Quem
se esquecerá dos 7X1 sofridos pela canarinha? Da estreia da Bósnia e do
tombo a gigantes da Costa Rica? Das lindas histórias envolvendo
guarda-redes e da encarnação do vampiro na pele de Suarez? Enquanto
maior evento multinacional à escala global, é com naturalidade que o
Campeonato do Mundo proporciona alguns dos acontecimentos mais
inesquecíveis para o adepto comum de desporto. Contudo, houve um outro
que também esteve perto de ter lugar no Brasil, e que para aqueles que
acompanharam a qualificação africana para a grande competição, deixou um
amargo de boca inevitável.
Cabo
Verde, localizado no Oceano Atlântico, com pouco mais de quatro mil
quilómetros quadrados e apenas meio milhão de habitantes espalhados
por nove ilhas, nunca esteve tão perto do Mundial, e por consequência,
de se tornar o menor país de sempre a participar da grande competição.
Se se qualificasse, e num pólo completamente oposto ao russo, seria
também a única formação a contar apenas com jogadores a atuar fora do
país entre os vinte e três selecionados. Depois da fantástica prestação
na África do Sul na sua estreia num Campeonato Africano das Nações, 2013
ficou selado como o melhor ano de sempre da seleção nacional após uma
vitória histórica na Tunísia. Não só a primeira fora de portas a uma
dos gigantes do continente, como também a garantia de um bilhete inédito
no play-off de acesso à fase final. No entanto, e numa situação muito
semelhante àquela que custou ao Légia Varsóvia a oportunidade de se
qualificar para a Champions desta época, a utilização irregular de um
jogador nessa partida foi penalizada pela derrota e os pontos acabaram
por se tornar insuficientes. Situações não virgens, causadas por
grosseira incompetência ou mesmo por corrupção interna, impedindo assim
que equipas de menor renome consigam chegar-se à frente e confirmando a
teoria de que o maior cancro do futebol são mesmo os dirigentes.
Verde, localizado no Oceano Atlântico, com pouco mais de quatro mil
quilómetros quadrados e apenas meio milhão de habitantes espalhados
por nove ilhas, nunca esteve tão perto do Mundial, e por consequência,
de se tornar o menor país de sempre a participar da grande competição.
Se se qualificasse, e num pólo completamente oposto ao russo, seria
também a única formação a contar apenas com jogadores a atuar fora do
país entre os vinte e três selecionados. Depois da fantástica prestação
na África do Sul na sua estreia num Campeonato Africano das Nações, 2013
ficou selado como o melhor ano de sempre da seleção nacional após uma
vitória histórica na Tunísia. Não só a primeira fora de portas a uma
dos gigantes do continente, como também a garantia de um bilhete inédito
no play-off de acesso à fase final. No entanto, e numa situação muito
semelhante àquela que custou ao Légia Varsóvia a oportunidade de se
qualificar para a Champions desta época, a utilização irregular de um
jogador nessa partida foi penalizada pela derrota e os pontos acabaram
por se tornar insuficientes. Situações não virgens, causadas por
grosseira incompetência ou mesmo por corrupção interna, impedindo assim
que equipas de menor renome consigam chegar-se à frente e confirmando a
teoria de que o maior cancro do futebol são mesmo os dirigentes.
Mas
a vida continuou, e exceção feita à troca na equipa técnica de Lúcio
Antunes pelo inexpriente Rui Águas, os mesmos protagonistas prosseguiram
caminhada, incluinso membros da Federação. O conjunto agora orientado
pela antiga glória encarnada, conseguiu a proeza de, a par da Argélia,
ser das primeiras equipas a carimbar passaporte para o CAN 2015, na
altura, com destino a Marrocos. Com um futebol menos atrativo e não tão
disciplinado a defender, em relação ao praticado nos tempos do “Mourinho
africano”, a verdade é que os “tubarões azuis” superiorizaram-se à
concorrência e mantiveram alguns registos interessantes: já no
moderno Estádio Nacional, com capacidade para 15.000 espetadores (cerca
de 12% da população da capital), Cabo Verde soma 12 vitória nos últimos
14 jogos realizados em casa e terminará o ano de 2014 no top40 do
Ranking FIFA. Em 2008, a título de exemplo, nem entrara no top100.
