O ano de 2014 traz consigo um período revolucionário para o grande circo da F1. São muitas as novas regras impostas pela Federação Internacional do Automóvel. Num mundo cada vez mais tecnológico e sofisticado e sendo a F1 a principal montra da tecnologia de ponta do mundo automóvel, assistimos a uma mudança no conceito de motor. Os tempos modernos e a crise do petróleo assim o exigem. Assim, observa-se um downsizing (descida de cilindrada) dos motores ao longo dos anos. Passou-se de motores V12 para V10 em 95, de V10 para V8 em 2006 e agora, em 2014, de V8 para V6 e cilindrada 1600 cc. O motor é agora uma power unit (unidade de potência) onde estão acoplados ao motor V6 um acumulador de energia ECU e dois motores elétricos que ligam a este acumulador e fornecem potência extra. No fundo temos um sistema híbrido à semelhança dos do Mundial de Resistência. Outra das novidades é o motor possuir turbo ao invés de ser atmosférico. Desde 1988 que não se usavam motores turbo por razões de segurança. Como com o avanço da tecnologia os motores turbo estão mais seguros recorreu se a esta ferramenta para permitir um maior aproveitamento do motor V6. O turbo possui uma turbina que aspira o ar e gira a 125 mil rpm. As alterações não se ficaram pelo motor. A transmissão passa a contar com 8 velocidades. Ao contrário do ano anterior em que as equipas podiam escolher 30 relações de caixa para todo o ano,em 2014 só vão poder escolher 8 conjuntos de carretos. Isto implica uma maior adaptação do piloto a cada traçado e menos personalização das relações de caixa. Além do motor e caixa, o escape também sofreu alterações. Este possui uma única saída, elevada e no eixo longitudinal do carro, junto à luz de chuva. Uma das grandes limitações é que a saída do escape não pode estar tapada pela carroçaria para que não exista aproveitamento dos gases de escape. A nível da dianteira do carro, o chassis na zona dos pés do piloto fica mais baixo cerca de 10 cm e o nariz está a um nível ainda mais inferior, daí que para contornar o regulamento, se vejam diferentes interpretações para o desenho. Observam se algumas aberrações estéticas como as pontas em formato de diapasão do Lotus ou o estilo aspirador do Ferrari e as pseudo pontas fálicas dos outros carros. A nível das asas, na dianteira temos uma asa frontal mais estreita em 150mm, sendo menos susceptível a danos. No entanto isto pode criar algumas dificuldades aerodinâmicas pela perturbação da passagem de ar nas rodas frontais. A asa traseira perdeu a asa intermédia e a superior foi reduzida,o que implica menos carga aerodinâmica na traseira. Por fim a nível de pneus os pilotos vão ter de gerir como no ano anterior,mas com mais cuidado, pois o binário do conjunto híbrido é muito superior.
No que diz respeito aos “artistas”. Após a silly season, as equipas foram-se compondo,com muitos pilotos a pagarem muitos milhões por um assento. Vettel é sempre um favorito, apesar das dificuldades dos motores Renault nos 12 dias de testes de pré-época. A Mercedes será, neste momento o alvo a abater com Rosberg e Hamilton a disporem de um monolugar bastante competitivo. A Mclaren e Williams equipadas com motor Mercedes estão também em boa forma e serão candidatas aos primeiros lugares. Destaque para a estreia de Magnussen pela Mclaren e Massa na Williams. Na Ferrari espera-se uma luta intensa pelo título. Alonso será o chefe de fila mas Raikkonen não vai ficar atrás se o monolugar for competitivo. A equipa está bem mas ainda a esconder o jogo. São sempre 2 candidatos a considerar e quiçá os 2 mais experientes e com capacidades maiores em bater Vettel. A relação entre os 2 sempre foi boa e o espírito frio do Iceman deixa pouco espaço ao latino Alonso em repetir o que se passou com colegas como Massa, Piquet ou Hamilton. Na Lotus Maldonado e Grosjean são os bad boys da F1 e têm ao seu dispor um monolugar que pouco rodou nos testes de pré epoca. Sauber e Force India parecem bem colocadas e estarão mais próximas do grupo da frente. A experiência de Sutil com o Sauber e a rapidez e consistência de Hulkenberg, desta vez de Force Índia irão com certeza proporcionar muitas surpresas. Na cauda do pelotão Toro Rosso com o já caseiro Vergne e o rookie Kvyat,que com os seus milhões de rublos russos tirou o lugar ao nosso António Félix da Costa. Marussia mudou para motor Ferrari e conta com a experiência do delfim da Ferrari Bianchi, o mesmo sucedendo na Caterham com Kobayashi.
