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A este ritmo vão ser assinalados 292 penáltis na Premier League

Vão ter de melhorar os critérios?

O penálti de Eric Dier que permitiu ao Newcastle empatar contra o Tottenham nos descontos mereceu alguma discussão em Inglaterra, sendo que a Sky Sports fez mesmo uma projecção para esta época, destacando que a este ritmo vão ser apontados 292 penáltis, 88 deles por mão na bola. Por exemplo em 2019-20 foram assinaladas 92 grandes penalidades, sendo 19 delas por mão na bola. O canal refere ainda que em 2017-18 só foram assinalados 6 penáltis por mão na bola, tantos como nesta edição, que ainda só está agora a começar.

8 Comentários

  • Alex Teixeira
    Posted Outubro 1, 2020 at 5:20 pm

    Um dos problemas do futebol é ter regras muito subjectivas.
    As faltas são marcadas num raio de 10m, os lançamentos idem, não há tempo definido para o jogador reiniciar a jogada, etc etc.
    Mas a pior subjectividade está nos lances dentro da área, porque um penalti tem muita influência no resultado de um jogo, seja pela intencionalidade de uma mão ou intensidade de um empurrão.
    As regras do futebol deixam muito ao critério do árbitro, e por muito que nos possamos queixar deles, há muitos lances em que ninguém consegue chegar a um consenso sobre qual a decisão certa.

    A verdade é que não consigo pensar numa maneira/regras de resolver a ambiguidade nesses lances.
    Talvez o próprio penalti seja um castigo demasiado severo? Seria uma boa ideia reduzir o tamanho da área para 2/3?

  • Daniel Alves
    Posted Outubro 1, 2020 at 2:15 pm

    Com o VAR já se sabia que o número de penaltis ia subir, porque sempre houve muita coisa que passava despercebida que agora já dá para detectar. O problema é que muitas jogadas são revistas em câmara lenta e nessa forma qualquer lance parece sempre pior do que é.

  • André Dias
    Posted Outubro 1, 2020 at 12:24 pm

    O problema é existir espaço para interpretação, o que depois fica ao critério de cada árbitro. As regras deviam estar redigidas de forma a não deixarem qualquer dúvida, só assim seriam aplicadas da mesma forma por todos os árbitros e para todas as equipas.

  • LevonAronian
    Posted Outubro 1, 2020 at 10:59 am

    As “novas regras” da mão na bola já existiam na época passada e os números não foram absurdos. Acho que os números atuais são circunstanciais

  • Mike-UK
    Posted Outubro 1, 2020 at 10:56 am

    Pré-VAR: se houvesse tecnologia no futebol, iamos ter o triplo dos penaltis e expulsões!!! vergonha!!
    Pós-Var: desde que entrou a tecnologia, passamos a ter o triplo dos penaltis e expulsões!!! vergonha!!

    E eu até concordo que o penalti do Dier foi aberrante, mas o problema está na regra.
    Existem mais penaltis e mais castigos desde que se introduziu o VAR, e isso não diz absolutamente nada no que ao VAR diz respeito. Diz, muito, no que à qualidade dos árbitros, sem ajuda do VAR, diz respeito.

    • troza
      Posted Outubro 1, 2020 at 12:28 pm

      A mim o número não me faz confusão.

      A regra pode fazer… e até é muito confusa. Mas temos regras no futebol que são parvas… enfim…

      O que me faz confusão são os erros que passam com o VAR a ter hipótese de ver se é erro. Já vimos golos em fora-de-jogo, faltas não assinaladas, etc… É difícil a um árbitro sem repetição acertar em tudo? Sim. Com o VAR, é impossível tanto erro.

    • Tiago Silva
      Posted Outubro 1, 2020 at 12:10 pm

      Eu acho que o problema é mesmo o critério. O VAR até deveria ajudar a ver o contexto do lance e a ver se a mão é intensional ou não, se o jogador poderia evitar o lance ou mão. Eu acho estúpido marcarem mãos quando o jogador precisa dos braços para ganhar impulsão no ar. Por exemplo, se 2 jogadores disputam um lance aéreo e um cabeceia contra a mão do outro. Isso para mim não deveria ser penalti. Mas se a bola bater diretamente no braço, aí já considero. Acho que deveria ser assim o critério, não é que os árbitros sejam maus (são um bocado), eu acho é o critério estúpido, nada mais.

  • J Silver
    Posted Outubro 1, 2020 at 10:51 am

    A mão na bola é uma questão de bom senso e como isso não abunda no mundo do futebol, foi necessário estabelecer um critério extremista. Uma estupidez

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