a vida continuou, e exceção feita à troca na equipa técnica de Lúcio
Antunes pelo inexpriente Rui Águas, os mesmos protagonistas prosseguiram
caminhada, incluinso membros da Federação. O conjunto agora orientado
pela antiga glória encarnada, conseguiu a proeza de, a par da Argélia,
ser das primeiras equipas a carimbar passaporte para o CAN 2015, na
altura, com destino a Marrocos. Com um futebol menos atrativo e não tão
disciplinado a defender, em relação ao praticado nos tempos do “Mourinho
africano”, a verdade é que os “tubarões azuis” superiorizaram-se à
concorrência e mantiveram alguns registos interessantes: já no
moderno Estádio Nacional, com capacidade para 15.000 espetadores (cerca
de 12% da população da capital), Cabo Verde soma 12 vitória nos últimos
14 jogos realizados em casa e terminará o ano de 2014 no top40 do
Ranking FIFA. Em 2008, a título de exemplo, nem entrara no top100.
Só
para se ter uma ideia do protagonismo, aqui, a seleção é o único elo de
ligação entre o povo e o futebol nacional. Os campeonatos, regionais e
nacionais, vivem mergulhados em problemas de organização, na sua maioria
são amadores e as assistências por norma miseráveis. Não é à toa, que o
país vai à Guiné Equatorial com os 23 jogadores a atuarem fora do
território nacional, um pouco à imagem do que se
passa nos restantes ramos de atividade, em que a comunidade da
diáspora é supeior à que reside nas ilhas.
para se ter uma ideia do protagonismo, aqui, a seleção é o único elo de
ligação entre o povo e o futebol nacional. Os campeonatos, regionais e
nacionais, vivem mergulhados em problemas de organização, na sua maioria
são amadores e as assistências por norma miseráveis. Não é à toa, que o
país vai à Guiné Equatorial com os 23 jogadores a atuarem fora do
território nacional, um pouco à imagem do que se
passa nos restantes ramos de atividade, em que a comunidade da
diáspora é supeior à que reside nas ilhas.
Entre
eles não existe nenhuma estrela de classe mundial como em noutras
paragens, no entanto um coletivo forte que tem em Ryan, do Lille, a sua
maior promessa, e Kuka, do Estoril, a maior revelação da temporada até
ao momento. Aliás, um pouco à imagem de Portugal, é nas alas que reside a
maior força da equipa. A esse lote de extremos de qualidae, junta-se
Garry Rodrigues, Heldon e Odair Fortes. Depois há um conjunto
de individualidades que poderiam ser muito úteis em equipas de
média/baixa dimensão em Portugal (alguns jogam mesmo ou já jogaram) dos
quais gostaria de referir o guarda-redes Vozinha, os defesas Fernando
Varela, Gegé e Nivaldo, os médios Babanco (colocá-lo a defesa esquerdo é
um crime) e Platini e os pontas de lança Djaniny e Zé Luís. Não
obstante a ausência de outras figuras, que derivado do menor poderio da
seleção no passado, optaram pela internacionalização por outras nações,
preferencialmente a portuguesa. Não haja duvidas que com Nani, Varela,
Rolando, Manuel Fernandes, Nelson, Gelson Fernandes, entre outros, Cabo
Verde estaria certamente num patamar mais elevado e teria maiores
argumentos para se assumir como uma potência no panorama futebolístico
africano.
eles não existe nenhuma estrela de classe mundial como em noutras
paragens, no entanto um coletivo forte que tem em Ryan, do Lille, a sua
maior promessa, e Kuka, do Estoril, a maior revelação da temporada até
ao momento. Aliás, um pouco à imagem de Portugal, é nas alas que reside a
maior força da equipa. A esse lote de extremos de qualidae, junta-se
Garry Rodrigues, Heldon e Odair Fortes. Depois há um conjunto
de individualidades que poderiam ser muito úteis em equipas de
média/baixa dimensão em Portugal (alguns jogam mesmo ou já jogaram) dos
quais gostaria de referir o guarda-redes Vozinha, os defesas Fernando
Varela, Gegé e Nivaldo, os médios Babanco (colocá-lo a defesa esquerdo é
um crime) e Platini e os pontas de lança Djaniny e Zé Luís. Não
obstante a ausência de outras figuras, que derivado do menor poderio da
seleção no passado, optaram pela internacionalização por outras nações,
preferencialmente a portuguesa. Não haja duvidas que com Nani, Varela,
Rolando, Manuel Fernandes, Nelson, Gelson Fernandes, entre outros, Cabo
Verde estaria certamente num patamar mais elevado e teria maiores
argumentos para se assumir como uma potência no panorama futebolístico
africano.
