Antonio Rüdiger prolongou o contrato que o liga ao Real Madrid. O central, de 33 anos, fica agora vinculado até 2027. O alemão é assim a 1.ª renovação nos merengues desde que Mourinho foi anunciado como novo treinador.
Antonio Rüdiger prolongou o contrato que o liga ao Real Madrid. O central, de 33 anos, fica agora vinculado até 2027. O alemão é assim a 1.ª renovação nos merengues desde que Mourinho foi anunciado como novo treinador.
11 Comentários
Tiago Silva
É o jogador mais parecido ao Sergio Ramos e até ao Pepe desde as suas saidas, percebe-se que o Mourinho o queira manter. Até porque tanto o Militão como o Huijsen são centrais mais soft e o alemão oferece muita experiência. Não acredito que seja um titular indiscutível, mas pode ser importante ao longo da época.
Goncalo Silva
Não sei se será essa a dupla, diria que não. Não se esqueçam que Huijsen já foi treinado por Mourinho, e recordem as palavras que Mourinho proferiu na altura sobre ele…
Acredito que a defesa do Real Madrid será Huijsen + 3.
AndreChaves9
São centrais a mais com qualidade indentica.
O Comendador
O jogador que já era a imagem de Mourinho em Madrid! …nem podia ser de outra forma.
Sl
Eusebio
Renovar com Rüdiger é a prova de que este Real do Mourinho não quer apenas nomes, quer competitividade pura.
Aos 33 anos, ele é o garante de agressividade que Konaté precisa ao lado para se estabilizar. Muitos focarão na idade, mas quem acompanha o Visãodemercado percebe que maturidade tática e liderança não se compram no mercado.
É uma decisão inteligente: segura o balneário e permite a Mourinho moldar a defesa sem perder o ADN vencedor. O coletivo acima de tudo.
É isto que separa a gestão de topo do simples ‘comprar por comprar’.
JJayy "Non Believer"
Permite também manter um arruaceiro na equipa que não tem problemas em colocar a integridade física dos adversários em causa e é um dos jogadores mais porcos de sempre. Não te esqueças dessa parte
Eusebio
Compreendo a ressalva sobre a agressividade do Rüdiger, mas os dados ajudam a contextualizar o seu impacto real: apesar do estilo imponente, ele mantém uma média baixa de 1,1 faltas por 90 minutos e raramente compromete a equipa com cartões vermelhos (apenas um em mais de 100 jogos pelo Real Madrid).
Oldasity
Só para contextualizar, o Casemiro teve 3 vermelhos em 61 jogos pelo United enquanto teve 2 vermelhos em 330 jogos pelo Real Madrid.
Eusebio
Oldasity, os números que apresentas sao efectivamente reais, mas a tua conclusão ignora o contexto, devendo a leitura ser técnico-táctica e não institucional.
No Real Madrid, o Casemiro atuava num bloco compacto e dominante, onde o seu raio de ação era curto e (muito) raramente ficava exposto em transições de 40 metros.
No United, a desorganização defensiva obrigou-o a ser um ‘bombeiro’ em campo aberto. Como sabemos, intervenções de emergência em desvantagem numérica ou desequilibrio posicional da equipa, aumentam drasticamente o risco de ação faltosa e consequentemente da expulsão.
Se somares a isto o declínio natural da velocidade de reação e o critério inglês, mais rigoroso com entradas tardias, tens a explicação técnica.
É uma questão de dinâmica de jogo e fisiologia, não de favorecimento ou “proteção”.
JJayy "Non Believer"
Isso não quer dizer nada. Ainda a época passada o Rudiger teve um dos comportamentos mais anti-desportivos que me lembro num jogo de futebol que dá direito não só a uma expulsão como a vários jogos de fora, e nem uma coisa nem outra aconteceram. Goza de uma certa proteção mas é um arruaceiro
Eusebio
Percebo que um lance específico possa ter impacto na tua perceção, mas na análise desportiva profissional, um evento isolado não anula a consistência de uma amostra de mais de 100 jogos.
A tese da “proteção” é difícil de sustentar na era do VAR, onde cada contacto agressivo é revisto detalhadamente por vários ângulos. Se o Rüdiger fosse o “arruaceiro” que descreves, a probabilidade estatística de manter um registo tão baixo de cartões e faltas (apenas 1,1 por jogo) seria praticamente nula.
Para além disso, rotular um jogador com base na tua subjetividade ignora o que os treinadores e outros profissionais de futebol de elite chamam de “agressividade controlada”. Se analisares o rendimento dele na Champions League — onde a arbitragem é estatisticamente mais rigorosa do que na La Liga — percebes que o Rudiger é um dos centrais com maior taxa de sucesso em desarmes (frequentemente acima dos 70%) sem recorrer à infração.
Chamar “porco” a quem utiliza o corpo para dominar o espaço é um juízo moral que não resiste à frieza e objetividade real dos números: um central que joga 90 minutos em alta intensidade e termina o jogo com apenas uma falta cometida é um mestre da antecipação e do posicionamento, não um agressor descontrolado como parece ter a tua percepçao individual.