A temporada chegou fim e, como tal, é obrigatório que se faça uma análise daquilo que de pior e melhor se passou no nosso campeonato. No seguimento desta perspectiva, e como tem sido apanágio do Visão de Mercado, apontamos aqueles que mais desiludiram na Liga ZON-Sagres 2013/2014, tendo em conta os nossos critérios (rendimento, expectativas produzidas e o pouco que demonstraram quando tiveram oportunidades). Estes critérios não são relacionados apenas com as contratações do defeso, mas também aos elementos que já pontificavam em Portugal.
1º Djuricic – Era apontado como uma das contratações mais sonantes do mercado português e um jogador que tinha tudo para herdar a camisola “10” do Benfica com dignidade. Mas (spoiler alert!) nada disso aconteceu. O sérvio desaproveitou as oportunidades que lhe foram dadas, demonstrou lacunas no processo defensivo, falta de intensidade e capacidade para pressionar como Jesus gosta e naturalmente nunca foi uma opção credível para integrar o onze encarnado. Em 2014-15 sem Rodrigo, poderá ganhar o seu espaço e contrariar este Top.
2º Herrera – O mexicano tinha tudo para dar certo no FC Porto. Chegou à Invicta depois de Moutinho sair, o que quer dizer que tinha entrada direta para o onze e até vinha com boas garantias de sucesso. Por tudo o que as suas características acarretavam (Herrera é um box-to-box que se destaca pelo transporte de bola, pela facilidade de remate e pela verticalização do seu jogo), o mexicano tinha condições para dar cartas nos azuis e brancos. Contudo, e mesmo considerando o facto de o FC Porto ter tido uma das suas piores épocas dos últimos anos, ficou muito abaixo do esperado. Os seus treinadores não conseguiram ver como os seus atributos encaixavam da melhor maneira na equipa (foi obrigado a racionalizar, pausar e pensar o jogo e essas não são definitivamente as suas características), porém o jogador que vai estar presente no Mundial do Brasil no Verão, também não fez o suficiente.
3º Quintero – O FC Porto depositava grande parte das suas esperanças naquilo que o jovem colombiano poderia fazer. Por ser um virtuoso como há poucos em Portugal, com dotes técnicos requintados e com a capacidade para num rasgo de magia desequilibrar um encontro, até os próprios adeptos reuniam muita confiança no jovem cafetero. Contudo, há que dizer que o seu ponto de maturação ainda está longe de ser atingido. Quintero vai ainda no início de um projeto de jogador, que se for bem evoluído, pode seguir as pisadas de outro mágico e nº 10 dos dragões. Contudo, esse defendia. Esse conhecia o terreno como ninguém e os modelos táticos de jogo e do que a equipa precisava. Esse médio era equilibrado. Algo que Juan Quintero ainda está longe de ser.
4º Hassan – Depois de em 2012/2013 ter deixado excelentes indicações, com doze golos pelo Rio Ave e um Mundial sub-20 bastante positivo ao serviço do seu país, esta temporada o egípcio defraudou as espectativas e passou ao lado do momento da equipa. Bastante perdulário e previsível nas suas ações chegou a ser preterido na busca por um ataque mais móvel. Antes disso, viu inclusive a sua titularidade ameaçada por Joeano.
5º Dier – “Este vai ser o ano de Dier”, diziam todos. Mas não foi, o talento está lá e além de ser o melhor central dos leões é talvez o jogador com mais potencial, no entanto, ao contrário do que se pensava em 2013-14 foi suplente de Maurício e não se afirmou.
6º Carlão – Depois do que tinha mostrado em Portugal na União de Leiria e até em Braga (quando jogava convencia), a notícia da sua transferência para a Capital do Móvel foi encarada como uma autêntica bomba. Era um reforço sonante que tinha tudo para fazer mais e melhor do que a anterior referência ofensiva da equipa, Cícero. Porque era menos trapalhão com bola, porque era mais letal na finalização e até pelo seu jogo aéreo ser importante dos dois lados do campo, ninguém imaginava que Carlão fizesse o que fez este ano, onde foi… péssimo. A própria direção pacense perdeu a confiança no avançado, tendo chegado ao ponto de ir buscar Buval e Del Valle na tentativa de estes serem melhor sucedidos.
