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Benfica vence ao ritmo de Di Maria!

Académica 2-3 SL Benfica (Diogo Gomes 29´e Tiero 88´; Weldon 3´e 42´e Ruben Amorim 80´)
Numa exibição abaixo do habitual, mas plena de eficácia, o Benfica conseguiu derrotar a Académica e está a apenas 4 pontos do título. A festa poderá ser para a semana, caso os encarnados derrotem o Olhanense e o Braga tropece na Figueira da Foz.
Não poderia ter começado da melhor maneira o jogo para o Benfica. Logo aos 3 minutos, Weldon aproveitou uma falha da defesa academista e cabeceou para o 0-1. Era o tónico para um bom jogo do Benfica, no entanto, cedo se percebeu que os encarnados iam dar o controlo do jogo ao adversário, para puderem aproveitar o contra-ataque. À meia-hora de jogo, Diogo Gomes aproveitou uma bola ainda longe da baliza e rematou, com a bola a desviar num jogador encarnado e a trair Quim. O resultado ajustava-se ao jogo, no entanto, Di Maria tratou de desequilibrar a partida e num drible sobre Pedrinho, descobriu Weldon na área e o brasileiro fez o 1-2.
Na 2ª parte, o Benfica voltou a jogar em contenção, no entanto, criou mais perigo para a baliza da Académica, com Di Maria a falhar o 1-3 quando seguia isolado e Carlos Martins a rematar com estrondo ao poste. Éder teve a melhor oportunidade da briosa, com um cabeceamento ao poste de Quim. A 10 minutos do fim, surgiu o 1-3, com Ruben Amorim a rematar sem hipóteses, depois de mais uma grande jogada individual de Di Maria. A vitória estava perto, no entanto, os encarnados tiveram que sofrer até ao fim, pois Tiero, mais uma vez de longe da área, rematou para o golo da Académica.
Apesar da exibição menos conseguida, o resultado ajusta-se ao que se passou em campo, pois o Benfica controlou a partida e não permitiu à briosa contruir oportunidades de golo. Para além disso, os encarnados tiveram em Di Maria um desequilibrador e foram eficazes na hora do remate.
Destaques:
Di Maria – O argentino esteve em pleno destaque no jogo de Coimbra, sendo uma autêntica dor de cabeça para Pedrinho. Ofereceu o 2º e o 3º golo a Weldon e Ruben Amorim, depois de dois excelentes dribles sobre o adversário.
Weldon – Andou quase toda a época desaparecido, no entanto, quando o Benfica mais precisava de um 2º avançado, o brasileiro foi a aposta de Jorge Jesus. Em dois jogos a titular marcou 4 golos e foi peça importante nas duas vitórias.
David Luiz – Não sentiu a falta do companheiro habitual na defesa e realizou mais uma partida para “observador” ver. Ganhou a maioria dos duelos ao ataque academista com soberania e autoridade.
Sougou e Tiero – O 1º foi uma dor de cabeça para os laterais benfiquistas, aparecendo sempre com grande velocidade e o 2º lutou bravamente no meio campo da briosa. Ainda conseguiu marcar um golo de belo efeito.

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