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Breves!

Vuelta – A vigésima primeira e última etapa da Volta a Espanha, foi ganha pelo norte-americano Tyler Farrar. A etapa que terminou em Madrid, serviu para consagrar a vitória na prova de Nibali. O ciclista italiano foi seguido no pódio pelo espanhol Ezequiel Mosquera (Xacobeo Galicia) e pelo eslovaco Peter Velits (HTC–Columbia).
Taça Davis –  Frederico Gil garantiu a subida de Portugal ao Grupo I da zona euro-africana, ao vencer no Jamor, o 3º encontro de singulares da última ronda do Grupo II com a Bósnia e Herzegovina, tendo como adversário Aldin Setkic.
Simão Sabrosa – Esclareceu as razões do seu adeus à selecção. «Quero jogar ao meu nível mais quatro ou cinco anos e, embora a Selecção seja importante, acaba sempre por me tirar minutos. Foi uma decisão difícil, mas pensei em mim», afirmou o internacional português do Atlético de Madrid, numa entrevista ao jornal espanhol Marca.
Dérbi – Rescaldo


Jesus – Mantém confiança elevada na revalidação do título. Diz que “ainda há muito frango para virar”, que “o campeonato ainda está em aberto” e, apesar de reconhecer as “dificuldades”, atira: “Os rivais que estão lá em cima vão começar a olhar para trás, para nós, e vão tremer. Se nos derem tempo, vamos ser muito fortes na segunda volta.”

Paulo Sérgio –  Para o treinador do Sporting, a vitória encarnada deve-se à “maior eficácia” na hora de atirar à baliza. “O Sporting fez um bom jogo. Tivemos atitude, postura, mas faltou-nos personalidade para controlar e trabalhar a bola. Tivemos três ou quatro ocasiões de golo, tal como o Benfica, mas não as aproveitámos, e o Benfica sim. A diferença esteve na eficácia do adversário”, salientou o técnico leonino, criticando os erros cometidos pela defesa do Sporting nos golos do rival. “O Benfica foi feliz pela forma como chegou ainda muito cedo ao primeiro golo, em que ganhámos a primeira bola e não conseguimos ganhar a segunda. E depois voltou a ser feliz no segundo golo, que foi um erro infantil nosso, uma aberração que não pode acontecer nunca. Fomos muito ingénuos nos golos”, afirmou. Disse que pode ter cometido alguns erros. Quais foram? Hesitei na escolha do onze por causa das bolas paradas, pois a nossa equipa tem uma estatura muito inferior ao adversário. Essa questão já me veio à cabeça, mesmo quando ganho. Não tenho a mania de que acerto sempre, por isso sou capaz de encontrar alguns erros nas decisões que tomei.

Maniche – Não ficou totalmente satisfeito com a exibição no Estádio da Luz, argumentando que o Sporting precisa de «mudar a sua forma de pensar». O médio aponta a falta de determinação como uma das lacunas da equipa leonina.

Luisão – Afirmou que foi uma vitória do Cardozo.

Carriço – O defesa apontou à falta de agressividade. «A equipa teve atitude mas talvez pudéssemos ser um pouco mais agressivos em alguns lances. A nossa estratégia passa sempre por não sofrer golos mas isso não aconteceu», lamentou.

Maxi Pereira – Para o uruguaio a exibição frente ao Sporting “foi uma das melhores do Benfica esta temporada”. “Merecemos a vitória”, declarou.

Visão de Mercado – Como conclusão, o regozijo natural dos jogadores e técnicos encarnados pela justa vitória, e a confusão no seio do Sporting, com jogadores e treinador com discursos totalmente diferentes na análise ao jogo. Maniche fala em falta de atitude, Carriço diz que a equipa não é agressiva, e Paulo Sérgio pelo contrário afirma que o Sporting teve atitude e apenas perdeu o jogo pela falta de eficácia. O técnico leonino demonstrou ainda mais desnorte ao reconhecer que sabia que o Benfica era forte nos lances de bola parada e que o Sporting tem uma equipa de estatura muito inferior, contudo, colocou em campo 7 jogadores na casa do 1,70, como João Pereira, Maniche, Djaló, Valdés, Liedson, Matias Fernandes e André Santos, a que se junta o 1,80 de Carriço, apenas Evaldo e Nuno Coelho podiam rivalizar nos lances de bola parada com o 1,93 de Cardozo e Luisão, o 1,89 de David Luiz, o 1,87 de Javi Garcia, e o 1,82 de Peixoto. É certo que o futebol não se ganha nas alturas, mas que o aspecto físico é um aspecto cada vez mais importante, disso não há dúvidas. O próprio Barcelona que pratica o melhor futebol do mundo, não descuida esse pormenor, e daí a facilidade com que 1,89 de Busquets se impôs no 11, a que se junta ao 1,91 de Piqué e 1,86 de Abidal.

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