Mundiais – Anelka não é o primeiro, e certamente não será o último a ser expulso num Mundial por motivos disciplinares. Em 94, o alemão Effenberg fez um gesto obsceno para os adeptos, e mesmo sendo uma das grandes figuras da equipa, foi enviado para casa. Em 98, o poderoso Faustino Asprilla criticou publicamente o treinador Hernán Dario Gomes por tê-lo substituído e afirmou que existiam jogadores intocáveis na equipa, no regresso, encontrou as suas malas prontas e foi dispensado. No Mundial 2002, o nosso bem conhecido Zahovic, discutiu com o treinador Katanec após o jogo contra a Espanha (derrota por 3 a 1), quando foi substituído aos 18 minutos da segunda parte. O jogador, inclusive, tentou agredir o técnico, e seguiu viagem. Ainda no Mundial 2002, o irlandês do Man Utd, Roy Keane protestou das condições do estágio e da categoria do treinador, e foi dispensado.
Portugal – Deco falhou o treino de hoje, assim como Simão Sabrosa e os guarda-redes Eduardo e Daniel Fernandes. Porém, só o luso-brasileiro parece estar em risco para o jogo de segunda-feira, diante da Coreia do Norte.
Ronaldo – Apesar do recurso apresentado pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), a FIFA recusou despenalizar o cartão amarelo exibido ao jogador no jogo entre Portugal e a Costa do Marfim.
França – Anelka foi expulso da selecção francesa depois de uma discussão com o técnico Raymond Domenech. O avançado insultou o treinador durante o intervalo do jogo frente ao México, usando um vernáculo que hoje fez capa no L´Equipe, e já está a caminho de casa. O capitão da selecção francesa, Patrice Evra, pronunciou-se sobre o caso, afirmando: “O problema não é o Anelka, mas sim o traidor que está connosco.”
Inglaterra – Wayne Rooney pediu hoje desculpa aos adeptos ingleses, depois de ontem os ter insultado no final do empate sem golos com a Argélia. No mesmo dia em que se soube, que um adepto vestido com o equipamento oficial da selecção inglesa conseguiu entrar no balneário e insultar David Beckham.
E.U.A – O “New York Post” não poupou palavras contra o árbitro maliano Koman Coulibaly, que apitou a partida entre os Estados Unidos e a Eslovénia. E escolheu a palavra crime como grande manchete, numa clara alusão ao golo anulado pelo árbitro perto do final, o jornal ainda acrescentou que o juíz da partida roubou a vitória aos americanos.