7º Maazou – Na teoria tinha tudo para ser o novo Suk da 1ª Liga, mas exceção aos jogos feitos com o FC Porto (deu sempre muito trabalho) e um jogo aqui ou ali, foi mais um dos responsáveis para o fraco aproveitamento ofensivo dos vimaranenses. Apesar de ser um autêntico portento físico, não fez uso dele, desgastando-se muito facilmente nos encontros. Para além disso, foi quase sempre penoso na finalização não aproveitando muitas das oportunidades que cria (uma grande qualidade que apresenta), chegando ao ponto de Rui Vitória o preterir por Tomané. No final de contas, resumimo-nos aos seus registos, porque 4 golos em 25 jogos não são números que se justificam, tendo em conta a mais-valia que poderia ter sido.
8º Tiago Rodrigues – Tinha sido uma das sensações e um dos líderes em campo da equipa do Berço no campeonato do ano passado, mas este ano, depois de voltar à equipa, não conseguiu apresentar o mesmo nível de rendimento. O meio campo do Vit. Guimarães foi, mais uma vez, o setor mais forte da equipa, mas mesmo considerando isso, o jogador emprestado pelo FC Porto tinha condições para voltar a ser o grande dinamizador da equipa. Foi inferior a Olímpio, André André, André Santos e Crivellaro e esteve longe de ser equacionado para uma titularidade absoluta.
9º Luís Gustavo – O jovem luso (formado nas escolas do Barcelona), prometia ser um 2 em 1 para um clube médio português como é o Rio Ave. Primeiro porque vinha de um local conhecido mundialmente pelos métodos de aprendizagem de processos referentes ao estudo da tática do futebol e ter, ainda que em escala reduzida, algo desse ADN no meio campo da equipa, seria benéfico e luxuoso. E segundo porque é um jogador com excelentes atributos para uma posição tão reduzida do terreno do jogo (cada vez é mais importante construir jogo o mais cedo possível). É um médio defensivo não muito possante (1,73 m), mas dono de uma excelente técnica, boa saída de bola, inteligência na racionalização do terreno de jogo e consequente ocupação e avaliação do raio de ação (tem semelhanças com Thiago Alcântara). A verdade é que não se assumiu na equipa de Vila do Conde e terminou a temporada com pouco mais de 1000 minutos em todas as competições.
10º Eduardo – O guardião português, que está nos 23 eleitos para o Mundial (algo incompreensível) teve mais uma época para esquecer. O Braga foi a 6º pior defesa do campeonato, e não sendo influência exclusivamente sua, é óbvio que tem culpas no cartório. O guarda redes não revelou ser uma mais valia, aliás, parece evidente que desde o Mundial 2010, competição onde esteve a um nível muito alto, e consequente saída para o Génova em 2010/2011 (onde foi inclusive alvo de chacota pública pelo próprio presidente do clube italiano), o guarda redes perdeu preponderância e confiança, levando a sucessivos empréstimos sem sucesso. Aos 31 anos, quando devia estar no topo das suas capacidades, surgem dúvidas em relação ao seu real valor.
1º Djuricic – Era apontado como uma das contratações mais sonantes do mercado português e um jogador que tinha tudo para herdar a camisola “10” do Benfica com dignidade. Mas (spoiler alert!) nada disso aconteceu. O sérvio desaproveitou as oportunidades que lhe foram dadas, demonstrou lacunas no processo defensivo, falta de intensidade e capacidade para pressionar como Jesus gosta e naturalmente nunca foi uma opção credível para integrar o onze encarnado. Em 2014-15 sem Rodrigo, poderá ganhar o seu espaço e contrariar este Top.