Por fim, para terminar este prólogo da temporada, pela primeira vez haverá um limite de combustível no máximo de 100kg por hora e são apenas 100kg de gasolina que podem entrar no depósito, ao passo que em 2013 eram 160kg. E as corridas duram cerca de hora e meia. Muita pestana queimada pelos engenheiros para gerir ao máximo os consumos. Para melhores momentos e mais ultrapassagens a energia cinética acumulada nas travagens e a energia gerada pelo turbo vão fornecer 160 cavalos extra para o motor, quando em 2013 eram apenas 80. E, ao invés de se usar esta energia durante 7 segundos, passa a usar-se durante 33 segundos, o que leva a uma melhoria de 2 segundos por volta em teoria. A qualificação mantém as três sessões mas a primeira tem menos 2 minutos e a última mais 2 e, nesta última os pilotos podem usar pneus novos para o ataque à pole.
Está aberta a caça ao título. Resta dizer, Gentleman start your engines!
Visão do Leitor (perceba melhor como pode colaborar no VM aqui!): João Vale



0 Comentários
Kafka I
Não acompanhei muito esta fase da "pré-época" na formula 1, portanto não posso falar muito sobre a mesma, mas há uma das mudanças que é só talvez a mudança mais ridicula de toda a história de qualquer desporto no Mundo, que é a duplicação dos pontos na última prova, é tão mas tão ridicula essa regra e só ven descredibilizar ainda mais a Fórmula 1…esta medida faz lembrar os putos quando estão a jogar à bola e o dono da bola tem de ir embora, então mesmo que uma das equipas já esteja a ganhar por 30-0, um dos miudos vira-se e diz "temos de ir embora, portanto quem marcar ganha", basicamente é isto que esta a acontecer na F1, enfim demasiado ridculo este medida..
LuisRafaelSCP
É mais numa perspectiva de dar competitividade, na última temporada o Vettel foi campeão demasiado cedo, e foi a pensar nisso que a regra foi colocada em vigor… é claro que acaba por ser injusto, mas pode ser emocionante.
João Lains
Percebo o teu ponto de vista, mas pelo menos haverá emoção até ao último segundo. Por exemplo, no Tour uma das coisas que não gosto de ver é precisamente a última etapa, que por norma serve de consagração ao camisola amarela. Por ser no interior da cidade de Paris e por ter todo aquele público em redor do circuito, esta etapa podia ser verdadeiramente brutal.
LuisRafaelSCP
João Lains,
Nem mais… comparando com o desporto que mais conhecimento tenho, o futebol, é quase como o Benfica chegar com 10 pontos de avanço a 5 jornadas do fim, e nessas 5 jornadas cada vitória valer 6 pontos, estaria tudo em aberto até ao fim.
Kafka I
Sim entendo o que dizem, mas convenhamos que isso de justiça não tem nada…uma prova de regularizade tal como o próprio nome indica "regularidade" significa que todos os jogos devem valer o mesmo e no fim vê-se quem teve melhor somando todos os jogos…assim quase que deixa de ser regularidade pois basta estar bem no fim
LuisRafaelSCP
Para já começou melhor… Vettel 13º na qualificação para o 1º GP. Pode ser que seja uma luta mais renhida..
Gostava que fosse para o Hamilton este ano.
Kafka I
Para já, parece estar mesmo tudo baralhado, não vi a qualificação mas Raikonnen, Vettel e Button ficaram nem ao Q3 chegaram…e o Ricciardo (companheiro de equipa do Vettel) conseguiu ganhar tanto em seco como em molhado ao Vettel…
Olhando só para os dados, isto promete de facto
Quanto aos meus favoritos, quero que o Vettel faça o penta, senão conseguir que vença o Raikonen..
