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Benfica pagou 17,1 ME em comissões; FC Porto 16,1 e o Sporting 10,1; Real Massamá gastou mais que o SC Braga

Valores consideráveis, que ajudam a destacar a diferença entre os ‘grandes’ e os outros, apesar da principal novidade ser o investimento do Vitória SC e Real SC.

A Federação Portuguesa de Futebol publicou os valores gastos pelos clubes em comissões relacionadas com contratações e renovações contratuais entre 1 de abril de 2018 e 31 de março de 2019. O Benfica, que tem 36 movimentos contratuais contabilizados, foi o emblema clube que mais investiu, com uma despesa de 17,8 milhões de euros.  Segue-se o FC Porto (16,1 milhões em 38 transações), o Sporting (10,1 em 33 transações) e o Vit. Guimarães (3,1 M€). Destaque ainda para 5.º lugar  do Real Sport de Massamá (1,2M€), que na época passada desceu na II Liga, à frente do SC Braga (1,1 M€).

15 Comentários

  • Lobo
    Posted Abril 6, 2019 at 2:24 pm

    Estes números só vêm dar mais valor à gestão do Braga, provando que não é gastando muito em comissões que se formam equipas compeitivas. Os valores do Real Massamá, por outro lado, têm todo o aspecto de lavagem de dinheiro.

  • Gui Loureiro
    Posted Abril 6, 2019 at 7:58 am

    O Massamá assaltou um banco?! Coisa estranha. Mais de 1,25M em comissões? É o mais estranho de tudo na verdade. Uma equipa do CPP a gastar mais que equipas da primeira? Está bom isto!

  • Reaper
    Posted Abril 5, 2019 at 8:05 pm

    Nos últimos 3 anos o Vitória gastou 8 milhões em comissões, que seria de nós se não fossemos governados pelo nosso salvador Julio Mendes.

  • DNowitzki
    Posted Abril 5, 2019 at 7:55 pm

    Falando do Benfica, é muito dinheiro em pouco tempo, mas foram feitas algumas contratações a custo «zero» e várias renovações, logo… creio que só o Salvio custou quase 3 milhões. Espero não estar a dizer nenhum disparate.

    Não obstante, são valores muito altos e que refletem o modelo económico-financeiro futebolístico que temos. Não concordo nada com grande parte disto, mas é no sentido em que as coisas vão: trata-se de um negócio de dimensões gigantescas, não de desporto. Isso fica para a meia dúzia de adeptos apaixonados pela bola e não grunhos.

  • João Ribeiro
    Posted Abril 5, 2019 at 6:59 pm

    Atendendo os jogadores que se contratou este ano, acaba por ser um valor normal estes 3M do Vitória. O que não se admite foram os valores gastos na temporada passada onde se formou um plantel fraco.

    • Pedro Salgado
      Posted Abril 5, 2019 at 11:28 pm

      Parece-me manifestamente exagerado principalmente para um clube que vende pessimamente. É praticamente o valor do Raphinha (50% do passe que detínhamos).

  • Tiago Silva
    Posted Abril 5, 2019 at 6:47 pm

    Como é possível o Real Massamá ter gasto tanto em comissões? Não se percebe… parabéns ao Braga por ter tão pouco também.

  • Estigarribia
    Posted Abril 5, 2019 at 6:33 pm

    Vou fazer uma pergunta inocente: não há maneira de se acabar com as comissões?

    Saudações Leoninas

    • SENSEI
      Posted Abril 5, 2019 at 7:59 pm

      Não há maneira, nem me parece que seja justo. Se existe trabalho envolvido numa compra/venda de jogadores de futebol, é somente natural que desenvolve esse trabalho seja recompensado. Podemos fazer o simples paralelo com as comissões das agências imobiliárias.
      Quanto a saber se os montantes são adequados, já é outro assunto.

  • André Dias
    Posted Abril 5, 2019 at 6:24 pm

    Mais surpreendente que o Braga gastar tão pouco é o Real Sport Clube estar no 3º escalão e gastar tanto. Não se compreende, a menos que haja marosca da boa no RSC.

    • FCPenta
      Posted Abril 5, 2019 at 7:49 pm

      A marosca chama-se Carlos Vinícius.

      Já que não nos conseguimos livrar do cancro talvez faça sentido adoptar uma métrica que mostre as comissões como % do valor gasto/recebido em transferências. Senão andamos nisto.

    • Antonio Clismo
      Posted Abril 5, 2019 at 7:20 pm

      Mas isso é óbvio. Não é por acaso que há tantos investidores chineses, russos, brasileiros, etc nos pequenos clubes da CNS.

      Mesmo a II Liga é um paraíso para aqueles que detêm empresas de casas de apostas, porque é uma liga incerta com odds elevadas e com clubes facilmente corrompíveis.

      Se quisessem realmente investigar isto teriam material que nunca mais acaba e no final acabavam todos presos.

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