2º Herrera – O mexicano tinha tudo para dar certo no FC Porto. Chegou à Invicta depois de Moutinho sair, o que quer dizer que tinha entrada direta para o onze e até vinha com boas garantias de sucesso. Por tudo o que as suas características acarretavam (Herrera é um box-to-box que se destaca pelo transporte de bola, pela facilidade de remate e pela verticalização do seu jogo), o mexicano tinha condições para dar cartas nos azuis e brancos. Contudo, e mesmo considerando o facto de o FC Porto ter tido uma das suas piores épocas dos últimos anos, ficou muito abaixo do esperado. Os seus treinadores não conseguiram ver como os seus atributos encaixavam da melhor maneira na equipa (foi obrigado a racionalizar, pausar e pensar o jogo e essas não são definitivamente as suas características), porém o jogador que vai estar presente no Mundial do Brasil no Verão, também não fez o suficiente.
3º Quintero – O FC Porto depositava grande parte das suas esperanças naquilo que o jovem colombiano poderia fazer. Por ser um virtuoso como há poucos em Portugal, com dotes técnicos requintados e com a capacidade para num rasgo de magia desequilibrar um encontro, até os próprios adeptos reuniam muita confiança no jovem cafetero. Contudo, há que dizer que o seu ponto de maturação ainda está longe de ser atingido. Quintero vai ainda no início de um projeto de jogador, que se for bem evoluído, pode seguir as pisadas de outro mágico e nº 10 dos dragões. Contudo, esse defendia. Esse conhecia o terreno como ninguém e os modelos táticos de jogo e do que a equipa precisava. Esse médio era equilibrado. Algo que Juan Quintero ainda está longe de ser.
4º Hassan – Depois de em 2012/2013 ter deixado excelentes indicações, com doze golos pelo Rio Ave e um Mundial sub-20 bastante positivo ao serviço do seu país, esta temporada o egípcio defraudou as espectativas e passou ao lado do momento da equipa. Bastante perdulário e previsível nas suas ações chegou a ser preterido na busca por um ataque mais móvel. Antes disso, viu inclusive a sua titularidade ameaçada por Joeano.
5º Dier – “Este vai ser o ano de Dier”, diziam todos. Mas não foi, o talento está lá e além de ser o melhor central dos leões é talvez o jogador com mais potencial, no entanto, ao contrário do que se pensava em 2013-14 foi suplente de Maurício e não se afirmou.
6º Carlão – Depois do que tinha mostrado em Portugal na União de Leiria e até em Braga (quando jogava convencia), a notícia da sua transferência para a Capital do Móvel foi encarada como uma autêntica bomba. Era um reforço sonante que tinha tudo para fazer mais e melhor do que a anterior referência ofensiva da equipa, Cícero. Porque era menos trapalhão com bola, porque era mais letal na finalização e até pelo seu jogo aéreo ser importante dos dois lados do campo, ninguém imaginava que Carlão fizesse o que fez este ano, onde foi… péssimo. A própria direção pacense perdeu a confiança no avançado, tendo chegado ao ponto de ir buscar Buval e Del Valle na tentativa de estes serem melhor sucedidos.
7º Maazou – Na teoria tinha tudo para ser o novo Suk da 1ª Liga, mas exceção aos jogos feitos com o FC Porto (deu sempre muito trabalho) e um jogo aqui ou ali, foi mais um dos responsáveis para o fraco aproveitamento ofensivo dos vimaranenses. Apesar de ser um autêntico portento físico, não fez uso dele, desgastando-se muito facilmente nos encontros. Para além disso, foi quase sempre penoso na finalização não aproveitando muitas das oportunidades que cria (uma grande qualidade que apresenta), chegando ao ponto de Rui Vitória o preterir por Tomané. No final de contas, resumimo-nos aos seus registos, porque 4 golos em 25 jogos não são números que se justificam, tendo em conta a mais-valia que poderia ter sido.
8º Tiago Rodrigues – Tinha sido uma das sensações e um dos líderes em campo da equipa do Berço no campeonato do ano passado, mas este ano, depois de voltar à equipa, não conseguiu apresentar o mesmo nível de rendimento. O meio campo do Vit. Guimarães foi, mais uma vez, o setor mais forte da equipa, mas mesmo considerando isso, o jogador emprestado pelo FC Porto tinha condições para voltar a ser o grande dinamizador da equipa. Foi inferior a Olímpio, André André, André Santos e Crivellaro e esteve longe de ser equacionado para uma titularidade absoluta.