Em
condições normais, Cabo Verde tem qualidade suficiente para se bater
com qualquer adversário do seu grupo e do sorteio, que factualmente
evitou os três principais candidatos à conquista da prova (Argélia,
Costa do Marfim e Gana, por esta ordem) pelo menos até às meias finais,
não há razões de queixa. Contudo, numa competição como esta, existe uma
série de nuances que poderão interferir, desde as condições precárias de
alojamento, segurança e treino ao apoio quase nulo por parte de adeptos
que se fará verificar, fruto das dificuldades de deslocação.
condições normais, Cabo Verde tem qualidade suficiente para se bater
com qualquer adversário do seu grupo e do sorteio, que factualmente
evitou os três principais candidatos à conquista da prova (Argélia,
Costa do Marfim e Gana, por esta ordem) pelo menos até às meias finais,
não há razões de queixa. Contudo, numa competição como esta, existe uma
série de nuances que poderão interferir, desde as condições precárias de
alojamento, segurança e treino ao apoio quase nulo por parte de adeptos
que se fará verificar, fruto das dificuldades de deslocação.
Seja
como for, e partindo do pressuposto que o vírus da ébola deu uma
trégua, estão reunidos os ingredientes para se assistir a um fantástico
torneio, que viu em 2012 a Zâmbia conquistar, contra todas as
probabilidades o seu primeiro troféu, e no ano seguine, o Burkina Faso
ficar a um golo de mesma proeza. Curiosamente, o vencedor desse ano nem
sequer terá a oportunidade de defender o título ganho. Assim sendo, ao
milhão de cabo-verdianos espalhado pelos quatro cantos do planeta
também é dado o direito de sonhar de que os prodigiosos talentos
nacionais, que cedo foram educados ao futebol de rua e mais tarde viram
seus atributos aprimorados pelo estilo europeu de jogar à bola, serão
capazes de fazer as delícias dos milhões e milhões de apreciadores do
desporto-rei, porque se não temos lugar no mapa geográfico, que ao menos
o conquistemos o nosso espaço no futebolístico.
como for, e partindo do pressuposto que o vírus da ébola deu uma
trégua, estão reunidos os ingredientes para se assistir a um fantástico
torneio, que viu em 2012 a Zâmbia conquistar, contra todas as
probabilidades o seu primeiro troféu, e no ano seguine, o Burkina Faso
ficar a um golo de mesma proeza. Curiosamente, o vencedor desse ano nem
sequer terá a oportunidade de defender o título ganho. Assim sendo, ao
milhão de cabo-verdianos espalhado pelos quatro cantos do planeta
também é dado o direito de sonhar de que os prodigiosos talentos
nacionais, que cedo foram educados ao futebol de rua e mais tarde viram
seus atributos aprimorados pelo estilo europeu de jogar à bola, serão
capazes de fazer as delícias dos milhões e milhões de apreciadores do
desporto-rei, porque se não temos lugar no mapa geográfico, que ao menos
o conquistemos o nosso espaço no futebolístico.
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0 Comentários
Anónimo
Esse posto não tem muito sentido. È um post que mistura idéias preconceituosas (caboverdeano que vive no Estrangeiro é melhor que caboverdeano qeu vive em Cabo Verde) com garganta e basofaria (vamos as meias-finais)
Repara li ness passagem "só para terem uma idéia do protagonismo a selecção é o único elo de ligação entre o povo e futebol nacional. os campeonatos nacionais e regionais vivem mergulhados em problemas de organização na sua maioria são amadaores".
Curiosa é quando se diz se diz no artigo que os caboverdeanos no estrangeiro são melhores que os que vivem em Cabo Verde em todos os ramos de actividade.
