Rúben Amorim – O melhor jogador em campo. Marcou um golo, criou outro, fechou os espaços no meio campo, e ainda anulou o Rúben Micael e o Raúl Meireles.
Airton – Não fosse a super-exibição de Rúben Amorim, e seria ele o melhor em campo. Hoje voltou a demonstrar toda a sua qualidade táctica, impondo-se nos duelos individuais e enchendo o campo nos auxílios defensivos.
Falcao e Miguel Lopes – Realizaram duas exibições razoáveis, lutaram, correram, e foram dos poucos a demonstrar algum discernimento.
Maxi Pereira e Coentrão – Anularam na perfeição Rodriguez e Belluschi, no entanto Coentrão esteve na origem das duas melhores oportunidades do Porto.
Rúben Micael – Deu sequência às suas últimas exibições, ou seja, praticamente não esteve em campo. Acabou ainda por ser um dos intervinientes no 1º golo encarnado, com uma simulação de uma falta (algo que já é tipíco no seu estilo de jogo) e a consequente perda de bola, permitiu a Ruben Amorim tentar a sorte.
Nuno – Teve muitas culpas no 1º golo, dando um autêntico “frango”, no 2º golo acabou novamente por ser mal batido, pois apesar da colocação e potência do remate de C.Martins, um guarda-redes não pode sofrer um golo aquela distância, ainda para mais quando a bola é colocada no local onde ele estava posicionado.
C.Martins – Marcou um belo golo, esteve inclusive melhor e mais em jogo que Di Maria e Aimar, no entanto mais uma vez demonstra que não consegue acabar uma partida de futebol, devido a constantes limitações físicas.
Aimar e Kardec – O argentino foi a unidade mais apagada do Benfica, enquanto que o brasileiro acabou por ser bem anulado pelos defesas portistas, apesar do seu esforço nos confrontos mais físicos.
Fernando – A melhor exibição do Porto, com ele os azuis e brancos valem um pouco mais. Hoje não merecia estar tão mal acompanhado.
Jesualdo Ferreira – Lançou provavelmente o melhor 11 disponível do Porto, no entanto acabou por ser traído pelo nervosismo e intranquilidade de elementos como Bruno Alves, Nuno e Raul Meireles.


