou a vergar Federer e conquistou pela 2.ª vez o US Open. O n.º 1 Mundial, que parece estar com tudo para ser um dos 3 melhores de sempre nesta modalidade, derrotou Federer pelos parciais de 6-4, 5-7, 6-4 e 6-4. Um confronto que não defraudou as expectativas, mas com o sérvio, que teve uma queda aparatosa a meio do 1.º set, quando já tinha quebrado o serviço a Federer, mas nem assim foi abaixo, a levar quase sempre a melhor nos momentos decisivos (Federer deu espectáculo no 2.º set, até podia ter resolvido mais cedo, mas no 3.º quando tinha o ascendente permitiu a quebra sem explicação, até liderava nesse jogo por 40-15, ainda recuperou, mas voltou a vacilar e depois não aproveitou 2 break points que podiam ter dado o 5-5, à semelhança do que aconteceu no 4.º set… aliás só aproveitou 4 dos 23 break-points que dispos). Com este triunfo, o líder do Ranking ATP, que consolida ainda mais o seu estatuto nesta modalidade, igualou os duelos com Roger, 21 vitórias para cada 1, mas essencialmente aumentou o jejum do suíço, que continua em branco em torneios do Grand Slam desde 2012, e este ano perdeu dois Majors para o n.º 1 do Mundo (já tinha sido derrotado em Wimbledon). Federer, que esta época perdeu 4 das 6 finais que disputou com Djokovic, apesar dos 34 anos até parece estar na melhor forma dos últimos anos (ainda não tinha perdido um set desde Wimbledon, fisicamente está forte e até psicologicamente não se foi abaixo quando Djoker estava em vantagem), mas mais uma vez, apesar de todas as variações de jogo que apresentou (as subidas à rede nem sempre resultaram), foi incapaz de derrotar o sérvio.



0 Comentários
Anónimo
Eu acho que discutir quem é o melhor entre Djoko e Fedex (se tivessem a mesma idade) seria o mesmo deo que discutir quem é melhor entre Messi e Ronaldo, um tem uma magia única uma técnica fora do normal e é um predestinado o outro é bom porque "marra" todos os dias par cada vez mais ser mais e melhor..
Eu como gosto de ténis mas não sou fanático desfruto deste dois excelente jogadores o máximo :)
Ricardo Peixoto
Rafael Vicente
Concordo Stan!
Stanislas Wawrinka
Por acaso acho que essa comparação Messi vs Ronaldo é análoga ao Federer vs Nadal, e não ao Djokovic
Stanislas Wawrinka
Ora bem, com muita pena minha só vi o primeiro Set porque hoje trabalhava, mas vi o resumo na hora de almoço e tenho de me sentir frustrado com a quantidade de break points de que dispos o Federer sem conseguir converter a grande maioria.
Federer com 34 anos continua uma máquina, mas infelizmente já não apresenta a consistência de outros tempos. No jogo com o Wawrinka conseguiu uma percentagem de 1ºs serviços de 80%, ontem foi de cerca de 60 sendo que no primeiro set esta se situava nos 40%. Ora sem 1º serviço as coisas ficam muito complicadas…
Se Federer é capaz de ganhar um grand slam? Eu espero que sim, mas para isso terá de evitar Djokovic (e convém não esquecer Nadal) na final, uma vez que para bater Djokovic em 5 sets só mesmo num dia muito inspirado e em que o Djoker não esteja a 100%. Ou seja, tem de haver um alinhamento de astros com muito pouca probabilidade de acontecer. Penso que a melhor hipótese de Federer foi o último US Open, mas o Cilic na meia final estava em estado de graça.
Quanto a Djokovic é um enorme jogador, mentalmente talvez o melhor de sempre, e com uma resposta fantástica. Apesar disso, acho que tecnicamente Agassi era melhor na resposta.
Com 34 anos, há quem comece a questionar quando Federer deve sair… Mas a jogar a este nível, a atingir 2 finais de GS e a ganhar títulos, porquê abandonar? Acreditem que o que estamos a testemunhar é história. Somos uns privilegiados por podermos ver este grande senhor do ténis.
Rafael Vicente
Concorco. Ele próprio já o disse.
Kafka I
Rafael
Eu acho que ele para o ano abandona, vai tentar a medalha olimpica no Rio de Janeiro (é o único titulo que lhe falta na carreira), mas ganhe ou perca vai abandonar
Desejo estar errado, mas é a minha convicção que não passa de 2016
Rafael Vicente
O Federer é um Connors (jogou quantos anos? 20 para aí) mas com mais qualidade. Pode jogar se quiser mais uns 2/3 anos, o que duvido ele denota já cansaço do tênis, de ter de estar sempre ao mais alto nível.
Quanto à resposta ao serviço eu corroboro e acrescento que a do Agassi era mais colocada e sobretudo mais acutilante, era mais difícil de devolver a resposta do Agassi (muitas vezes ganhantes) que as de Djokovic.
Fábio Mendes
No aspecto de o melhor Federer ser superior ao melhor Djokovic vou ter de concordar.
E concordo porque o Suíço apresenta uma variedade de movimentos e de formas de jogar que nunca ninguém teve (que eu me lembre).
É verdade que o Rafa Nadal com 18 ou 19 já batia o pé ao Federer e chegou a um nível muito alto mais cedo que o Djokovic mas talvez essa rápida ascensão física do espanhol teve consequências negativas para o seu sucesso a médio-longo prazo como podemos comprovar neste momento, e já não disputa uma final de um GS desde a sua vitória em Roland Garros no ano passado, ou seja, 6 GS consecutivos sem ir a uma final.
RMSO
Também concordo. Já o venho dizendo aos anos que Nadal, mais cedo ou mais tarde, ia pagar caro o seu estilo de jogo.
Kafka I
Inteiramente de acordo :), essa rápida ascensão do Nadal esta a ser paga agora, enquanto a do Djoko foi uma ascensão mais consistente
Anónimo
Ficar acordado até aquelas horas, só mesmo para ver Federer jogar.