Nota final, para à 27 grandes prémios que o Vettel não ficava fora do Q3…
Ricardo Soares
O Raikonnen teve um acidente no final da Q2 que o impossibilitou de entrar na Q3 e esse mesmo acidente e consequentes bandeiras amarelas e acabou por levar a que o Vettel ficasse com a última volta de qualificação da Q2 estragada e não conseguisse fazer tempo para Q3 (se bem que o Vettel estava no final a queixar-se de falta de aceleração no carro e não estava a fazer tempos famosos devido a isso).
Neste momento a RedBull e a Mercedes são as grandes vencedoras, a RedBull que depois de uma pré época ridiculamente má consegue trazer um carro na primeira linha da grelha de partida o que leva a querer que este ano possam estar igualmente fortes e a Mercedes porque conseguiu construir um carro rápido e sem grandes problemas de maior e leva um avanço enorme no nível de conhecimento e possíveis melhorias a fazer ao carro.
Este ano parece que a luta no inicio do campeonato vai ser pela fiabilidade e vamos ter muitos problemas com caixas de transmissão e sistemas de energia e por isso a meio do campeonato iremos ter muitas penalizações causadas pela utilização de mais do que 5 unidades de energia…
Bruno Filipe Domingues da Silva
Estou muito curioso para ver a F1 este ano com todas as modificações.
Agora os carros vão estar praticamente todo no mesmo patamar.
Estou igualmente muito curioso para ver o que vai fazer o Vettel com estas novas modificações, depois de 3 anos consecutivos ter um carro muito viável, eu não percebia se às muitas corridas que ganhou era por causa da sua qualidade de piloto ou por ser o carro.
João Martins
carros praticamente todos no mesmo patamar – isso nao existe na f1 . ponto.
e , na tua logica um tetracampeao que ja ganhou na toro rosso e red bull, nao tem credibilidade ou arcaboico ?
vettel nao precisa de provar nada a ninguem, o seu curriculo fala por si
Rabensandratana
Muito bom post informativo, ainda não tinha lido nada sobre as novas alterações para esta tmporada de 2014 e fiquei esclarecido.
Espero que o Vettel continue a trucidar sou um grande fã de pilotos germânicos.
Penso que o Vettel este ano terá mais dificuldades em vencer, mas mesmo assim como é um piloto ganhador e acima de tudo com aalguma experiência acumulada ao longo destes últimos anos deverá vencer.
Estou expectante para ver o que faz o Alonso, considero um grande piloto, mas tem pecado com as suas picardias que em nada prestigiam esta grande modalidade.
Que pena do português não ter sido escolhido, foi infelizmente preterido graças aos largos milhões de rublos.
Gostava de ver um dia, sei que não será nada fácil e é muito improvável um motor da marca germânica Audi a ter um monolugar na F1.
Kafka I
Subscrevo, faz falta mais grandes marcas à F1, para além da Audi, gostava de ver a Honda, a Chevrolet, a Mitsubishi, Ford, Toyota …
É que vendo bem, a F1 de certa forma atravessa uma crise nesse aspecto, já que apenas há motores, Ferrari, Renault e Mercedes
Ruben
No próximo ano a Honda vai entrar na competição em parceria com a McLaren. Mas no meu entender é BMW que faz falta também no circuito.
FLU FLY FLU
Ótimo texto, bastante informativo. Eu tinha apenas uma breve ideia das alterações e fiquei bastante esclarecido.
Espero que este ano haja alguma competitividade, e se assim for, este ano vai ser o ano em que tiro as minhas duvidas em relação ao Vettel. Acho que é um grande piloto, mas o facto de ter sempre o melhor carro deixa-me com duvidas se é mesmo o melhor, pois se for, poderá vir a ser um dos melhores de sempre.
Espero que o Hamilton tenha finalmente um ano com poucos problemas, e que modere a sua agressividade no carro, que lhe causa tantas corridas sem acabar.
