Boa ideia?
Foi anunciada uma nova proposta para a criação da Superliga Europeia, que conta com um novo formato, mais equipas em prova e todos os jogos com transmissão gratuita. A ideia seria dividir 64 equipas entre três divisões (Star, Gold e Blue), duas delas com 16 equipas e a outra com 32 equipas, com promoções e despromoções no final da época. Cada equipa seria inserida num grupo de 8 clubes, tendo de realizar pelo menos 14 jogos, 7 em casa e 7 fora, sendo que a prova teria uma fase de Liga e uma fase a eliminar para os 8 melhores de cada divisão. A Liga Blue, a mais baixa das três, seria de acesso de acordo com o rendimento nas ligas nacionais.
🚨 LA SUPERLIGA PRESENTA SU PROYECTO 🚨
🆕 Un nuevo formato con méritos deportivos, totalmente abierto, 3 niveles con ascensos y descensos.
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— El Chiringuito TV (@elchiringuitotv) December 21, 2023


30 Comentários
umatiaz
Tudo está sempre em constante mudança e o futebol não foge á regra. Tornou-se um negócio de bilioes e como tal há que saber tirar proveito disso para aumentar ainda mais o negocio.. mas para os mesmos.
Não é á toa que apenas as melhores equipas ganham bilhete VIP e vai se matando o futebol cru, que já vem morrendo desde á muitos anos para cá..
Cada vez mais, e num futuro não tão longínquo, haverá menos pessoas a apoiar ou a consumir futebol periférico e a consumir apenas o de Elite.
Sem querer ser mal interpretado, o que acontece com os grandes em portugal com “o efeito eucalipto” seja em termos de adeptos ou de receitas, é que acontece com as melhores equipas da europa. Acabam por sugar todo o lucro para eles mesmo ficando o resto com as “migalhas”. No entanto aqui os grandes de portugal acabam por ser o peixe miudo na europa e com isto sai o campeonato portugues a perder assim como as dezenas de campeonatos abaixo do nosso.
A vertente capitalista está em todos os quadrantes da sociedade e o futebol não foge á regra.
Francisco Parrinha Guerreiro
O que é futebol de “Elite”? Clubes historicamente vencedores mas que não jogam um chavelho? Clubes que contratam jogadores consagrados? Quem, hoje em dia, além dos adeptos desses clubes, dá um cêntimo que seja para ver jogar o Barcelona contra o United? O Real Madrid, grande defensor desta liga de “Elite”, que hoje mesmo se viu e desejou para ganhar ao Alavés, que não consegue sequer estar à frente do Girona na liga interna, vai atrair espectadores durante quanto tempo, a jogar o futebol miserável que joga? O Alavés e o Girona também são clubes de “Elite”? O campeonato saudita, que contrata os maiores nomes do futebol mundial mas onde os jogos se jogam a passo, também é futebol de elite? Quem, no seu perfeito juízo, dá crédito ao futebol saudita actual só porque lá jogam “estrelas” ou subscreve um canal especificamente para ver o campeonato saudita?
maZe
Mas ainda insistem com esta m****? Não interessa o formato. Pelo menos para mim, o interesse do futebol reside muito na dinâmica das ligas nacionais e da champions como prémio exclusivo para quem tem uma boa época a nível interno. Esta superliga decorrerá ao mesmo tempo que os campeonatos nacionais? Ou seja, Reais, Barças, Liverpools, Bayerns desta vida basicamente não competem nunca nas suas ligas é isso? É para deixar as ligas nacionais às moscas em termos de audiências?
Jeco Baleiro
Concordo contigo, a riqueza do futebol vem dos campeonatos nacionais, sendo as competições europeias um plus pelo desempenho na liga nacional. Nenhum clube se faz grande na Europa sem ser grande no seu país (ok temos a excepção do Nottingham Forrest que é o único clube que foi mais vezes campeão europeu (2x) do que do seu país (1x)).
