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Aston Villa pretende internacional português; Jogador do Dínamo Bucareste morre em campo; Cavs quase na final; Spurs ganham vantagem

O médio destacou-se no Liverpool e Chelsea o que lhe permite ter mercado em Inglaterra. 
Raul Meireles pode estar de regresso ao Reino Unido, mas desta vez para competir no Championship. O médio, internacional português, de 33 anos, em final de contrato com o Fenerbahçe, está a ser cobiçado pelo Aston Villa, clube que já tem a descida de divisão confirmada.


Internacional pelos Camarões o jogador de 26 anos na época passada fez 15 jogos pelo Córdoba, da La Liga – Patrick Ekeng, do Dínamo de Bucareste, morreu em campo, durante um jogo do campeonato romeno. O médio tinha entrado em campo há sete minutos na partida frente ao Viitorul Constanta, quando de repente desfaleceu no relvado, sem que tivesse sido tocado por qualquer adversário. “As tentativas de reanimação prolongaram-se durante uma hora e meia, mas não foram surtiram efeito”, disse o médico do Dínamo, Liviu Paltinean, em declarações aos jornalistas.

Cavs continuam o seu trajecto 100% vitorioso (Frye fez a diferença); Spurs recuperam o factor casa – Os Cleveland Cavaliers foram à Geórgia vencer os Atlanta Hawks por 121-108, aumentando a série para 3-0. A equipa da casa até terminou a primeira parte na frente (63-55), conseguiu mesmo ter uma vantagem de 8/9 pontos durante uma boa fase da parida, mas o quarto período, onde os Cavs marcaram 36 pontos contra apenas 17 dos Hawks, foi determinante. O jogo fica ainda marcado pelos 37 triplos convertidos, igualando o recorde do jogo Golden State-Houston da primeira ronda dos playoffs. O suplente Channing Frye foi o grande destaque do encontro, com 7 triplos concretizados em apenas 9 tentativas (10-13 no geral), que o tornaram no melhor marcador do encontro, com 27 pontos. LeBron cheirou o triplo-duplo (24 pontos, 13 ressaltos e 8 assistências), Irving e Love marcaram 24 e 21 pontos, respetivamente, já Tristan Thompson colecionou 9 ressaltos ofensivos. Do lado de Atlanta, Al Horford fez 24 pontos (11 em 15), Teague 19 e 14 assistências e Korver (vindo do banco) mais 18. Já no Oeste, os Spurs derrotaram, fora, os Thunder, por 100-96, e passaram para a frente na eliminatória (2-1). A equipa de San Antonio chegou a ter uma vantagem de 15 pontos, mas no 4.º período ainda viu os Thunder a passar para a frente, no entanto era a noite de Leonard (31 pontos e 11 ressaltos) e o triunfo não fugiu aos texanos. Aldridge marcou 24, Parker contribuiu com 18. Nos OKC, Durant apontou 26 e Westbrook 31 (mas apenas com 10 em 31).

0 Comentários

  • João-Pedro Cordeiro
    Posted Maio 7, 2016 at 8:37 pm

    Até já estou a ver a dupla de médios centro do Villa para 16/17: Meireles e Petrov. Até 2004 se riu.

  • Kacal I
    Posted Maio 7, 2016 at 1:41 pm

    É uma excelente destino para o Meireles, não há assim tantos clube interessados nele e dispostos a pagar bem e jogar no Championship com um bom salário é uma boa opção. Quanto ao Aston Villa, não é com este tipo de reforços que vão voltar a subir e ser um clube estável na Premier League, desde que saiu o Benteke que os reforços têm sido maus e só se safam 2 ou 3.

    • Kacal I
      Posted Maio 7, 2016 at 9:40 pm

      Não é mau mas é um jogador frágil fisicamente e já tem 33 anos, no Championship terá poucas hipóteses e o Villa precisa de apostar em gente jovem e com qualidade ou então experientes mas em forma.

    • Anónimo
      Posted Maio 7, 2016 at 3:06 pm

      Meireles é mau? Até o vejo como um futuro Tiago se fosse aposta de uma equipa como o Atlético.