Acho sinceramente que o jogo em certa parte não foi ganho pelo Djokovic, mas sim perdido pelo Federer, a quantidade de break points que teve e não conseguiu aproveitar pesou e de que maneira, sendo que houve 2 jogos fulcrais em que o Federer no seu serviço estava a ganhar 40-15 e acabou por perder esses dois jogos de maneira quase inexplicável.
Agora, um senhor que aos 34 anos continua a demonstrar um nível altíssimo varrendo tudo até a final sem ceder qualquer set demonstra bem quem é Federer, na minha opinião o melhor de sempre.
Fábio
Fábio Mendes
Kafka, percebo o teu argumento mas também tens de ter em conta que Federer é 6 anos mais velho que Djokovic e que há cerca de 8 anos atrás quando o Sérvio já ia às meias-finais e finais de GS, Federer já era um jogador completissimo e tinha claramente a vantagem de ser mais velho e por isso levava sempre a melhor sobre o Servio. Agora a situação inverteu-se de há uns anos para cá..
Kafka I
Ok aceito esse argumento e nisso estas inteiramente correcto, agora por exemplo o Nadal é da mesma idade do Djoko (nem 12 meses têm de diferença) e com essa mesma idade já tratava por tu o Federer como nós sabemos, claro que agora o Nadal esta acabado e o Djoko esta ai para as curvas, com o Mundo a seus pés
Claro que é tudo muito relativo e deriva muito da opinião de cada um, mas continuo a achar que o melhor Federer é melhor que o melhor Djoko, mas claro cada um tem a sua opnião
Pedritxo
Corrida ao Masters após Us Open
Circuito Feminino:
Antes de mais, quero dizer que vi o melhor jogo do torneio aqui, nomeadamente Azarenka vs Kerber.
Como é apanágio deste circuito, as surpresas foram várias, desde a eliminação de Ana Ivanonic na 1ºronda a eliminação da “Miss Sunshine” Caroline Wozniacki na 2ºronda, passando pela eliminação de Serena as mãos de Vinci e acabar na maior surpresa de todas, a vitória da italiana Flavia Penneta.
Como houve estas surpresas toda, a corrida ao Masters está ao rubro na WTA, com até a 22º ter hipóteses de se classificar, restando já poucos torneios para amealhar pontos, sendo que os torneios com categoria Internacional que valem 280 pontos podem ser determinantes para as eventuais vencedoras, Carla Suarez Navarro vai particar no de Tokyo e, Madinson Keys em Quebec.
Já se encontram classificadas Serena Williams, Simona Halep e Maria Sharapova, restando 5 vagas principais, mais as 2 suplentes.
Ranking Corrida ao Masters:
4. Petra Kvitova, 3377
5. Lucie Safarova, 3221
6. Flavia Pennetta, 3034
7. Carla Suárez Navarro, 2906
8. Angelique Kerber, 2870
9. Karolina Pliskova, 2850
10. Garbine Muguruza, 2828
11. Agnieszka Radwanska, 2585
12. Belinda Bencic, 2530
13. Timea Bacsinszky, 2483
14. Caroline Wozniacki, 2436
15. Madison Keys, 2370
16. Sara Errani, 2300
17. Elina Svitolina, 2295
18. Victoria Azarenka, 2216
19. Roberta Vinci, 2216
20. Ekaterina Makarova, 2201
21. Venus Williams, 2072
22. Ana Ivanovic, 2023
Minhas previsões:
Petra Kvitova
Lucie Safarova
Angelique Kerber
Garbine Muguruza
Caroline Wozniacki
Finalizo, deixando as maiores subidas no ranking mundial, á custa do bom desempenho no grand slam americano:
Jessica Pegula = +91 (169º)
Anett Kontaveit = +57 (95º)
Johanna Konta = +39 (58º)
Roberta Vinci = +24 (19º)
Flavia Penneta = +18 (8º)
Circuito Masculino
O circuito masculino não é tao imprevisível quanto o feminino, mas dá-nos jogos de imensa qualidade, e apesar de não ter havido tantas subidas ou as ditas surpresas, houve jogadores que se destacaram, como:
Fognini – Subiu só 4 posições e já tinha ganho a nadal, este ano, e nadal não é o mesmo que todos nós admiramos, mas uma vitória sobre o espanhol num grand slam, fora que chegou aos 16 avos de final, merece o destaque.
Donald Young- Virou 2/3 jogos de 0-2 para 3-2, fazendo o público uma arma sua, e com isto conseguiu uma ascensão de 17 lugares, fixando-se a porta do top 50.
Benoit Paire- Tem um talento incrível, mas falta-lhe cabeça e não gosta nada de perder, este jogador alternou entre torneios Future, Challenger, e ATP para ganhar ranking, após descer imenso, subiu 9 lugares, está em 32º e ficou-se pelos 16 avos de final.
Falando da corrida ao Masters, no circuito ATP, ainda há imensos pontos a serem disputados, e alguns torneios para disputar, como:
7 Torneios ATP 250
4 Torneios ATP 500
2 Masters 1000
Sendo que, alguns destes torneios são em datas idênticas, restam 4000 pontos em disputa, isto se conseguirem ganhar os torneios todos, o que não é tarefa fácil.
Neste momento, existem já 4 nomes confirmados, sendo Djokovic, Federer, Murray e Wawrinka os primeiros a garantir o passaporte para Londres.
Existem bastantes pontos a serem disputados, e claro que ainda muita gente poderia se classificar, portanto deixo uma lista realista de quem se possa qualificar:
5. Tomas Berdych – 3850
6. Kei Nishikori – 3765
7. Rafa Nadal – 3715
8. David Ferrer – 3005
9. Richard Gasquet – 2310
10. Kevin Anderson – 2205
11. John Isner – 2180
12. Mario Cilic – 1965
13. Milos Raonic – 1830
Até ao 7º lugar, está tudo mais ou menos decidido, só uma hecatombe tirará aqueles tenistas de Londres, e mesmo David Ferrer tem uma margem confortável para gerir, mas ponho estes nomes, porque Ferrer é susceptível as lesões e poderá não marcar presença no masters, e assim já fica uma luta muito renhida entre os restantes.