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Quanto aos moldes da prova, pelo que percebi, a ideia é abolir as competições europeias e não as ligas nacionais. Daí terem aumentado o número de equipas face à proposta inicial (20 para 64) e a criação de três divisões, deixando de ser uma prova fechada, mantendo na mesma o elitismo associado. Os grandes tubarões manter-se-iam sempre na divisão maior, independentemente do que fizessem no campeonato nacional.
MrRalboa
Uma questão
As equipas que jogarem a Superliga e que estejam qualificados para liga dos campeões vão abdicar de ir á liga dos campeões? E se sim significa que podemos por exemplo ter o 5,6 classificado dos principais campeonatos qualificados para a liga dos campeões em virtudes dos que não vão ?
Joga_Bonito
Totalmente contra qualquer formato de Super liga.
O único formato que seria moralmente aceitável é o da antiga TCE. Mas como dificilmente voltará eu proponho uma ideia algo louca eu sei mas a qual eu acho que seria uma melhor solução e mais justa do que um formato que apenas coloca clubes ricos e de alguns países.
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Ao invés do antigo critério de apenas o campeão nacional de todos os países europeus ir à LC, eu proponho o seguinte. Dissolvem-se as actuais competições europeias e cria-se duas competições apenas: uma LC e uma Liga europa reformuladas.
A LC englobará todos os clubes que foram campeões nacionais e europeus uma vez que tenha sido. Só serão admitidas novas equipas que ganhem pela primeira vez a liga nacional do seu país. Para a Liga Europa vão os restantes clubes que fiquem em 2º lugar mas nunca tenham sido campeões nacionais ou europeus e os vencedores da taça de cada país.
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Deste modo, por exemplo em Portugal irão além dos três grandes, o Boavista, Belenenses e não sei se o Marítimo tem o título de campeão homologado, isso teria de se ver.
Com isto, ir à liga dos campeões estará pelo menos associado à ideia de mérito desportivo nem que tenha sido o sucesso do passado. É melhor isto do que ver equipas criadas artificialmente pelos petrodólares a irem à LC pelo 4º lugar da PL ou La Liga e o campeão do Chipre nem lá entra, porque tem de passar não sei quantos play-offs.
Com isto, ao invés de vermos novos aspirantes a querem apenas um quarto lugar para irem à LE ou LC, eles terão de dar o litro e serem campeões nacionais para poderem ir à LC. Isto estimularia esses pequenos a competirem a sério porque caso fossem campões entravam para sempre numa prova onde choveriam milhões e estariam todos os tubarões. Acabava-se assim com aqueles “projectos” que temos visto em que clubes pequenos só querem crescer a certo ponto mas depois tornam-se plataformas de vendas de jogadores como o Wolves Mendilhões&
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Por outro lado, não é justo ver Sevillas e outros pequenos das grandes ligas e afins a competirem com milhões ganhos por irem à LC, à frente dos campeões nacionais de ligas fracas, ou a limparem os melhores talentos da América Latina porque têm mais dinheiro que colossos como os Flamengos, Timão, Boca e afins, apenas porque competem na liga espanhola. Isto está a gerar um fosso injusto entre os clubes da Europa e América Latina e entre os clubes pequenos da Europa que nos seus países são grandes mas não têm nem chance de ir à LC para irem lá Sevillas e afins…
Joga_Bonito
Ah, esqueci-me de dizer isto, mas creio que com este formato que sugeri os pequenos que tivessem sido campeões nacionais uma vez que seja, ganhariam muito mais dinheiro e com isto as ligas nacionais teriam mais competição. Então em Inglaterra nem sei quantos pequenos foram campeões uma vez que fosse, o mesmo em França. Os pequenos desses países ganhariam muito mais dinheiro e seriam mais competitivos a nível nacional. Este modelo incutiria a ideia de que com títulos se cresce e encorajaria os pequenos a sonharem com crescerem e ganharem, ao invés de optarem pelos modelos de Wolves e afins…
Jeco Baleiro
Mas então um clube que tivesse sido campeão estava automaticamente classificado para a Champions para sempre? Tipo o Sheffield Wednesday, o Belenenses, o Kaiserslautern ou a Sampdoria?
