Abel Ferreira parece preocupado com a imagem que tem no Brasil e até deu o exemplo de Ayrton Senna para justificar que as pessoas são diferentes em competição e fora dela.
Abel Ferreira: “Havia o Senna e o Ayrton, pessoas completamente diferentes. E não venham dizer que ele não era competitivo, que era um anjinho quando competia. Eu às vezes fico triste quando dizem que eu tenho um ‘mau perder’. E o Ayrton Senna não tinha?”
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— ge (@geglobo) November 27, 2025


1 Comentário
DNowitzki
Eu também tenho mau perder, mas resolvo-o comigo: não insulto ninguém, não parto coisas, não procuro desculpas exteriores sucessivamente, etc. e tal, tudo o oposto do que o Abel faz.
Na realidade, o Palmeiras não joga nada há dois anos ou mais. Na realidade, o Palmeiras vivia nas costas de Endrick e, depois, do miúdo do Chelsea. Na realidade, a grande virtude do Palmeiras é jogar sempre com intensidade e nunca se dar por derrotado. Na realidade, o Palmeiras é a equipa mais beneficiada pela arbitragem. Na realidade, o Abel é tão rasca que consegue negar o penalti surrealmente não marcado a favor do São Paulo. Na realidade, o Abel contradiz-se estupidamente, como fez na última CI: ao ser interrogado por um jornalista a propósito de uma situação hipotética, ele responde que não vive de «ses», todavia, passados dez segundos, está a dizer que «se o penalti a favor do São Paulo fosse marcado e se o guarda-redes do Palmeiras o defendesse…». Na realidade, Abel, SE amanhã vencer, volta a ser um herói, e a sua vida seguirá alegremente no Brasil. Na realidade, o Palmeiras, este ano, ganhou bola. Na realidade, a realidade, como diria Camões, muda rápida e inusitadamente.