Mesmo que nada aconteça, há a vaga de suplentes para ser ocupada.
Minhas previsões:
Tomas Berdych
Kei Nishikori
Rafa Nadal
Richard Gasquet
diogoribeiro
Quem se lembra do Novak fraco psicologicamente que perdeu várias finais do Grand Slam e falhava sempre nos pontos decisivos? Nem parece o mesmo jogador. É uma das maiores evoluções psicológicas que já vi num atleta de qualquer desporto.
RMSO
Boa observação. Todos dizem que psicologicamente Djokovic é irrepreensível, mas se tivermos em conta que em 18 finais de Grand Slams, perdeu 8, verificamos que com o passar dos anos tem melhorado imenso esse aspeto. Noutros tenistas observa-se o contrário, por exemplo Nadal, neste momento está a anos luz, psicologicamente e fisicamente, daquilo que já foi no passado.
Já Federer, manteve sempre uma espécie de "irregularidade", isto porque se contra Nadal falhou imensas vezes no jogo psicológico, contra outros tenistas falhou muito poucas vezes. São estes pormenores que ditam muitos resultados. Já ontem, Federer mesmo tendo desperdiçado um ponto de break inacreditável quando estava 5-4 a seu favor no segundo set, não foi abaixo e ainda venceu esse set por 7-5. Já no ultimo depois de estar a perder 5-2, quase que ainda empatava a partida. Recordo-me por exemplo do 4º set da final de Winbledon de 2013 em que recuperou mesmo de 5-2 para o Djokovic e obrigou a disputa de um 5º ser. Muitas vezes criticado por ser "fraco" psicologicamente", a verdade é que é o jogador que mais arrisca e assume os pontos do circuito, materializando-se em inúmeros erros não forçados. Mas se não fosse assim, e tivesse optado por um jogo mais defensivo, teria ganho metade do que ganhou?
Anónimo
A partida so revelou uma coisa. Federer é o melhor de sempre. Aos 34 anos vergou Novak vezes sem conta só não o breakou seguidamente por azares inacreditáveis. Com Novak no top e Fedex longe do auge, para o suíço dar uma réplica deste nível, tendo até sido superior, diz muito de quem é Roger Federer. No auge, batia Djoko de olhos fechados e quem acredita no contrario engana se a si próprio.
Rei Federer. Mesmo tendo perdido, o melhor de sempre, cada vez mais.
Sergio Miguel
RMSO
Roma,
Concordo com o Kafka, basta ver que até ao final do ano de 2010, Federer liderava por 13 a 6 no head to head. Consoante a idade foi avançando, o sérvio foi invertendo a tendência, tal como seria de esperar dada a sua qualidade e frescura física.
Para mim os head to head que melhor fazem sentido, são aqueles entre jogadores com idades aproximadas, tipo Nadal vs Djokovic e até vs Murray, já que entre os três a diferença de idades é mínima. Mesmo aí, nem todos explodiram ao mesmo tempo, daí ser perfeitamente possível nos próximos tempos Djokovic superiorizar-se claramente ao Nadal, já que um está no auge e o outro em queda abrupta.
Já Federer é de outra geração, a diferença de idades para estes é bastante considerável. Muito tem ele feito para manter a balança equilibrada com Djokovic e favorável com Murray. Já contra Nadal, a história é outra. Nunca se conseguiu superiorizar claramente ao maiorquino, tendo até se verificado o contrário, com Nadal a dominar bastante confortavelmente. Mesmo estes dados são algo enganadores, porque até ao final de 2010 (Atenção que considero este como ultimo grande ano de Federer, embora até neste já só tenha ganho 1 Grand Slam, tendo no ano seguinte interrompido a série de pelo menos 1 Grand Slam por ano) o Head to Head com Nadal estava 8-14 (já desequilibrado, mas não assim tanto). E para reforçar que os números por vezes são enganadores, destes encontros, 12 foram em terra batida (Nadal era rei), 7 em Hard e 3 em relva (Federer era rei)… Não quero com isto dizer que Nadal é mau jogador de relva (o homem disputou 5 finais de Winbledon, tendo ganho duas, uma até memorável com Federer), apenas quero realçar que existem muitos mais fatores/variantes para além dos números…
diogoribeiro
Por um lado concordo mas ontem sempre que o Federer aumentava a qualidade do jogo o Novak aumentava a sua ainda mais. O Federer de 2005-2007 provavelmente venceria mas não seria nada nada fácil. A final de 2007 do USOpen entre o Federer no auge e o Djokovic apenas com 20 anos, foi muito equilibrada, apesar da vitória do FedEx em 3 sets.
Pagaria muito dinheiro para ver o Djokovic no seu auge vs Federer no seu auge. E acho que seria muito mais próximo do que se pensa. Nas 2 meias finais do USOpen de 2010 e 2011 foi o mais perto que se esteve mas aí o Federer já não estava a 100%.
Kafka I
Roma
E depois? qual foi a parte da idade que não percebeste? Djokovic só conseguiu equilibrar quando Federer entrou em declínio físico, porque enquanto o Federer não chegou aos 30 anos o Djokovic nem cheirava
Olhar para as estatísticas e não as contextualizar é pura desonestidade intelectual
Anónimo
Realmente a diferença entre os dois é abismal!!
Em 42 partidas o Rei/Deus Federer venceu 21 e o Aprendiz só conseguiu vencer… 21!!!!
Roma
Kafka I
Subscrevo inteiramente, aliás há uns dias atrás disse isso aqui, o Federer com 25/26 anos tinha ganho esta edição do US Open de cadeirinha, a fazer o pino e ao pé coxinho e só a jogar com uma mão
Quando um "velho" Federer leva Djoko (na plenitude das suas capacidades físicas e psíquicas) ao limite como ontem levou, esta tudo dito quanto a quem é o melhor, e o melhor é o Deus Federer
Nuno R
Apenas vi os dois primeiros sets, e o que vi foi Djoko, sempre que apertado, a tirar uns coelhos da cartola.