Então e se houvesse um campeão inédito? Aumentava automaticamente o número de participantes?
Posso estar a perceber mal a tua ideia, mas não me parece viável
Joga_Bonito
Sim, é isso mesmo que eu defendi. Eu adorava que regressássemos à antiga TCE mas tal não sucederá e ao menos assim evita-se que clubes históricos sejam afastados da LC. Assim, um Copenhaga ou Malmo continuarão a sonhar com ganhar a LC e assim teremos jogos que não sejam só entre tubarões actuais, o que dará muito mais emoção. Creio que os quadros competitivos nacionais terão de ser reformulados, porque o Real Madrid não vai deixar de insistir nisto da SL. Não é que goste mas não vejo forma de escapar disto. Os clubes já se queixam dos quadros nacionais por causa dos jogos da selecção e uma reforma acabará por acontecer. Terá de se reformular os quadros nacionais para adequar a novas competições. Mais vale a pena tornar a LC uma competição aberta a novos campeões nacionais do que não actuar agora e ver o Florentino ou o Laporta a conseguirem na mesma impor em alguns anos a SL e agora apenas restrita a uma nata de clubes. Até porque este surgimento do dinheiro árabe a comprar tudo na Europa vai levar os tubarões a mexerem-se com medo de terem uma fuga de talentos. Uma LC nestes moldes que eu sugeri poderia tornar-se atractiva para manter os melhores jogadores quer nos tubarões, quer em clubes médios, por todos os anos jogavam a LC e assim tinha uma chance de sonhar. Veríamos mais jogadores a querem fazer carreira nos clubes médios ou pequenos porque jogariam sempre na LC, até porque as receitas aumentariam muito e permitiria a um pequeno ou médio dar um grande salário, tipo 5 ou 6 milhões ano, a um craque.
É apenas uma ideia mas creio que seria o modelo mais justo do que me parece ser (infelizmente) inevitável, a reformulação da LC.
Kafka
Para além de que na Europa toda deve haver mais de 200 campeões nacionais, nem seria viável em ternos de competição… Portugal é uma excepção com apenas 5 campeões, boa parte dos países tem mais de 10 campeões nacionais
Meu nome é Toni Sylva
Se forem eliminatórias a 1 mão e 1024 clubes, em 10 jogos tens o campeão.
Kafka
Só a Alemanha SOZINHA tem 29 campeões nacionais… só aqui já estava sobrelotadas as vagas
Joga_Bonito
As vagas não seria por países, isso não importava, o que importa é todos os que tenham sido campeões nacionais ou europeus. Ia ter piada ver um Forrest a competir com o Real ou o Malmo a competir com o Inter todos os anos…
Kafka
-Alemanha 29 campeões nacionais
-Italia 16 campeões nacionais
-Holanda 29 campeões nacionais
Só nestes 3 Países tens 74 clubes…total da Europa deve ser bem mais de 200 clubes
Kafka
Ora nem de propósito, pondo a Inglaterra ao barulho, só em apenas 4 países tens 100 clubes campeões nacionais…
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– Alemanha 29
– Holanda 29
– Inglaterra 26
– Itália 16
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Estes 4 países já tornavam inviável a ideia
Joga_Bonito
Acredito que agora possa parecer inviável mas será inevitável algo neste género. Os clubes europeus querem reorganizar os quadros nacionais, até porque a pressão do dinheiro saudita levará à necessidade de maiores receitas…Já muitos querem criar ligas regionais, tipo Benelux, liga ibérica, liga britânica…À medida que haja pressão por mais dinheiro quererão criar novas ligas ou tornar mais restritas as ligas actuais. Proponho este modelo como uma alternativa a uma SL que será inevitável se as receitas não subirem. Se a Arábia saudita subir a parada e começar a comprar tudo o que é nata de jogador na Europa, América Latina, os clubes europeus vão propor uma SL ou ligas nacionais mais restritas. Com esta proposta tenta-se criar uma grande competição europeia, que envolve um grande numero de clubes, pequenos, médios e grandes e gera mais receitas. Quiçá tenha-se que reformular os quadros nacionais, mas como acho que isso será inevitável proponho já isto.