Veja: o Orçamento de Estado de Cabo Verde destina uma importante verba para o Desporto. Dessa importante verba 99,9% vai para futebol. Desse 99,9% vai para FPF pagar as viagens para as qualificações de CAF e FIFA que participamos. Nenhum clube, nenhuma associação recebe um CENTAVO DA FEDERAÇÃO CABOVERDEANA DE FUTEBOL. Ao contrário do que se diz a maioria dos campeonatos não são amadores. Isso é mentira. Todos os campeonatos são amadores. Agora você tem equipas com "expedientes" diversos que conseguem pagar valores entre 10 a 20 mil escudos caboverdeanos para jogadores, outros pagam propina, outros dão uma caixa de galinha em caso de vitória, mas todos os jogadores são amadores.
E ao contrário do que se diz no artigo os campeonatos regionais não tem nada de desorganização. São organizados de forma eximia, por gente que não recebe nenhum tostão. Os dirigentes das associações regionais e dos clubes tiram até dinheiro do seu próprio bolso para custearem despesas diversas e nem um obrigado recebe ao contrário da gentinha de FCF que passam a vida em viagens, jantaradas, e boa vida á custa do dinheiro da FCF.
Para mim esse artigo não tem nada de interessante, para além de ser patético ao estilo gargantudo do caboverdeano. Esse senhor que escreve o artigo já nos coloca nas meias-finais. Meias-finais. relembremos só que levamos um baile de todo o tamanho com Moçambique fora. Moçambique uma equipa que não qualificou. Nós caboverdeanos gostamos é de garganta e basofaria. Fizemos boa figura no anterior CAN exactamente por termos chegado sem falar muito e sem estar a basofiar. Agora entramos a dizer que vamos as meias finais ???hummmmmm …. cheira-me que nem da fase de grupos vamos passar.
Anónimo
Notas:
Inexperiente Rui Águas??? Ele treinou clubes e foi adjunto na Seleção de Portugal.
A seleção não é o único elo de ligação entre o futebol nacional e povo. Não é não. A maioria da população passou a apoiar a seleção após a vitória sobre os Camarões. Exceptuando a conquista da Taça Amílcar Cabral em 2001 que o povo apoiou muito. É preciso conhecer mais o futebol nacional e sua história. As pessoas torcem por seus clubes, por exemplo no início da época houve enchentes na Várzea em jogos que envolviam Travadores/Sporting/Boavista.
O País vai a Guiné Equatorial com 23 convocados: Desses, só 5 nasceram na Diáspora (Carlitos, Fernando Varela, Jeffrey, Sérgio e Garry) e 15 foram revelados nos regionais/nacionais.
Guiné Equatorial tem condições precárias de alojamento/segurança/treino????
… Cedo foram educados no futebol de rua????? Há décadas que existem escolas que fazem trabalho de base e a maioria dos atletas que sairam de CV passaram por estas escolas. Em São Vicente desde a década de 80 existem campeonatos nos diversos escalões. Muitos desse atletas disputaram campeonatos e torneios internacionais tanto de clubes como de seleções antes de saírem para fora. Ryan é um deles, desde os 15 anos ele faz parte das seleções de base de CV. Ele participou em torneios lá fora com o Batuque e EPIF. Ele não é fruto do acaso mas de um investimento feito nas categorias de base.
Ricardo.
Cabo Verde, vou apoiar-te na CAN, como é óbvio. Portugal está com Cabo Verde.
Awesome_Mark
Só queria pedir desculpa pelos demasiados erros ortográficos,nada comuns neste blog.É que depois de escrever o primeiro texto,salvei-o para corrigir os erros,no entanto acabei mesmo por mandar o original.
De qq das formas,obg pela oportunidade e pelos vossos comentários.
João Lains
Por acaso foi um texto que me deu bastante prazer. Não tem os enfeites nem a palavras caras de outros, o que facilita a leitura. Além disso, deixaste transparecer alguns sentimentos e isso enriquece-o. Parabéns!
Tomás Pipa
Excelente post.
Algumas notas sobre esta seleção.
Thierry Graça, GR do Benfica B com algum potencial, tem sido convocado.
Nivaldo, ex lateral esquerdo da Académica e agora nos checos do Teplice, joga a médio na seleção. Stopira tem sido o lateral-esquerdo na maioria das vezes e Babanco tem jogado a médio-centro.
Fernado Varela, centralão do Steaua que foi formado no Sporting/Estoril e passou pelo Feirense, é a alma da seleção crioula.