Espero também que o Massa melhore em relação ao ano passado.
Quanto a Alonso, mais do mesmo, mas melhor sff.
Cumps
Bruno Meleiro
Para o ano estarão lá os motor Honda que vão equipar a McLaren. E com 2 jovens piloto que parecem ser muito bons pelo que já demonstraram na WSR3.5 (Magnusen, oficial, e Vandorn,testes), à esperança de um regresso ao que já fizeram no passado.
Mas de facto fazem falta outras marcas ou o regresso de antigos montadores que tiveram sucesso, como a Ford, BMW e a Toyota, por exemplo. Era interessante ter um representante do grupo Vag, fosse ele Porsche, Audi ou Lamborghini. E ainda Peugeot, Alfa Romeo ou Maseratti.
Esta nova geração de motores turbo podia ter aberto o apetite a outras marcas, e o que não falta no grid são equipas a receber motores de outros montadores. Gostava de ver a Williams em bom plano, é uma equipa histórica que conta com alguns dos melhores carros que andaram na F1, e ultimamente andou perdida.
Bruno Meleiro
Para o ano estarão lá os motor Honda que vão equipar a McLaren. E com 2 jovens piloto que parecem ser muito bons pelo que já demonstraram na WSR3.5 (Magnusen, oficial, e Vandorn,testes), à esperança de um regresso ao que já fizeram no passado.
Mas de facto fazem falta outras marcas ou o regresso de antigos montadores que tiveram sucesso, como a Ford, BMW e a Toyota, por exemplo. Era interessante ter um representante do grupo Vag, fosse ele Porsche, Audi ou Lamborghini. E ainda Peugeot, Alfa Romeo ou Maseratti.
Esta nova geração de motores turbo podia ter aberto o apetite a outras marcas, e o que não falta no grid são equipas a receber motores de outros montadores. Gostava de ver a Williams em bom plano, é uma equipa histórica que conta com alguns dos melhores carros que andaram na F1, e ultimamente andou perdida.
Bruno Meleiro
Quanto aos pilotos, começo por realçar o Alonso que pode aproveitar muito bem este início de época com muitos problemas e recorrente atraso no maior rival, a Red Bull, e valer-se da sua experiência e qualidade para ganhar vantagem perante a confusão que se vai instalar. O Raikonen, espero que se bata bem, e não seja um Massa dos últimos anos.
Na Red Bull, como grande equipa que é, acho que vai surpreender novamente mais lá para a frente. A quase falta de pré-época e os inúmeros problemas de motor e refrigeração atrasaram-na, mas conta com o actual tetracampeão, Vettel, que tem de calar as bocas que duvidam da real qualidade dele. Do outro lado tem o estreante Ricciardo, que já fez a escola da marca e com certeza vai querer aproveitar a oportunidade que a melhor equipa dos últimos anos lhe deu.
A Mercedes parece ser até agora a equipa mais à frente, a fazer uma boa pré época e a colocar 2 pilotos nos primeiros 3 lugares da qualificação. Conta com dois pilotos a meu ver muito equilibrados, Hamilton e Rosberg, apesar do primeiro ser mais irreverente, acho que não andam muito longe um do outro. Com certeza vão ser a concorrência maior do Alonso do início da temporada.
A Mclaren parece estar recuperada, e para além do experiente Jensen Button, que quando tem carro consegue ser bem sucedido nos GP's com maior confusão, não se pode deixar de olhar para ele como sério candidato a ganhar pontos agora no início, apesar da péssima qualificação que fez hoje. Do outro lado está o Kevin Magnusen, que é estreante mas tem muita qualidade. É a minha aposta como grande surpresa do campeonato.
A Williams, também com motor Mercedes, parece ter dado um grande salto e liderou a pré-época. Não me parece que vá começar no topo, como deixa transparecer pela qualificação de hoje. O Massa é um piloto experiente, mas acho-o pouco competitivo, especialmente desde 2009, e o Bottas também é muito novo, apesar de contar já com 1 temporada na Williams.