Dois serviços "ao boneco" numa situação de 40-40, dois lobs seguidos, e claro, três ou quatro pancadas de rede que tiram qualquer um do sério.
O sérvio é, fisicamente, muito superior a Federer neste momento, e consegue não se desconcentrar nos momentos de pressão. É hoje o melhor do mundo, e com o suiço em queda (34 anos, em idade de ténis, é muito), e Nadal, como se previa, está arrumado pelas lesões, não tem adversários à altura. E duvido que haja "new balls" que venham colocar em causa a sua supremacia tão cedo.
Está já no Olimpo do ténis, embora para mim, Bjorn Borg tenha sido o maior de sempre. É preciso lembrar que o sueco, autêntico malabarista, jogava com raquetes de madeira… quem não souber a diferença, e jogue ténis, aconselho a experimentar.
Rafael Vicente
Já agora Nuno, tal como o Sampras não pode ser considerado o melhor de sempre, o Borg também não pode ser pois dos 11 títulos do Grand Slam dele apenas venceu em RG e Wimbledon, sendo verdade que na maioria dos anos em que ele participou só RG não era de relva.
Rafael Vicente
Nuno, eu estava a dizer que o Borg ainda foi do tempo do Laver não tu ahah
Percebo o que dizes e eu pessoalmente não gosto de comparar desportistas de eras diferentes é sempre muito suscetível.
Quanto à analogia não é dos espanhóis mas sim dos argentinos que é "relva é para as vacas, cimento/betão para estacionamento e pó de tijolo para ténis".
Quanto a mim concordo com o RMSO, até porque só joguei em relva nunca experimentei outra superfície daí ter especial gosto pela relva.
RMSO
Boa constatação, Pete Sampras o melhor que conseguiu fazer em Roland Garros foi chegar a uma meia final…
Gosto da terra batida, mas adoro a relva :D
Nuno R
O Rod Laver já não é do meu tempo :)
Reconheço que haja alguma parcialidade, afinal os ídolos de infância/adolescência têm mais peso, e Borg para além de tenista, foi o primeiro pop-star do desporto.
É preciso notar que o físico do tenista evoluiu, o Borg era um portento na altura, mas agora seria um "baixote", com o seu mero 1.80mt. Mas ele era tecnicamente excelente, e tinha uma enorme resistência (embora hoje o ritmo seja superior, porque todos são grandes atletas), pelo que não duvido que, tal como Nadal, deixasse de ser um "mero" jogador de terra batida.
Já agora, mais um preconceito pessoal… para mim, ténis, é no tijolo (ou como dizem os espanhois, relva é para as vacas). Daí que preze mais os peritos nesta superfície. O Pete Sampras, considerado top-10 de sempre, sempre foi mais que fraco em terra batida, e esse sim, nunca conseguiu evoluir nessa superfície.
Rafael Vicente
Nuno, concordo em absoluto. A evolução do equipamento permite que os desportistas sejam melhores. Eu por exemplo que joguei tênis, uma vez joguei com uma raquete rudimentar do chinês e sem anti-vibrador só isto me fez jogar 10x pior, imagine-se agora com raquetes de madeira!
Ainda assim, para mim Federer é o melhor de sempre e não acho que seja o Borg o mais que se aproxima à frente dele do seu tempo estão Rod Laver e Jimmy Connors.
Completando a ideia o Borg era fantástico no seu tempo, tal como o Nadal o foi agora, conseguem brilhar "apenas" em terra batida. Além do mais o Borg com o jogo atual não seria tão bom, pois jogar contra voleadores que pouco ou nada jogam no fundo do court é totalmente diferente do nível dos tenistas hoje que jogam muito bem no fundo do court e atacam melhor que o Borg atacava do fundo do court.
Nuno R
Podes crer que i Eusébio furava redes se chutasse uma destas redondinhas. Ainda tive o prazer de chutar dessas bolas, e no inverno era um mimo.
A evolução dos equipamentos ajuda em muito (é a sua função) a própria evolução técnica, daí que alguns movimentos sejam mais "fáceis" de executar hoje.
Kafka I
Nuno
Então mas se vamos por aí, no futebol o Di Stéfano, Eusébio, Garrincha e afins… são os melhores de sempre e jamais podem ser ultrapassados, porque jogavam com bolas de catchum que mais pareciam bolas de bowling pelo peso que tinham, equipamentos de flanela (quando chovia ficavam com o dobro do peso tudo ensopado), e botas que eram mais pesadas que um tijolo e ainda assim o Garrincha dava chocolate em toda a gente :) ahaha estou a brincar, obviamente …até porque não sou do tempo do Bjorg logo não posso emitir opinião com pleno conhecimento de causa de ter seguido a carreira dele, logo acredito no que estas a dizer
Rabensandratana I
Djokovic, continua implacável acho que dos poucos que dá show frente ao sérvio é o Stanislas que eu gostava que tivesse disputado a final, infelizmente foi o Federer, isto referindo-me aos GS.
Federer é um grande jogador mas falta-lhe frescura física a idade não perdoa especialmente numa modalidade como o ténis.
Djokovic agora tem tudo do seu lado para pelo menos ganhar mais uns 3 ou 4 GS´s.
Fábio Mendes
The Djoker gets his 10th GS!!
Novak Djokovic a provar o porquê de ser um dos melhores de sempre, derrotando o King Federer em 4 sets numa altura em que o Suíço estava a jogar o seu melhor ténis dos últimos anos.
Uma temporada tremenda do Sérvio, 4 presenças em finais de GS, arrecadando 3 GS, juntando ainda alguns torneios Masters 1000 e ainda faltando o ATP Finals de Londres onde também é tradição o Sérvio ganhar lá.
Outro dado interessante, o Nole em Hard Court é claramente o melhor do mundo neste momento, apesar de Murray e Federer terem o derrotado em (Montreal e Cincinnati). A 3 sets, Federer e Murray ainda podem incomodar Djokovic mas a 5 sets é uma tarefa quase impossível.