Mailó, ponta-de-lança/pinheiro canhoto algo promissor, é cabo-verdiano, não tem sido chamado mas acho que no futuro pode ser uma alternativa interessante a Zé Luís e Djaniny.
Gegé, Kay e agora Josimar Lima (fez os dois últimos jogos da qualificação e mostrou qualidade) disputam a vaga de 2º central ao lado de Fernando Varela.
Pecks, quando joga, joga (mal) a lateral esquerdo/direito.
Semedo, Calú e Sidnei assumem um papel importante no meio-campo nesta seleção. Juntamente com Toni Varela, Nivaldo e Babanco, são os médios mais utilizados no passado recente.
Toni Varela é um box-to-box bem interessante que tem evoluído no futebol holandês.
Jeffrey Fortes, nascido e formado na Holanda, tem sido aposta de Rui Águas e parece que agarrou o lugar de defesa-direito a Carlitos.
Acho sinceramente que Cabo Verde é uma das seleções africanas mais interessantes. Pode bater o pé a qualquer uma das outras.
Awesome_Mark
Notas muito interessantes.Só não concordo no que diz respeito ao Nivaldo.Exceção feita às idas ao Niger e a Moçambique(uma vez substituido por Pecks e outra por Stopira) ,ele foi sempre o dono da lateral esquerda.
De qq das formas,obg pelo feedback
Jose Lopes
Que texto delicioso.. Que qualidade de escrita e que capacidade de "apalavrar " sentimentos de uma inteira nação. Excelente trabalho awesome_mark. E que está nossa seleção tenha a força e o atrevimento de se bater de igual para igual com qualquer outra africana…. Pequeninos no mapa mas enormes na coração.. Força tubarões azuis.. Nu sta djuntu nhas manos. Kel Abrasu
Awesome_Mark
Obg pelo feedback.Kabu Verdi riba la!
Frank Rijkaard
Ótimo texto mark! Admito que fiquei impressionado pelo nome do autor (nao estamos ainda acostumados a ver o teu nome na VL eheh). E uma selecção que tenho acompanhado com alguma curiosidade. quando iam ao mundial estavam para enfrentar a minha Holanda, quando despoletou a situação da utilização irregular do jogador. Mas espero que o CAN traga muita alegria a esta seleção, creio que são merecedores de chegar longe!
Awesome_Mark
Agora só faltas tu eheh.Obg pelos elogios.Só não percebi a parte do "estavam para enfrentar a minha Holanda",qd nem sequer o sorteio estava realizado.
Anónimo
Grande texto, Parabéns Awesome_Mark, este texto vem um pouco entregar uma primeira prenda de Natal, pelo menos a mim, pelo conhecimento que me transmitiu .
De referir ainda que a seleção cabo-verdiana chegou aqui muito devido ao futebol português que vai potenciando a maioria das suas estrelas (não desfazendo das qualidades dos jogadores em si, mas caso jogassem na liga amadora de Cabo-Verde talvez ou quase de certeza que não atingiriam esse nível) .
Cumprimentos, RedKop
Anónimo
Jogadores de fora são convocados desde a década de 80, nunca existiu orgulho para convocar só residentes. Portanto não foi esse o motivo de CV passar a ser conhecido. O motivo sim foi a ousadia dos dirigentes que sonharam alto, filiaram o país na Fifa em 86 e a partir de 92 levaram o país a estreiar nas competições da CAF. 1º o Sporting da Praia na Taça dos Campeões e no ano seguinte a seleção na Pré-Eliminatória para a CAN 94. Antes nossas participações eram apensa em competições/jogos políticos. Taça Amílcar Cabral, Torneio de Inependência/Congressos do partido no Poder (PAICV).
Awesome_Mark
Obg pelos elogios e estou absolutamente de acordo contigo no 2º paragrafo.Alias,foi a partir do momento em que começcou-se a convocar os jogadores "de fora",deixando um pouco o orgulho de lado é que Cabo Verde começou a ganhar maior expressão.
Kevin
Edivândio do Beira-Mar devia ser convocado para esta seleção.
Awesome_Mark
A qualidade dos selecionaveis existe.É assim,com naturalidade que algumas escolhas e não escolhas sejam discutíveis.
Rui Amaral
Uma das seleções que apoio na Can !
Força Tubarões Azuis!
Awesome_Mark
É provavel que nao saias desiludido então