      Carlos Mendes

  • Anónimo
    Posted Maio 7, 2016 at 11:27 am

    É "inadmissível" uma equipa ter um lançador com o Durant e o Westbrook fazer o dobro dos lançamentos dele num jogo.
    O Westbrook é dos meus jogadores favoritos, consegue fazer de tudo, mas isso por vezes faz com que ele queira fazer tudo sozinho (porque sabe que é capaz de fazer muita coisa).
    Quanto aos Cavaliers, vamos ver o que vão ser capazes de fazer na final da NBA este ano, uma vez que no ano passado viram-se privados de Irving e Love na final, jogadores que acrescentam sempre pontos nas casas dos 20, e mesmo assim meteram 2 jogos aos GSW.
    Cumps, MiguelR

    • Anónimo
      Posted Maio 7, 2016 at 5:35 pm

      O problema é que esse não foi o caso Fábio, o RW ontem abusou um pouco da individualidade com grande parte das tentativas a serem descabidas. Por exemplo, o Ibaka ontem estava 4/5 de 3-PT, porque não tentar jogar para ele em vez de o próprio tentar o lançamento exterior.. Ele que na época regular foi dos piores da liga em % desses lançamentos.
      MiguelR

    • César Vigário
      Posted Maio 7, 2016 at 1:46 pm

      Fábio Teixeira, claramente não viste o jogo. O Leonard ficou responsável por marcar o Westbrook… Enquanto que o Danny Green (também excelente defensor) ficou encarregue do Durant.
      Simplesmente o Westbrook no final do jogo não teve inteligência para resolver a partida. O facto de também só confiar em Durant não ajuda.

    • Benson
      Posted Maio 7, 2016 at 12:43 pm

      Ontem Cleveland estava a ser perseguida pelos árbitros. Love então foi um fartote…
      No entanto, o que prevaleceu foi a entrada do Frye que virou completamente a tendência do 3ºP. Muito bem o treinador dos Atlanta em fazer faltas sucessivas sobre o Thompson ainda antes dos Caves iniciarem os ataques. Falhou imensos lances livres.
      Depois o King e Irving mantiveram a dinâmica do jogo até final.

    • Fábio Teixeira
      Posted Maio 7, 2016 at 12:19 pm

      Eu desta vez não vi o jogo entre OKC e Spurs mas já pensaste que se o Durant não lançou mais foi porque não teve espaço para o fazer? Todos sabemos a carraça que é o Leonard.

  • Sandro
    Posted Maio 7, 2016 at 10:51 am

    Fico a pensar nas pessoas que fazem corrida ou ginásio, que nunca são devidamente analisadas, correndo o risco de passar por algo semelhante.

    • Alexis
      Posted Maio 7, 2016 at 6:27 pm

      De nada Benson. Tentei abordar a questão da forma mais simples possível. Muito mais haveria a explicar, mas espero ter dado uma ideia geral do assunto.

      Nuno R, concordo em pleno. O corpo humano não esta minimamente preparado para o desporto de alta competição. Quanto ao "a máquina falhar sem se saber bem porque" já não é bem assim. Há sempre uma explicação logica para o facto. No caso será genetica, estilo de vida/doenças adquiridas, trauma, viabilidade da condução electrica cardiaca, viabilidade estrutural. A explicação para uma paragem cardiorrespiratória estará sempre englobado num destes quadros.

    • Nuno R
      Posted Maio 7, 2016 at 12:58 pm

      Não sei actualmente que tipo de exames são necessários (se são) para frequentar um ginásio, se basta uma declaração do médico de fam´lia ou se é preciso recorrer a uma clínica de medicina desportiva. O mínimo seria um ECG, o ideal era uma prova de esforço. Mesmo assim, qualquer um está sujeito, como referiram há os aspectos genéticos e malformação de orgãos, sendo que em última análise a "máquina" pode sempre falhar sem se saber bem porquê.
      Mas há uma realidade que vem com esta trip da vida saudável, que é o overtraining e a má gestão das provas de esforço elevado, como maratonas. Anda por aí pessoal a treinar até à exaustão, e a fazer maratonas de mês a mês (depois ficam espantados com problemas nos joelhos e articulações). Se os efeitos imediatos são positivos, o desgaste sobre o corpo a longo prazo não o é, pois emulam o desporto profissional, que é tudo menos benéfico para o corpo.