Uma palavra de louvor a Roger Federer que aos 34 anos contínua a dignificar esta modalidade presenciando todos os espectadores com um nível de ténis assombroso, mas infelizmente as oportunidades de vencer o seu 18 GS começam a escassear cada vez mais.
Por fim, quando ontem Djokovic acabava de se sagrar campeão do US Open lembrei-me da final de 2007, precisamente entre estes 2 astros, na altura Djoker (20 anos) e Fedex (26 anos), o Sérvio ainda sem grande experiência mas com muito talento e o Suíço a passar a sua melhor fase da carreira e já muito maduro. Essa final caiu para o Suíço em 3 sets, mas quem viu essa final pôde perceber que o jogo foi extremamente equilibrado e com Federer a ganhar nos momentos decisivos. Ontem a final foi parecida mas com o Sérvio desta vez a eficaz nos momentos decisivos do encontro.
Fábio Mendes
A nível físico e a nível mental, ontem quando o Nole fez o 2-1 deu a ideia que isso foi um golpe muito duro para Federer.
RMSO
Também concordo com o fato de atualmente poucos podem fazer-lhe frente em hard courts à melhor de 5 sets… a 3 é possivel, a 5 o jogo ganha uma dimensão física muito maior.
Kafka I
Antes demais só mesmo Federer para me fazer ficar acordado até tão tarde para o ver jogar
Quanto ao jogo foi mais uma desilusão o resultado, não que Federer fosse o favorito porque o favorito era o Novak, mas depois olhando às vicissitudes da partida mais uma vez (tal como em Wimbledon 2014) fica a sensação que Federer podia perfeitamente ter ganho este jogo, mas quem falha 19 break points só por milagre pode vencer
Aliás este jogo foi uma cópia integral de tantos e tantos jogos entre Federer e Nadal (dos tempos aureos), em que o Federer fazia tudo bem, dava show, dominava o encontro e tinha carradas e carradas de break points, mas chegado ao momento de matar o jogo e concretizar entrava em cena o poder mental de Nadal que devolvia sempre mais uma bola e mais outra até Federer errar e não concretizar os mil e um break points que tinha, depois Nadal ia lá uma vez (qual Itália do Catenaccio) e tau concretizava os seus break points e ganhava o jogo
E é esta a sina do Deus Federer, é sem dúvida muito provavelmente o melhor de sempre (pelo menos é o melhor que já vi jogar), mas tem 2 pedras no seu sapato, chamadas Nadal (dos tempos áureos) e este Djokovic, que mentalmente são-lhe superiores em especial nos momentos decisivos, ou seja, naquele momento de matar ou morrer
Foi pena, mas há que dar os parabéns a Djoko, soube ser o melhor nos momentos chaves mesmo não tendo sido o melhor no computo geral do jogo na minha opinião
Agora com esta vitória Djoko já tem 10 Grand Slams, e atendendo à "fraca" concorrência em seu redor, como o VM diz e bem, ou algo muda drasticamente e aparece alguém que lhe faça frente ou ele tem uma quebra abrupta como Nadal teve, ou então chegar aos 14 Grand Slams é uma mera formalidade e talvez seja já daqui a 1 ano que chega a esses 14 Grand Slams, pois não é descabido pensar em fazer o Grand Slam ano civil…e olhando para a idade (28 anos) e sem lesões à partida pelo menos terá mais 3 anos no topo, logo são 12 Grand Slams e portanto não é descabido (na minha opinião) pensar que pode vencer 8 dos próximos 12 Grand Slams e assim ultrapassar Federer
Enfim, espero que Federer não desanime com mais esta derrota e acabe por abandonar o ténis..
RMSO
Kafka, nada é impossível, mas realmente acho que é muito dificil fazer isso tudo :D mas lá está, tudo pode acontecer. De resto, mais uma análise muito boa da tua parte. Também a mim, só Federer para me manter acordado até às 4h numa madrugada de segunda feira..
Kafka I
diogoribeiro
Sem dúvida, admito um certo exagero da minha parte, de cenário demasiado perfeito para o Djoko,
diogoribeiro
Kafka, não acho que vá chegar perto dos 18 Grand Slams. 15 já é um número bastante complicado. Com 28 anos o Novak já venceu 2 Grand Slams. O recorde de Grand Slams vencidos com idade superior a 28 acho que é do Agassi com 7. Ou seja, para chegar aos 18 teria de vencer 10 Grand Slams com mais de 28 anos, batendo o recorde por 3. Muito muito complicado.
Jogadores que jogam muito do fundo do court como o Djokovic tendem a cair fisicamente mais cedo, mas o djokovic é obcecado com dietas e alongamentos por isso espero que faça os próximos 2 anos no máximo das suas capacidades e só depois comece lentamente a piorar.
Não acho que a concorrência seja assim tão fraca ao ponto de o deixarem ganhar 8 em 12 (o que significaria que venceria 11 em 16 – o que só aconteceu 1 vez na história do ténis. Foi o federer, obviamente).
Murray, Wawrinka e Nishikori num bom dia podem eliminar o Djokovic.
Federer para o ano vai estar ainda mais motivado.
Nadal está a melhorar e em Roland Garros não se pode apostar contra ele.
Depois grandes servidores como Cilic, anderson ou até Tsonga o podem vencer.
Isto sem contar com alguns jovens que estão a aparecer e com alguns jogadores que apesar da idade consigam melhorar significativamente (como aconteceu ultimamente com o Wawrinka).
Uma lesão também pode pôr fim a essas aspirações.
Concluindo, muita coisa tem de correr bem para Novak chegar aos 15 Grand Slams (lesões, adaptar-se à menor capacidade física e o aparecimento de outros jogadores). Há uns anos toda a gente esperava que o Nadal ultrapassasse o Federer mas hoje ainda está a 3 e é praticamente impossível apanhá-lo. o declínio de um tenista pode acontecer inesperadamente e muito rapidamente.
