Servette 1-1 Benfica (Matias Vitkieviez 25´; Gaitan 12´)
No primeiro teste a sério, os encarnados mostraram bastantes dificuldades em chegar à baliza adversária e foram “absorvidos” pela pressão dos suíços. A equipa de João Alves, a apenas uma semana do início do campeonato, mostrou estar bem preparada para o regresso ao principal escalão do futebol suíço, ao passo que Jorge Jesus ainda tem bastante caminho pela frente. Na primeira parte, destaque para o excelente pormenor de Gaitan no golo encarnado, para o erro de Jardel, que ofereceu o golo ao Servette (Artur também não esteve bem) e para a falta de ideias no ataque do Benfica.
A segunda parte trouxe uma alteração táctica no Benfica, com Matic a entrar para o lado de Javi Garcia. A toada de jogo manteve-se durante os primeiros 25 minutos da 2ª parte, contudo, os encarnados, conseguiram ter um maior controlo da partida na parte final. A pressão suíça foi menor e Saviola teve nos seus pés duas excelentes oportunidades para fazer golo. Em suma, duas equipas com grandes diferenças de andamento e um Benfica com poucas pernas e ideias para enganar a defensiva contrária. O Benfica alinhou de início com: Artur, André Almeida, Miguel Vítor, Jardel, Fábio Faria, Javi Garcia, Aimar, Gaitan, Bruno César, Jara e Cardozo.
Destaques:
André Almeida/Wass – O português saiu-se melhor que o nórdico, estando mais seguro na defesa, ao passo que nada acrescentaram no ataque. Wass foi vários vezes apanhado em contrapé, fruto do mau posicionamento defensivo.
Miguel Vítor – Foi o melhor elemento da defensiva encarnada, mostrando segurança e agressividade no bom sentido.
Jardel – O defesa central brasileiro terá que fazer bem melhor para continuar no plantel encarnado, pois realizou uns 45 minutos terríveis.
Artur – Teve alguma culpa no golo do Servette e ainda teve tempo para realizar duas intervenções seguras.
Aimar/Cardozo/Jara/Bruno César – Jogaram nos primeiros 45 minutos, mas mal se viram em campo.
Gaitan – Esteve um pouco melhor que os outros companheiros de ataque, sobretudo devido ao golo marcado.
Nolito/Enzo Perez – Os dois extremos encarnados entraram para os segundos 45 minutos, mas pouco mais conseguiram acrescentar à dupla que saiu.
Matic – Foi o melhor elementos dos encarnados na 2ª parte, demonstrando bons pés, qualidade de passe e poder no jogo aéreo.