9º Luís Gustavo – O jovem luso (formado nas escolas do Barcelona), prometia ser um 2 em 1 para um clube médio português como é o Rio Ave. Primeiro porque vinha de um local conhecido mundialmente pelos métodos de aprendizagem de processos referentes ao estudo da tática do futebol e ter, ainda que em escala reduzida, algo desse ADN no meio campo da equipa, seria benéfico e luxuoso. E segundo porque é um jogador com excelentes atributos para uma posição tão reduzida do terreno do jogo (cada vez é mais importante construir jogo o mais cedo possível). É um médio defensivo não muito possante (1,73 m), mas dono de uma excelente técnica, boa saída de bola, inteligência na racionalização do terreno de jogo e consequente ocupação e avaliação do raio de ação (tem semelhanças com Thiago Alcântara). A verdade é que não se assumiu na equipa de Vila do Conde e terminou a temporada com pouco mais de 1000 minutos em todas as competições.
10º Eduardo – O guardião português, que está nos 23 eleitos para o Mundial (algo incompreensível) teve mais uma época para esquecer. O Braga foi a 6º pior defesa do campeonato, e não sendo influência exclusivamente sua, é óbvio que tem culpas no cartório. O guarda redes não revelou ser uma mais valia, aliás, parece evidente que desde o Mundial 2010, competição onde esteve a um nível muito alto, e consequente saída para o Génova em 2010/2011 (onde foi inclusive alvo de chacota pública pelo próprio presidente do clube italiano), o guarda redes perdeu preponderância e confiança, levando a sucessivos empréstimos sem sucesso. Aos 31 anos, quando devia estar no topo das suas capacidades, surgem dúvidas em relação ao seu real valor.
Visão dos Leitores (perceba melhor como pode colaborar no VM aqui!): Fábio Teixeira, Luís Borges, Luís Nascimento e Tiago Martins.



0 Comentários
fabio jesus
Como disse á uns dias o problema do Djuricic é o mesmo do Labyad,a falta de intensidade.O futebol Holandês engana muito.
MosqueteiroSLB
concordo.
a qualidade de djuricic esta la. de vez em quando la mostra algumas das suas qualidades, mas ate la e erros atras de erros. perde varias bolas infantis e nao consegue mostrar algo que possa justificar uma aposta continua nele. alias, eu vejo-o o jogar e pergunto-me o que faz la ele e nao bernardo, enquanto noutras posiçoes eu ate consigo perceber o porque da nao aposta.
os jogadores que tem vindo da holanda rotulados de promessa tem desiludido exactamente por causa desse factor… intensidade.
ola john, djuricic e mesmo o proprio sulejmani poderia ter feito mais
bruno teixeira
Por isso mesmo é que é 10, não é box-to-box nem avançado.
Jogar a 10 é a unica posição que se compadece com um pouco de falta de intensidade dai este tipo de jogadores começarem a não vigarem no futebol europeu.
Com JJ este jogador nunca será uma mais valia no SLB. JJ nunca irá dispensar os 2 avançados.
Ricardo Fernandes
Acho que o Sulejmani não se encaixa neste panorama pois fez vários bons jogos. E para um suplente não é possível pedir que seja o melhor em campo quando entre, visto que passou vários jogos sem calçar!!
Tiago Beça
O Djuricic tem boas qualidades técnicas e criatividade, basta melhorar na intensidade e tornar-se-á um dos melhores da nossa liga.
Não é fácil passar de uma liga onde se tem espaço e tempo para tudo, para outra onde não há mais que um metro de espaço para dominar uma bola e outro segundo para decidir o que se vai fazer.
Jesus não tem grande paciência para estes casos, mas eu acredito que Djuricic eventualmente se tornará titular do Benfica.
Anónimo
Dier ainda está novo. William também não tinha qualidade e agora é o que se vê. Não digo que a próxima seja a época dele (ainda por cima com a entrada do paulo oliveira), mas futuramente tem potencial para vir a ser dos melhores. Tendo o Sporting já 4 centrais para a próxima época, se quiserem evolui-lo e não desperdiça-lo, tem de ser emprestado a uma equipa como Braga ou Estoril.