A Lotus, é a que inspira mais cuidados, pré-época quase inexistente e uma das afectadas pelo motor Renault. É uma equipa irreverente, com pouco orçamento e que surpreendeu todos nos últimos anos, por isso deixava expectativas elevadas. Perdeu a sua imagem de marca, o Kimi, e aposta nos bad boys dos últimos anos. Tanto Grosjean como Maldonado são competitivos e o francês é muito rápido, mas pela quantidade de acidentes que provocaram não recolhem grande simpatia do público…
Sauber e Force India, devem andar +/- equiparadas com os anos anteriores. A Sauber mais lá em baixo, e a Force a fazer alguns pontos, que conta com o Perez, que não vingou na Mclaren.
Toro Rosso, é meramente uma equipa de teste. Tem lá o Vergne, que deve ser o último ano na equipa, e o estreante Kviat, que ingressou graças ao seu talento e aos milhões russos. Este último não recolhe a simpatia dos portugueses, e acho que todos torcem para que faça uma péssima temporada, pelo menos não caiu no gosto.
Marrusia e Caterham, vão cumprir calendário, e fazer algum ponto já é progresso. Destaco o Kobaiashi na Caterham, é muito talentoso, e é pena estar numa equipa tão fraca. Não teve sorte para dar o salto, e pelos vistos também não tem os milhões russos ou venezuelanos, nem nasceu em França.
Bruno Meleiro
Quanto ao desenho dos carros, é interessante a quantidade de soluções, e só agora é que se vai perceber quem acertou melhor.
Temos Ferrari e Mercedes com uma solução diferente do geral. mais particular, a Red bull com uma solução mais consensual, mas única, e a Lotus a mostrar toda a sua irreverência. Da solução da Caterham não vale a pena falar…
a partir de agora é que se vai ver, quando os motores estiverem todos a funcionar +/- iguais, quem tem a melhor solução aerodinâmica.
A meu ver, o Williams, com o regresso da Martini Racing à F1 é o carro mais bonito, seguido pelo Red Bull.
Peço desculpa pelo testamento, mas esta época vai ser especial, com todas as alterações efectuadas estamos perante uma nova era, que veio baralhar tudo outra vez. Apesar de eu preferir os V8, V10, V12 atmosféricos a estes V6 1.6 turbo, mas pronto…
Bruno Meleiro
Santos
Apostei na Mercedes construtores e Hamilton campeão.
Sobre as mudanças e etc, acho que a Renault se preparou mal, e não quem usa os seus blocos, a tecnologia deles é boa mas Mercedes é superior. Acho que Ferrari tem pouca "cultura" de turbo, mas Ferrari é Ferrari, e quem tem dois pilotos daqueles é sempre para ganhar.
Acho que o que vai decidir muito é a parte dos consumos/rendimento/performance dos motores, a parte aerodinâmica com carros "mais lentos" é sempre relevante, mais nas curvas rápidas mas o rendimento dos motores e os pilotos não se terem que preocupar muito com o andamento e o consumo será o ponto fulcral.
Unknown
Fiquei triste com a ausência de espaço que deste ao Ricciardo, um piloto com futuro risonho assegurado. É ver a evolução e reparar que é o mais promissor dos novos. Depois gosto das alterações nas cargas aerodinâmicas, que irão deixar o carro mais difícil de conduzir e onde iremos notar mais a perícia dos pilotos. Vamos é ver se a Mercedes tem um super-carro como a pré-época mostrou e estou especialmente atento à Force India que tem vindo a evoluir a um ritmo acelerado.
Um à parte. O KERS irá "recuperar" energia a partir das travagens e também dos gases de escape, sendo por isso que há dois motores eléctricos.
Santos
Já não é KERS, é ERS, não capta só energia cinética. Pelo que vi, agora há mais baterias, logo mais capacidade de armazenar e consequentemente mais potencia.
Unknown
Ok, desculpa o preciosismo. Há dois motores eléctricos. Um aproveita o fluxo dos tubos de escape e o outro continua a ser o tradicional KERS, só que está mais potente. Continuo a dizer que a variação das cargas aerodinâmicas vai trazer mais emoção.
Um bom video para observar as mudanças. https://www.youtube.com/watch?v=hFHmYFlbFn8