Kafka I
diogoribeiro
Também já pensei nisso, o Djoko pode inclusive passar as 302 semanas como nº1 do Federer, é que olhando para os dados o Djokovic vai com 164 semanas, portanto faltam 138 semanas, ora 138 semanas representam 2 anos e 34 semanas (8 meses e meio), ora tendo o Djoko apenas 28 anos, se não tiver lesões e dada a fraca concorrência em condições normais aguenta neste nivel fisico mais 3 anos, ora 3 anos são 156 semanas e 12 Grand Slams disputados
Ou seja, "só precisa" de 134 semanas como nº1 em 156 semanas "possíveis" e de vencer 8 dos próximos 12 Grand Slams e ultrapassa o Federer, portanto ou o Djoko tem uma queda abrupta de rendimento ou alguém emerge subitamente para lhe fazer frente, ou dentro de 3 anos o Djoko tem melhor palmarés que o Federer o que parece incrível, mas….
diogoribeiro
Kafka, concordo com tudo. Em número de pontos ficou 177-175 logo a diferença não foi o ténis jogado mas sim os pontos importantes.
Só acrescentar a horrível audiência (festejar quando se falha um primeiro serviço numa final de um Grand Slam? A sério?) que fez com que mudasse de opinião e quisesse que o Novak ganhasse e a capacidade do Djokovic em chegar a bolas impossíveis.
Quanto à discussão de melhor de sempre, o Djokovic só entrará na discussão caso vença pelo menos mais 5 Grand Slams (incluindo o french Open). Pode muito bem acabar a carreira com o recorde de masters e o recorde de semanas em número 1. Ver esta era ao vivo é um prazer.
Fábio Mendes
Acho que só o melhor Pete Sampras se aproxima do Federer de 2004 – 2007 e mesmo assim o Suíço era superior.
Kafka I
É a tua opinião, há vários factores que devem ser contextualizados, como o factor idade por exemplo, o Federer com 34 anos joga em contra-relógio contra o Novak, porque sabe que cada segundo que passa dentro do court diminui as possibilidades de vencer devido à questão fisica e isso também influencia o rendimento por exemplo e pode influenciar a concretização desses pontos
Agora a melhor versão do Federer na plenitude das suas capacidades físicas é superior à melhor versão de sempre do Djoko, agora a idade toca a todos, ninguém é imortal
Mas são opiniões, eu vejo ténis a mais de 20 anos e nunca vi ninguém ao nível do Federer de 2004/2005/2006/2007 mas aceito que tenhas uma opinião diferente
Claudio
Se calhar nao é assim tao bom, se nao consegue concluir alguns dos 19 break points e depois os adversarios a primeira fazem logo o break
Pedritxo
Acho que toda a gente gostaria de ver federer ganhar mais um grand slam, porque merece pela carreira que fez, faz e ainda ira fazer, alem do seu belissimo tenis.
Em comparaçao com o futebol, federer e messi, djokovic e ronaldo.
Cristiano
Fazendo uma pequena comparação, faz lembrar a rivalidade Messi – Ronaldo.
Um que é um grande atleta, e fruto disso consegue ser um vencedor e chegar ao topo na sua modalidade.
O outro que é um predestinado, que por muitas vezes que perca com o "atleta", toda agente vai sentir mais afinidade com ele, pois todos gostamos daquele "perfume" que só os génios colocam em cada acção.
Infelizmente os desportos estão cada vez mais "robotizados".
Rafael Simões
Injusto o djoko ter tanta qualidade e não ser tão acarinhado, ou nem 1/4 do que é o federer. Tendo em conta que é melhor.
JMF
Djokovic é um tenista com uma qualidade impressionante e está no topo das suas capacidades, os próximos anos podem ser seus, não se vislumbra verdadeira oposição, e apenas um "velhote" de 34 anos mostra ténis para lhe dar luta (e só luta)…
Quanto ao "tenista fisicamente mais impressionante de sempre" obviamente que é o "Terminator Enferrujado", o "Lenhador de Manacor", o "Garrafa Nadull", avesso a trabalho de ginásio, com um braço esquerdo do dobro do tamanho do braço direito, com joelhos que foram melhorando com a idade (milagre da ciência!), e que sem esse "físico impressionante" está à beira de sair do top-10 e perde com qualquer Fognini da vida…
Anónimo
Pena o Federer não ter conseguido manter o nível do 2º set onde ganhou calmamente os seus jogos de serviço e causou enormes dificuldades no serviço do Djoko.
Foi muito perdulário (4 breaks em 23 break.points) juntando a isso uma grande displicência na forma como sofreu os breaks, principalmente nos 3º e 4º sets. Perdeu aqui uma oportunidade de ouro de juntar mais um título do Grand Slam ao seu currículo, já que era, na minha opinião, o jogador em melhor forma neste torneio.
Quanto ao Djokovic apenas espero que para o ano não apareça nenhum "Wawrinka" a roubar-lhe a possibilidade de fazer um Grand Slam, pois merece-o e tem tudo para o poder fazer. Um autêntico monstro do ténis!
Luís Lopes
RMSO
Mais um grande espectáculo ténis! Merecia um 5o set, sem dúvida.
Muita pena por Federer não ter ganho, mais uma vez a força ganhou à técnica. Federer é claramente o jogador mais técnico da história, e Djockovic o mais atleta de sempre. Na minha opinião já bateu o Nadal.
Quanto ao jogo, Federer acabou por pagar as duas dezenas de oportunidades de quebra de serviço que não concretizou… Nesse aspeto o sérvio esteve melhor.
Ofensivamente, Federer voltou a tentar de tudo, conseguiu mais de 50 winners, mais de 10 ases, mas também cometeu mais de 50 erros não forçados.
Um dos pontos chave do jogo passou pela baixa percentagem de segundos serviços do suíço. A quebra abrupta de eficacia de alguns jogos de serviço em que liderava confortavelmente, acabou por ditar a perda de jogos importantíssimos…
Tal como quase todos aqui tinham vaticinado, o passar do tempo ditou a vitória do sérvio.