Jeco Baleiro
Das reacções que vou vendo, mais do que um ataque às ligas nacionais, isto é um ataque às competições europeias e à UEFA. Os signatários (Barcelona e Real Madrid) querem acabar com a Liga dos Campeões (e por inerência Liga Europa e Liga Conferência) e criar esta Superliga com a organização e o poder todo na mão dos clubes. Os moldes de três divisões assim o denunciam, de certa forma.
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De que forma isto afecta as competições nacionais? O acesso a esta competição via campeonato só é válido para a divisão mais baixa. Ou seja um clube que esteja nas duas primeiras divisões europeias e se mantenha, até pode descer de divisão no campeonato nacional que jogaria na mesma a prova continental. Não precisa sequer de a vencer, apenas de se manter.
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Como foi explicado noutro post, isto não anda para a frente sem os clubes ingleses. E se estiverem amarrados legalmente à Premier (como parece que o Governo Britânico vai fazer) não participam. E a partir da próxima época os direitos televisivos aportam um total de 2 mim milhões de euros…por época!
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Para já, Bayern, Borussia Dortmund, Atlético Madrid e Manchester United rejeitam publicamente a Superliga.
jpcacelas
Bom segundo ponto. Mata a competitividade toda.
Crux100
Sinceramente, não percebi se esta seria mais uma competição a juntar às demais (o que seria impensável, rídiculo e todos adjetivos negativos que existem no mundo) ou que os clubes pudessem escolher, entre esta ou as competições europeias da UEFA…Se alguem souber que me diga. Obrigado!
AngeloGJ
Champions League/Europa League/Conference League, campeonatos domesticos, tacas internas ( pelo menos 2), selecoes nacionais e Super Liga Europeia, qualquer coisa como 6 competicoes, qualquer coisa como no minimo 70 jogos por epoca, 6300 minutos (excluindo compensacoes etc), um jogo a cada 4 dias durante 10 meses, é demasiado futebol na minha opiniao, isto vai avancar com o atual calendario competitivo? ou vao dimuir os jogos da champions/liga europa/conference league, eliminar as tacas da liga, e dimunir os jogos das selecoes? Alguma coisa tem de sair do atual calendario.
Romeu Paulo
Para mim, o único cenário em que uma superliga europeia faz sentido é em substituição dos campeonatos nacionais.
Temos os distritais/regionais, depois os nacionais e a seguir faria algum sentido os continentais.
No entanto, em vez de evoluirmos, estamos a matar o futebol, face ao aumento ridículo do número de jogos, o espetáculo é cada vez mais pobre.
É preciso limitar o número de jogos que se faz numa época, reestruturar ligas e taças de clubes, fazer uma melhor conjugação com as seleções e, acima de tudo, privilegiar a qualidade à quantidade.
Kafka
Seria transformar a Europa num só País, de certa algo parecido ao Brasil, que oficialmente é um País, mas tem o tamanho de um continente e tem os estaduais (que seriam o equivalente aos campeonatos nacionais na Europa) e depois tem o Brasileirão que acaba por ser a “SuperLiga” deles
Marcus Tulius Cicero
Como já referi no meu comentário no outro post, isto não irá avançar. Os clubes ingleses vão estar totalmente proibidos de entrar nisto. Não só por lei, como também pelo regulamento interno da Premier League que foi aprovado depois da confusão de 2021, que todos os clubes assinaram e que está lá previsto a dedução de 30 pontos como penalização. Mas tal não irá acontecer porque o governo britânico não irá deixar,
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Outro ponto a realçar é que o novo formato das competições europeias foi aprovado pelo ECA. Liderado pelo presidente do PSG (se não estou em erro), hoje em dia a UEFA e a ECA estão de mãos dadas por isso não há superliga para ninguém.