Francisco
Fábio Teixeira
O Sporting nunca na vida vai emprestar o Dier ao Braga ou ao Estoril.
Rúben Cardoso
Emprestar o Dier? Seria de uma incompetência inqualificável.
Rodrigo
O Dier nessas equipas seria o patrao. Mais tarde ou mais cedo tera oportunidades de jogar. Sera preciso e ver a sua situaçao contratual.
Jota
Anónimo, o Rojo deve sair .Com a quantidade de jogos que vamos ter ano que vem,o Dier mais cedo ou mais tarde encosta o Maurício, isto se não continuarem a queimar o miúdo a medio-defensivo. Como central pode ser um caso serio, pois revela uma maturidade fora do normal para a idade. De futuro podemos ter uma dupla de centrais bastante interessante, Paulo Oliveira-Dier.
Pedro Costa
Sendo eu adepto do Belenenses, gostaria de acrescentar o Rudy, mas não sei bem se pertence a esta lista ou à lista de flops, pois foi um jogador muito muito fraco, com poucos argumentos a seu favor para ficar na primeira liga. No entanto, antes de vir para o Belem, era um jogado bastante falado para clubes com presenças europeias, sendo que o seu nome foi, inclusive, falado como possivel jogador de selecção em alguns meios de comunicação. Posto isto, podia ser uma desilusão pois até era um jogador razoavelmente conhecido e sobre o qual tinha algumas expectativas, mas também podia ser um flop pois, como nunca o tinha visto jogar, não sabia qual o seu nível, sendo que penso que não convenceu nenhum adepto do Belenenses e de futebol em geral nesta sua passagem pelo meu clube.
Rodrigo
Concordo plenamente. Outros como Rudy, Rui Miguel, Kelvin ou Manoel poderiam estar nesta lista.
Fábio Teixeira
À partida não reuniam tanta influência para as suas equipas como os que acima foram citados podiam ter valido.
Rodrigo
Sim concordo com.a vossa lista. Apenas esperava mais destes tambem
Kacal l
Concordo a 100% com a lista, como portista, fiquei desiludido com a época do Herrera, mas deu para ver que ele tem qualidade e um potencial interessante, mostrou alguns pormenores e viu-se que é forte em certos aspectos, com um novo treinador e um Porto "renovado", penso que pode subir de rendimento e ser uma mais-valia para a equipa, vamos esperar e ver.
Quanto ao Djuricic, por toda a qualidade que tem e pelo que fez na Holanda, por ser também um dos nomes sonantes a chegarem ao futebol português neste mercado, concordo que esteja na posição #1, assim como o Quintero, mas a verdade é que ambos não tiveram muitas oportunidades e quando tiveram, muitas vezes não jogaram na posição onde rendem mais, na nova época vão mostrar o seu verdadeiro valor, é a minha convicção.
Subscrevo o resto.
Invictus
Luis Gustavo fez a sua formação no FCP, somente mais tarde foi acabar a sua formação no barcelona.
Anónimo
É o costume, jogadores que passam 1 ano em Alcochete são considerados "formados no Sporting" pela imprensa, jogadores que passaram anos no Porto mas vão depois para outros clubes tipo Wilson Eduardo, André Gomes, Rochinha, Nuno Santos e outros, para todos os efeitos nunca passaram pelo Porto.
Daqui a uns anos veremos se Moreto Cassamá e Idrisa serão jogadores formados no Porto ou se a imprensa dirá que são do Sporting.
ps: Critica dirigida à imprensa em geral pela continua disparidade de critérios.
Miguel Cardoso.
Carlos Filipe Carneiro
Nao querendo estar a dizer que nao há fundamento nesta critica , a verdade é que parece que nao serviam no porto . Quer o rochinha ( que está há tantos anos no benfica como os que teve no porto , e por ventura numa fase mais importante da sua evoluçao mas isso é outra discussao ) , o nuno santos e o andre gomes , e falo destes porque sou do benfica , foram todos dispensados .
Jô
O Dier tem 20 anos e fartou-se de jogar.
