
Para se destacar? Estreou-se com 16 anos e 15 dias pelo Bayern e é uma das principais esperanças do futebol alemão para a próxima década.
Paul Wanner é reforço do Heidenheim, por empréstimo do Bayern Munique. O médio ofensivo de 17 anos esteve cedido ao Elversberg, da Bundesliga 2, na última temporada, onde marcou seis golos em 28 jogos, e sobe agora de patamar, tendo a possibilidade de competir nas provas europeias. Wanner tem contrato com os Bávaros até 2027.


12 Comentários
Antonio Clismo
Já em Portugal os clubes preferem contratar 20 estrangeiros sem o mínimo de qualidade em vez de apostarem em 1 ou 2 talentos jovens, mesmo que venham por empréstimo… Depois queixam-se que estão sem dinheiro para pagar salários em Outubro…
Mero comentador de bancada
Não concordo na questão de contratar estrangeiros, mas também se fosse um clube mais pequeno a não ser de caras que fosse realmente um grande reforço, não apostaria num jovem emprestado. Qual seria o rendimento que tirarias daí? Os clube vivem da valorização dos seus jogadores, não dos jovens dos ditos “grandes”.
Petrol
Um clube “pequeno” beneficia quando consegue potenciar os seus valores e não os valores de outra equipa
manel-ferreira
Agora vai explicar isso ao Clismo, o sr. Sustentabilidade, que acha que o limite de empréstimos foi a pior coisa que aconteceu por cá (na verdade, foi a melhor) e que acha que os clubes da Primeira Liga deviam andar a pedir guarda-redes de 18-19 anos por empréstimo. O que interessa é os meninos crescerem. O que realmente dá jeito aos clubes já não lhe interessa.
Saudades do presidente do V. Setúbal a dizer “Reforços? Estamos à espera dos empréstimos dos grandes”. Correu-lhes muito bem.
Antonio Clismo
Se o Estoril não tivesse jogadores como Mateus Fernandes ou Rodrigo Gomes na sua equipa no ano passado teriam descido de divisão e teriam dito ADEUS à valorização dos seus próprios ativos…
Uma equipa é uma junção de várias peças, deve ser composta por jovens e veteranos, estrangeiros e portugueses e se possível alguns locais, e também deve ser dado espaço a 1 ou 2 empréstimos que beneficiem as 3 partes (o clube que empresta, o jogador e o clube que recebe).
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O que vemos em Portugal é a lei do facilitismo e da gestão à padeiro em que os clubes não estão para planear nada e não querem ter esse trabalho. Se o orçamento é 5M por ano então vamos já derreter 7M em 20 estrangeiros sugeridos pelas dezenas de agentes que andam a sussurrar aos ouvidos dos dirigentes nestas alturas do ano e quem vier de último que feche a porta.
manel-ferreira
Sabes lá se tu se teriam descido ou não. Sabes lá tu quais os jogadores que ele teriam tido se esses dois não tivessem lá estado.
Porque é que não falas de Moreirense, Arouca ou Famalicão, o 6o, 7o e 8o lugar, que não tiveram nenhum empréstimo e andaram a lutar pela Conference ou a fazer campeonatos tranquilos?
Ah, espera o Famalicão teve o Henrique Araújo por empréstimo, o tal que marcava 40 golos num V. Guimarães mas que nem um marcou no Famalicão. Já o malvado estrangeiro Cádiz meteu 15 bombocas. E olha pertence mesmo ao Famalicão.
E um clube não “deve” dar espaço a empréstimos coisa nenhuma. Pode ter um ou outro, se quiser, mas não há obrigação nenhuma. Até porque a diferença de qualidade dos jogadores que os grandes estão dispostos a emprestar em relação aos jogadores que os pequenos têm já não é tão grande como era há uns 15 anos.
A ideia de “empréstimos = garantia de qualidade” é treta pura atualmente, se é que alguma vez foi verdade.
E isso dos 20 estrangeiros é mais na tua cabeça do que na realidade. Os clubes até têm lançado muito mais tugas hoje do que há 10-15 anos.
Antonio Clismo
É por causa desse tipo de ideias fundamentalistas que o teu clube Boavista está como está, sem dinheiro para pagar aos funcionários mas com camiões de estrangeiros a chegarem todos os anos, vindos lá se sabe de onde..
Mantorras
Sim, coitada da formacao dos grandes em Portugal, oh wait…
Antonio Clismo
Isto equivale ao FC Porto emprestar o Rodrigo Mora ao AVS para competir na Primeira Liga este ano
Antonio Clismo
Não deixa de ser curioso o Bayern ter emprestado um médio defensivo da sua formação para um clube recém chegado da Primeira Liga que irá estar 80% do tempo em processo defensivo.
É assim mesmo que se forma um jogador, dando-lhes responsabilidades, tempo de jogo e colocando-o em contextos onde esteja desconfortável para que possa evoluir os aspetos menos bons do seu jogo.
M'difh
O Heidenheim já está à uma época na Bundesliga, qualificaram-se para a Europa e o Frank Schmidt não mete as equipas a jogar futebol defensivo… Boa oportunidade para estares calado
Posteiro18
O Paul Wanner joga a médio ofensivo ou extremo, não joga a médio defensivo