Daervar
Em que se basearia o governo britânico para impedir clubes/empresas britânicas de livre associação a uma iniciativa de uma empresa baseada na UE?
No meu entender poderiam sobre-taxar o lucros resultantes dessa actividade mas não acredito que o possam proibir.
Niall joaQuinn
Nunca o governo britânico se meteria nisto, até porque nem pode (mesmo tendo a Inglaterra saído da UE). Inglaterra é só o país mais liberal do mundo e mais respeitador da iniciativa privada e da liberdade.
Mas os clubes podem auto-excluir-se, através da premier league, como parece que aconteceu.
Marcus Tulius Cicero
Sim podem proibir. É uma questão de soberania. A partir do momento em que o Brexit se tornou juridicamente efectivo, o Reino Unido passou a ser um Estado totalmente soberano.
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Como tal, o parlamento inglês tem mais do que legitimidade para dizer que clubes sediados no UK e licenciados para participar nas competições nacionais, para ter esse licenciamento estão proibidos de aderir a competições internacionais não sancionadas.
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Os clubes ingleses, com sede no UK, estão sujeitos à legislação nacional. Como o UK já não faz parte da União Europeia então o governo pode fazer isto. Aliás, no limite dos limites poderia aprovar uma lei a dizer que nenhum clube inglês pode participar em competições internacionais. Esta situação é absolutamente ridícula e académica mas ajuda a ilustrar o ponto essencial que é a soberania do estado inglês.
MGBG
Mas e os jogadores? Muitos ganham milhões é certo, mas nem todos.
Estar mais X dias fora de casa?
Mais X jogos aos que já disputa? Qual o limite por época? 100?.
Estou mesmo a ver qualquer dia o aparecimento de um novo “Bosman” a contestar em tribunal, ou algum sindicato forte de jogadores fazer greve (lembram-se da NBA aqui à pouco tempo).
Eu sei que isto é mais virado para as transmissões para a Asia, mas porra, tudo o que é demais enjoa.
Francisco Parrinha Guerreiro
Anda toda a gente a discutir o sexo dos anjos. Esta coisa da Superliga é uma conversa sem assunto. Podiam ter deixado os homens criar isto quando eles quiseram, e por esta altura já a competição estava morta e enterrada.
Ainda ninguém se perguntou porque é que clubes como o Bayern ou o Dortmund nunca quiseram nada a ver com esta idiotice? Não querem receitas para poder contratar os melhores jogadores, querem lá ver?!
Joga_Bonito
Também acredito que não desse tantas receitas como se pensa, porque tantos jogos entre equipas de top ó gerava desinteresse a longo prazo. A magia dos grandes jogos é a sua raridade, a partir do momento em que todas as semanas jogavas contra um tubarão perdia a graça toda. Além de provavelmente a maioria das equipas adoptar uma postura defensiva porque ao invés de um adversário pequeno, tinhas um tubarão. Íamos ter jogos super desinteressantes. Contudo a questão da SL é o impacto psicológico, ela promete muitas receitas a clubes endividados e como será um formato novo é fácil de convencer todo o mundo que será uma óptima ideia, quando a longo prazo matará o futebol. O Barcelona por exemplo, está totalmente falido por isso agarra-se a qualquer coisa para se salvar, seja esta ideia lógica ou não. O futebol não sobreviverá nas massas sendo apenas algo de elite, mas os clubes endividados aceitarão qualquer migalha que lhes atirem.
Jeco Baleiro
Subscrevo na íntegra