Quanto ao futuro, Djockovic tem tudo para aumentar os seus números. Quando o seu maior rival da atualidade tem já 34 anos, está tudo dito… Dificilmente Nadal voltará ao seu nível, a não ser que reformule o seu jogo, e Wawrinka e Murray terão que ser mais consistentes nos .momentos decisivos dos grandes torneios. Já Federer, acredito que ainda posso ganhar mais uns masters, e quem sabe, um Grand Slam, contudo terá que ter a sorte de não apanhar este imparável Djockovic, que diga-se, esta no auge.
Kafka I
Excelente análise RMSO, e o Federer até teve essa oportunidade de mão beijada que o Dojko lhe deu o ano passado no US Open quando perdeu com o Nishikori, mas o Fedex umas horas depois perdeu incrivelmente com o Cilic, essa ai foi talvez a maior oportunidade de todas que o Fedex toda dada a menor valia dos adversários
Fábio Mendes
Excelente análise.
Concordo com tudo o que disseste RMSO.
Tiago Ferreira
Federer continua a falhar nos momentos decisivos. Ainda assim, apresentou um ténis bonito e arrojado.
Excelente final.
Nuno Pardal
Não sendo eu um espectador assíduo de ténis, fiquei com a ideia que ambos estiveram aquém do que podem fazer. Muitos erros do king principalmente. O que acho mais interessante neste desporto é ver o peso que a componente psicológica tem, e nisso ninguém bate o Djoko.
Pedro Silva
Meu deus do céu que dois monstros! Que final! Djoko a provar que neste momento é sem duvida o numero 1 e Federer a mostrar-me o porquê de eu ser um apaixonado por ténis! Este senhor devia ser imortal!
Quanto ao jogo venceu o muro que é djokovic, cada vez mais completo em todas as vertentes … Perdi a conta aos lobs deliciosos que fez ao longo da partida!
Ja Federer , a reinventar-se , a mostrar todos os seus recursos técnicos, mas mesmo assim não deu… Com muita pena minha, pois embora djoko ser o meu favorito acho que hoje era impossivel nao estar com Federer!
Uma palavra para a excelente arbitragem de hoje, pois foi digna da grande final que aconteceu e ajudou a ser esta final ainda maior!
Outra coisa, tenho orgulho que mesmo com 20 anos possa dizer que assisto a autenticos jogadores lendarios, seja no tenis , seja no futebol, seja em qualquer outra modalidade! Obrigado a todos estes que me fazem amor desporto!
Pedro Rafael Silva
NFM *
Djoko demasiado forte, aqueles dois lobbys em 2 pontos seguidos foram assombrosos..
Conquistou o 10º GS e neste momento dificilmente alguém o baterá e caminha para a imortalidades e ser um dos 3 melhores de sempre…
Apesar de Federer estar num momento de forma excelente, Djoko foi simplesmente brutal mesmo assobiado sempre pelo publico, em especial nos segundos serviços, algo lamentável no ténis de alto nível…
Rafael Vicente
Lob's *
Ola
A diferença esteve mesmo nos momentos decisivos… Como é possivel o Federer no ultimo jogo não conseguir breakar, estava com a moral toda em alta e depois não consegue empatar o encontro.
O Djoko é um super jogador, uma parede humana como gostam de lhe chamar os da Eurosport. Grande final, valeu a pena a espera
Jomi Fernandes
Finalmente a dezena!
Para mim Djoko é o jogador com melhor resposta ao serviço de sempre, melhor esquerda a duas maõs e o mais forte psicologicamente, quase inabalavel! A determinaçao, a força, espero que passe os 15 GS para chegar ao patamar que merece! Falta também ganhar Rolanda Garros e o Masters de Cinncinati!
King Federer, peço desulpa por estar a torcer contra si, mas desde que o Djoko é número 4 do mundo, é o meu favorito. Espero bem que ganhe a medalha de ouro no Rio 2016.
Obrigado Federer, aos 34 anos reinventa-se e chega à final com um ténis mais bonito da carreira.
Jomi Fernandes
Salientar tambem o espetacular trabalho da árbitra! Acho que nao falhou um over rule, teve uma precisão excelente!
produtordevinho
Quem viu a final, sabe perfeitamente que Federer esteve a um nível superior, simplesmente não soube ser pragmático em momentos capitais. O melhor jogador do torneio foi Federer, nunca devia ter dado hipóteses a Novak quando ganhava 40-0 em muitos jogos, no entanto, este teve mérito em nunca desistir de nenhum lance.
Enfim. Djoko pode ser um excelente atleta, mas não tem dignidade nem elevação suficiente para ser campeão. Fraco carácter, é agreste com o público, e o verdadeiro Novak vai mostrar-se quando perder. Quando se ganha, tudo é bonito. Nunca estará ao nível do melhor Federer.
Rui Miguel Ribeiro
Bolas, que comentário aziado. Djokovic foi o melhor (como tem sido a maioria das vezes) e ganhou fair and square.
Fábio Mendes
Tomás, subscrevo totalmente o que disse.
Para quem diz que Djokovic não tem fairplay aconselho a irem ao youtube fazer uma pequena pesquisa.
Sombras
Foi? Eu tenho poucas dúvidas que se Djoko não tivesse caído tinha despachado o Federer em 3 sets. E isto aliando ao facto do Sérvio ter servido de uma forma horrível no segundo e terceiro sets.
Quanto à falta de classe ou não, Federer só há um a esse nível, mas é complicado para Djokovic ser o número 1 do Mundo há anos, o melhor jogador da actualidade, e ouvir meio estádio a celebrar os seus serviços fora. Djokovic é como Cristiano Ronaldo, é emotivo e precisa do público do seu lado, por causa do seu espírito de trabalhar mais que os outros. Não é um deifeito, é o feitio do sérvio, e dizer que este não é um campeão é apenas e só ridículo.
PS: nunca ninguém estará ao nível do melhor Federer, porque o melhor Federer foi o melhor tenista de sempre.
