Skip to content Skip to sidebar Skip to footer

Bicampeão da Volta a Portugal suspenso preventivamente por doping

Mais um caso no ciclismo português, algo que se tem repetido ao longo dos últimos anos. 

Raúl Alarcón (W52-FC Porto), vencedor da Volta a Portugal em bicicleta em 2017 e 2018, foi suspenso preventivamente por doping, anunciou a UCI. O ciclista espanhol, de 33 anos, está acusado de “uso de métodos proibidos e/ou substâncias proibidas”. Recorde-se que Alarcón não participou na edição deste Ano da Volta devido a uma queda no  Grande Prémio Abimota.

14 Comentários

  • Rodrigo Ferreira
    Posted Outubro 21, 2019 at 8:52 pm

    Mais um ciclista que era banal e que do nada começou a ganhar, ainda por cima de uma forma categórica. Só surpreende os mais desatentos.

  • O Comendador
    Posted Outubro 21, 2019 at 9:09 pm

    Doping no ciclismo – que surpresa! – e ainda há quem não entenda porque é que esta modalidade perde adeptos a cada dia que passa.

  • RodolfoTrindade
    Posted Outubro 21, 2019 at 10:30 pm

    Mas que surpresa, ninguém esperaria..

    É só o começo… a sky portuguesa…

    • Gil Rodrigues
      Posted Outubro 22, 2019 at 9:19 am

      é obvio que o porto tinha que ser fiel á tradição, num desporto que dá tanta importância à amarela(inha)… ??

    • Tiago Peixoto
      Posted Outubro 22, 2019 at 11:22 am

      Pois é Rodolfo, mas se calhar convém dizer que o controlo foi feito uns dias depois do atleta ter sido operado, ou seja, foi controlado quando obviamente estava medicado. Só um pormenor que a maioria dos media tem ignorado.

  • Richrad
    Posted Outubro 21, 2019 at 10:44 pm

    Talvez o problema não seja da modalidade em si como muitos aqui o referem. Curiosamente, Portugal consegue face ao número de praticantes ter um número elevado de ciclistas que são “apanhados”.
    E nesse aspecto o nosso ciclismo está como a dita maior e mais importante prova cá realizada: uma valente *****

    • Rush
      Posted Outubro 21, 2019 at 11:07 pm

      É mesmo isso. A verdade é que o cicilismo de elite (WorldTour) de hoje em dia está muito mais limpo do que há 15/20 anos atrás, tanto que se vê que os recordes de subidas míticas são todos dessa altura. Agora, em países de 3º mundo (a nível de ciclismo) como Portugal, América do Sul, etc. essa evolução ainda não foi feita.

  • Rush
    Posted Outubro 21, 2019 at 11:43 pm

    Depois do que se viu dele nos últimos anos era de esperar que seria uma questão de tempo até ser apanhado. Os números que ele fez no ano passado na subida da Sra. da Graça (média de 6,5 W/kg) não podiam ter outra explicação, ou era isso ou estávamos perante um dos melhores trepadores de mundo que teria lugar em qualquer equipa WT, e isto para alguém que mede quase 1,90m de altura e pesa mais de 70kg.
    Agora que não se pense que ele é caso único, ou que é só o W52/Porto que faz isto, etc. Todos os anos anos na Volta a Portugal vê-se vários corredores de equipas portuguesas (com a W52 à cabeça é certo) a fazerem médias absurdas em subidas muito duras, e isto em dias com 30 e muitos graus. Se isto fosse tudo legítimo as equipas do WT até faziam fila para os contratar, mas não, elas sabem perfeitamente que a grande maioria destes ciclistas não estão limpos e que em provas a sério eram logo todos apanhados.
    Resta esperar para ver em que prova é que o Alarcón controlou positivo (Volta à Turquia?) e especular se isto não terá influência na decisão da W52/Porto se manter (ou não) como Pro Continental, é que tá visto que provas WT são “complicadas” (quer pelos custos quer pelo controlo). Para além disto, é também de estranhar a decisão do João Rodrigues ter renovado depois de várias equipas WT terem mostrado interesse.

  • Joga_Bonito
    Posted Outubro 21, 2019 at 11:57 pm

    Já agora estes resultados têm que ver com a Volta a Portugal de 2018? Os resultados podem ser anulados?
    Isto porque a suceder isto, era mais um prego no caixão deste desporto.

Deixa um comentário