De acordo com o Globoesporte, Jorge Jesus fez algumas exigências ao Flamengo. A saber:
– O corte da relva no centro de treinos e no estádio seja igual, e que baixe dos actuais 22mm para 18, para que a bola corra mais rapidamente;
– balneário sempre limpo;
– uma espécie de carro de golf que tem um tela de LED para o ajudar nos processos táticos nos treinos;
– além dos reforços já falados, um elemento com perfil de segundo avançado como teve em Saviola no Benfica e em Teo Gutiérrez no Sporting;


12 Comentários
T. Pinto13
Para 2 AV já tem o Gabigol.
O Jardel e o Jonas estarão sempre nas possibilidades de reforços.
Sseco07
Exigência do Rui Vitória para assinar:
– Que os jogadores já tenham desenvolvido o processo nas bolas paradas;
– Jogadores que saibam jogar com chutado para frente.
LevonAronian
O Rui Vitória saiu do Benfica há seis meses, e estamos num post sobre o Jorge Jesus, há necessidade?
coach407
Talvez seja para provar que estas exigências do JJ não servem para nada porque no final perde sempre para o Rui Vitória. Seja com o Vitória de Guimarães, com o Benfica ou com o Al Nassr. Só com o Paços é que o JJ lá ganhou. O RV chegou à final da Taça da Liga com o Paços, mas nessa altura o JJ limpava as Taças da Liga todas.
chemahatma
Podia exigir o Jefferson, isso é que era de valor.
BrunoFernandes14
O corte da relva é uma exigência que já não é novidade, agora o do carro de golfe “tá engraçade”!
OMotoqueiroGuti
Gostaria que Jesus tivesse sucesso. Isso daria mais prestígio à “escola portuguesa” e poderia abrir uma vaga de novas oportunidades para os profissionais lusos. Seria interessante.
Infelizmente, algo me diz que a tradicional falta de paciência do adepto latino (potenciada se a ela se juntar o “tempero” sul americano) poderá colocar em causa um projecto que leva o seu tempo de implementação.
A forma como Jesus trabalha as suas equipas, e a obcessão pelo rigor defensivo, colidem com os princípios de um futebol mais solto/indisciplinado como o brasileiro.
Das duas uma: ou haverá um deslumbramento por parte dos jogadores – que leve a que estes assimilem rapidamente, e com prazer, os novos conceitos – ou poderemos assistir a uma espécie de choque cultural – onde o treinador é, pela fraqueza da sua situação, um dos primeiros a ser sacrificado.
Para ter sucesso, creio que a defesa necessita de jogadores com bastante experiência no futebol europeu ao mais alto nível. Raphinha aparentemente já está. E diz-se que Felipe Luis vai a caminho. Óptimo. Habituados a uma lógica parecida à que Jesus quer implantar, o processo defensivo poderá ser mais facilmente apreendido.
Quanto às questão do segundo avançado… É expectável. Jesus tem a sua forma de jogar, baseada em jogadores com determinadas características. Caberá ao clube fazer o possível para que tenha as condições para ter sucesso. Estou curioso para perceber se vai ter o habitual “pinheiro” lá na frente. É algo bastante atípico no futebol brasileiro. Assim de repente, e recentemente, só me lembro de Fred, e talvez Jô, com características semelhantes.
Um Slimani a semear o pânico por lá seria “hilário”.
Força Jesus.
Natan Fox
Gabigol é esse cara! Seria mais inteligente contratar um nove.
Joga_Bonito
A 1ª vai provocar celeuma.
Não sei concordo ou não, ainda não pensei muito nisso. O facto da relva ser mais longa no Brasil não impediu craques como o R9, o jogador com a maior aceleração com bola controlada que o futebol já viu.
E não sei se é bom haver excessiva uniformidade, por vezes a diversidade permite vários tipos de toque de bola distinto que dão muita técnica. O que deve acelerar o jogo são os jogadores, através da inteligência aplicada à técnica e não apenas a relva em si ser mais curta ou não. É como que buscar caminhos mais rápidos para problemas mais fundos. Com melhor preparação física, treinos mais intensos e regrados, os jogadores serão mais rápidos e capazes, não sei se a relva é o mais importante.
Fazendo uma comparação um pouco puxada com o ténis, quando houve a uniformização dos pisos, a técnica também decaiu (não foi o único factor mas contribuiu), porque dantes, quando vários pisos e variações dentro dos pisos haviam muitos mais campeões diferentes e especialistas de certos pisos.
A uniformização favoreceu um ténis mais assente na táctica, na defesa e não em variações de jogo. Dado que cada jogador deve ser único, certos jogadores jogavam melhor na relva de Queens do que no hard Court de Miami por exemplo. Agora não e todos lamentam isso.
Assim, não sei se uniformizar tudo é assim tão importante. Não é um ponto assente que a técnica provém do futebol de rua, de se habituarem a jogar em todo o tipo de pisos, com inúmeras variantes buracos e irregularidades?
Littbarski
Não creio que o corte da relva esteja relacionado com a condução de bola, mas sim com a circulação da bola da equipa. Com a relva mais curta podes circular a bola entre os jogadores de forma mais rápida. Acho eu…
jp
Quais são os rumores para a posição de 2o avançado? Alguém está a par?
paulopinheiro
Até agora apenas o Jonas (SL Benfica) tem sido ventilado