    • Benson
      Posted Maio 7, 2016 at 12:39 pm

      Obrigado ao Alexis pela análise e comentários bastante detalhados.

    • Alexis
      Posted Maio 7, 2016 at 11:51 am

      ACT7 isso é ambíguo. Vejamos: quem não pratica desporto regular, tem as paredes do septo de dimensões normais (excetuando os casos de hipertensão prolongada, ou africanos), e se não tiverem defeitos valvulares (os folhetos da válvula mitral, se dfeituosos, podem também provocar bloqueio na saída do ventrículo esquerdo em direcção a aorta), à partida estão livres de perigo.
      Quem não pratica desporto regular mas tem um estilo de vida minimamente saudável, e não tem defeitos estruturais, à partida está livre deste perigo.

      Há também o caso de quem não pratica desporto mas que leva uma vida cheia de vícios não saudáveis – fumar e má dieta, por exemplo, raramente antes dos 30-35 anos (os diabéticos também constituem um grupo de risco, pois a sua doença leva a problemas de elasticidade dos vasos). Estes correm outro perigo, bem diferente – bloqueio das artérias coronarias. Neste caso, as artérias deixam de conseguir levar sangue suficiente ao miocárdio, comprometendo a contração cardiaca, o que leva à morte tecidular e consequente enfarte do miocardio.

      Ninguém está livre, mas uns mais que outros, podem exercitar-se sem medo, desde que atentos aos sintomas, e em plena consciência da sua história clínica e familiar (a genética tem um papel muito importante na doença coronaria e/ou defeitos estruturais cardíacos)

    • ACT7
      Posted Maio 7, 2016 at 11:33 am

      Mesmo não sendo médico, penso que a probabilidade de haver estes casos em quem não pratica desporto é maior. Mas sim é preocupante.

    • Alexis
      Posted Maio 7, 2016 at 11:28 am

      Sandro, entendo e concordo com o que diz. Mas neste caso uma simples prova de esforço nada indica, já que o atleta poucas alterações elétricas terá quando atinge o target heart rate (cerca de 85-90% do max heart rate) e por consequencia, ao fim deu minuto, para-se a prova Neste caso específico, e na maioria dos atletas que sofrem paragens cardio respiratórias fulminantes, o problema é estrutural, ou seja, por norma as paredes do septo são anormalmente grossas (devido ao desporto – cardiomiopatia hipertrofica – que no caso dos atletas é considerado "normal"), e em alguns casos, maioritariamente africanos (possuem paredes anormalmente hipertrofiadas), esse septo bloqueia a saída do sangue pela aorta (cardiomiopatia hipertroficca obstrutiva) originando assim uma fibrilhacao ventricular, que se torna fatal.

      A solução passa por um eco de esforço – imediatamente após a prova de esforço, a ecografia irá revelar se a determinado heart rate, ocorre algum bloqueio quer na aorta quer no apex, originando gradientes de pressão altissimos – o que leva às tais fibrilhacoes.

      O problema é ser caro, não obrigatorio e bastante demorado para ser levado a cabo a um plantel inteiro numa só tarde.

      Em todo caso, concordo. Toda a gente que se inscreve em ginásios ou corre na rua, devia fazer um exame minimamente sério ao coração. Uma prova de esforço (e prévio ECG em repouso) seguido de um eco (pode ser em repouso) já deverá ser suficiente para os não profissionais. Para os profissionais devia ser obrigatório um eco de esforço.

    • Pedro
      Posted Maio 7, 2016 at 11:21 am

      Desenvolva lá a sua teoria, sff.

  • Shevchenko
    Posted Maio 7, 2016 at 10:25 am

    Triste notícia esta do Ekeng… Descansa em Paz.

    Quanto ao Raúl Meireles, faz ele se não bem em ir para o Villa. Deve ter poucas equipas interessadas nele, tendo em conta que já tem 33 anos e pouco ou nada acrescenta a uma equipa sem ser o "swag".

  • Ricardo
    Posted Maio 7, 2016 at 10:21 am

    O Meireles com o dinheiro que já tem podia era vir acabar a carreira no Boavista.

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