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Eles bem tentam, mas não há quem o derrote

nintchdbpict000264428364É caso para dizer que o tenista natural de Glasgow é o alvo a abater neste momento. A realizar um final de época estonteante, o vice-líder da tabela ATP juntou hoje mais um título ao seu palmarés e promete continuar a “morder os calcanhares” ao número 1 do Mundo.

O que é demais enjoa? Andy Murray não concorda. Principalmente se estiverem em causa vitórias e títulos. O britânico fez na tarde deste domingo o que se perspetivava no início da semana, ao sair de Viena com o título de campeão na bagagem, o sétimo do ano (tantos como Djokovic) e 42.º da carreira. Para isso, o número 2 mundial derrotou na final do torneio austríaco o francês Jo-Wilfried Tsonga (15.º), com os parciais de 6-3 e 7-6(6), naquele que foi o seu 16.º triunfo consecutivo. Note-se que esta é a melhor temporada da carreira de Murray, superando a época de 2009 (seis troféus).

Murray, que não sabe o que é perder desde o dia 16 de setembro, chega a Paris para disputar o Masters local (31 de outubro a 6 de novembro) com aspirações intactas de chegar ao posto mais alto do ranking ainda em 2016. Os cenários em cima da mesa são claros: o britânico tem de vencer o torneio parisiense e esperar que o sérvio perca antes da final, ou chegar “apenas” à final desde que Djokovic não alcance as meias-finais. Caso tal aconteça, Andy Murray aparecerá no primeiro lugar da hierarquia no dia 7 de novembro. Seis dias depois tem início o ATP World Tour Finals, que reúne os oito melhores tenistas da temporada na O2 Arena de Londres.

João Correia
Author: João Correia

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