Jogou ainda por cima numa das posições que mais experiência exige (qualquer erro é letal) e que, por iso mesmo, não permite grandes oportunidades a jogadores jovens.
De momento, não me lembro de uma única equipa que tenha dado a titularidade a um defesa central desta idade (talvez o Varane no RM no ano passado, mas até esse já foi sentado).
Normalmente concordo com as votações do VM, mas esta não percebo…
Jô
Jô
É claro que este raciocínio se baseia num ratio expectativa/rentabilidade.
No caso do Dier, o problema não é de rentabilidade, mas de (erradas) expectativas que alguns adeptos tinham e continuam a ter sobre ele.
Eu considero que o Dier tem que continuar a entrar aos poucos na equipa, aproveitando os jogos de menor risco, para poder crescer numa posição tão exigente como a que ocupa. Por isso mesmo, acho que a sua actuação correspondeu às expectativas que tinha sobre ele.
Jô
stanpanan
Dier tem 812 minutos jogados na liga, como cada jogo tem 90, nao e dificil perceber que nem 10 jogos completos faria (Fez 13, 8 como titular e 5 como suplente) nao e propriamente "fartou se de jogar".. O M.Rodrigues, por exemplo, tem 21 anos e 2566 minutos, nem tem comparação.. O P.Oliveira tem 2520 minutos… Mas nao o considerao desilusão, pk nunca me iludi muito com ele
Jô
Stanpan, é isso mesmo que eu digo.
Para mim, um central de 20 anos jogar 13 jogos (8 como titular e 5 como suplente) num grande, é jogar bastante.
É tudo uma questão de perspectiva e, já agora, expectativa.
Jô
Ace-XXI
Ghilas, Capel, Ruben Micael, mangala, Artut e tantos outros.
Rúben Cardoso
O Capel desilusão? Quanto muito este foi o ano de confirmação da sua falta de qualidade para jogar no Sporting actual.
Anónimo
este ano nao faltou desilusoes no campeonato, portanto realizar um top e deveras dificil e so tenho que concordar pelo o que disse anteriormente.
Esperava mais tambem do rui miguel,helder lopes,degra,kelvin,rudy,hugo vieira,andre pinto(nao foi aposta do braga),luiz carlos,diogo valente,.etc
pedritxo
NSC
Calma que alguns não se vão embora.
joaquim fernando Alves
Na minha opinião trocava o Quintero pelo Kelvin. O Quintero claro que não fez tanto como prometia mas em vários jogos entrou e notou-se o ritmo de jogo diferente e futebol com mais qualidade da equipa do F.C. do Porto. O Kelvin, um jogador que resolve uma época, este ano resume-se a entrar em jogos resolvidos e a fazer 3 fintas e perde a bola…
drumond
Não percebo como é alguém que fez este ano 20 anos pode ser considerado uma desilusão.. Está a amudrecer, faz alguns jogos pela B, e a ganhar experiência para poder se afirmar na defesa. Por essa maneira de pensar se o iuri integrar o plantel e não for titular também vai ser uma desilusão tendo em conta o seu potencial
Carlos Filipe Carneiro
Nao querendo estar a dizer que nao há fundamento nesta critica , a verdade é que alguns parece que nao servem no porto . Quer o rochinha ( que esta há tantos anos no benfica como os que teve no porto , e por ventura numa fase mais importante da sua evoluçao mas isso é outra discussao ) , o nuno santos e o andre gomes , e falo destes porque sou do benfica , foram todos dispensados .
Antonio Ferreira
não sei como é que um jogador que jogou 3 ou 4 jogos (e, por sinal, fez exibições boas), como dier, pode ser classificado como uma desilusão, mas pronto. Desilusões para mim são jogadores dos quais se esperava boas exibições e fizeram exatamente o contrário, como carrillo, por exemplo, de quem se esperava um crescimento notável. Esse sim podia ser considerado uma desilusão
António Cardeal
Atenção que o Luis Gustavo esteve lesionado a 1ª parte da época, quando recuperou entrou logo no 11 titular e foi muito importante na 2ª metade de época do Rio Ave, acho um verdadeiramente ridículo aparecer nesta lista. Se não foi mais influente foi porque vinha de uma lesão grave.