Mike dos Santos
Produtor de vinho por acaso n bebeu demais? Dizer q o Novak foi agreste com o público sem ver as tremendas e repetidas faltas de respeito com um jogador que falha um primeiro serviço e tem de ouvir ruido… Deve estar surdo ou cego de amores pelo rei
Tomás
Pelo contrário Djokovic é das personalidades mais bem humoradas que há no ténis. E muitos poucos mantinham a calma hoje devido ao público incrivelmente desrespeitoso – ao aplaudir erros de 1 serviço e afins. Djokovic foi digno e mais que digno ao vencer hoje a final!
Anónimo
Não tem dignidade e tem fraco carácter? Agreste com o público e vai mostra-se quando perder? É o unico jogador do circuito que é capaz de aplaudir pontos do adversário e mesmo quando perde cumprimenta o adversario com todo o respeito (algo que Murray (que até é o meu tenista preferido) e Nadal não fazem, por exemplo). Se há alguém que é agreste é o publico, no geral, com ele (a Australia deve ser a unica exceção). Nos ultimos anos tem perdido varias finais e "mostra-se o mesmo", portanto também não é por ai.
Tomás
Kaz Patafta
Erros que não podem acontecer. Jogos de serviço onde vai perder depois de tar a ganhar 40-15 é inadmissível. O serviço esteve bom mas o jogo de fundo do court acaba sempre por pender para esse monstro que é Djoko. Mas não há dúvida absolutamente nenhuma que é o melhor de sempre. É aproveitar pa ver enquanto dura
Kaz Patafta
Não quero ser mal interpretado. Foi uma final brutal. Uma dose de ténis incrível. Uma variedade de jogo inexcedível. Djoko é um monstro. Ponto. A sua consistência de fundo de court é histórica. Mas como fã de ténis que sou queria que o Roger ganhasse. E senti que ele teve oportunidade para isso
Anónimo
Djoko continua sem deixar o Rei chegar aos 18. Excelente jogo (nada de estratosferico, mas valeu a espera). Nota para Djokovic, que é tão forte na resposta, que até fez parecer que o nível de serviço do Fed baixou. Parabéns ao Djokovic, que ainda irá ultrapassar Sampras e Nadal e parabéns também ao Rei Roger, que nao para de dar espetaculo e deu tudo o que tinha.
Tomás
Anónimo
Ridiculo como o Federer n ganha isto com tantos pontos de break.
Qd vejo estes dois a jogar fico com cada vez mais saudades dos tempos aureos do nadal.
Francisco Barros
Nuno
Excelente final. Não ganhou o meu jogador preferido mas ganhou o 2o que mais gosto. Guerreiro esteve intransponivel. Defensivamente quase excepcional. Faltou aproveitar alguns BP por parte do Fedex. Falhou muito em momentos cruciais. Mas aparte disso é uma honra presenciar estes dois Campeões. O derrotado sera para sempre o melhor de sempre. E o Novak caminha a passos largos para ser o 2o com mais GS ou ate mesmo o numero 1 nessse aspeto. Segue-se o AO onde Nole é Rei e Federer pode sofrer com as altas temperaturas em melbourne.
Incrivel este Nole.
MAS…. Não posso deixar de comentar esta Publicação sem fazer uma Vénia a uma arbitra que fez uma final EXCEPCIONAL. Eva, brutal. Acho que nunca vi igual! Obrigado.
RMSO
Pelos comentários da Eurosport, também fiquei com a ideia que há 8 anos que não havia uma senhora a arbitrar uma final masculina do Grand Slam, e que prestação que teve! Nunca vi nada assim, muito bom mesmo.
Rafael Vicente
Pedritxo, é a estreia em Nova Iorque. Pois há 8 anos uma arbitra apitou a final masculina de Roland Garros (acho).
Pedritxo
Acrescento que foi uma estreia da arbitra em finais do grand slam masculino
Kafka I
Sem dúvida, qual olho de falcão qual quê, ela sim tem olhos de falcão não falhou UMA ÚNICA bola, impressionante, subscrevo que foi talvez a melhor exibição de arbitragem que já vi num jogo de ténis.
Sombras
Concordo em absoluto com o último ponto. Acho que nunca vi nada igual, até aquelas bolas de microscópio eram todas chamadas correctamente pela Árbitra. Espetacular
Rafael Almeida
Faltou friesa ao Federer para levar o jogo ao 5° set, mas aquelas esquerdas a uma mão são deliciosas.
Hugo
Parece bruxaria, o Federer jogou muito melhor mas os pontos caíam sempre para o lado do Djokovic.
Scheiße
o problema do federer é que é incapaz de manter aquele nível exibicional de que falas durante o jogo todo, ao contrário do djoko que é uma máquina, pode não ser tão bonito de se ver mas ele raramente vacila! desperdiçar tantos break points só prova que o federer mentalmente falha, porque tecnicamente já todos sabemos o quão bom ele é. e ainda por cima tinha o apoio do público, como sempre…
Logen
Federer apresentou um grande nível ,durante esta final ,esteve perto do máximo, que para mim actualmente consegue apresentar …
O que acontece ,é que pela frente encontrou um monstro ,tão simples quanto isto , existiu pelo menos 10 pontos ,que facilmente, contra ,digo mesmo,todos os tenistas do circuito Federer tinha os ganho ,mas contra Nole não .
È incrível a capacidade do sérvio na sua resposta ,basicamente em muitos pontos ele defende-se em esforço ,respondendo somente para o lado do adversário , o que vem depois é que é fascinante ,vem de uma situação de aperto ,e no mesmo ponto superioriza-se ao opositor ,é tremendo !
Resumindo ,gostava que Federer tivesse ganho , mas claramente o sérvio foi o melhor ,e venceu com mestria!
Eagle
Ele não disse nada quanto a isso, disse que o Federer jogou melhor em termos de espetáculo e isso é uma verdade intransponível.
Gonçalo Cardoso
Vimos o mesmo jogo? O Federer falhou sempre nos momentos decisivos. Vitória mais que justa para o Djokovic, neste momento não tem ninguém a seu nível.